As religiões abraâmicas – cristianismo, judaísmo e islamismo – são responsáveis pelo sofrimento e pelos conflitos que desgraçam a vida de milhões de pessoas em função da doutrinação de crianças emocionalmente vulneráveis segundo preceitos que as levarão à auto-rejeição, ao desamparo emocional e à discriminação social quando atingirem a adolescência e descobrirem que a orientação sexual com que nasceram é aquela a que foram ensinadas a repudiar como suja, degenerada e abominável.

Era uma vez uma criança nascida em uma família cristã/judaica/muçulmana devota e praticante da religião, fortemente inserida em uma comunidade cujo principal ou único fator de união é a religião. Esta criança já nasce exposta aos símbolos, ritos e práticas desta religião, é educada segundo os conceitos, valores e hábitos desta religião, desenvolve desde tenra idade fé religiosa segundo os ditames desta religião… e, quando entra na adolescência e começa a perceber em si mesmo o desenvolvimento do desejo sexual, além de experimentar todos os conflitos normais da adolescência, descobre que há algo “errado” consigo mesma, pois sente naturalmente um desejo que é considerado inaceitável, pecaminoso e sujo.

Será possível sequer imaginar o conflito que se estabelece na mente destes jovens? Eles já estão profundamente imbuídos de conceitos que dizem que é errado, inaceitável e sujo sentir aquilo que inocente e espontaneamente sentem. Ficam assustados, sentindo-se culpados e aterrorizados com a possibilidade de que alguém descubra o que está acontecendo com eles. Sabem, pela simples observação do que é dito a sua volta, que não terão nenhum apoio caso revelem o que estão sentindo, e que ninguém lhes estenderá uma mão amiga, pelo contrário, serão acusados de imoralidade, corrupção e degeneração, quando tudo o que sentem é simples atração por alguém por quem não deveriam sentir atração. Sentem um misto terrível de culpa e sentimento de injustiça, pois não conseguem sentir seu desejo de amor, carinho e aceitação como pervertido, embora tenham sido ensinados que o que sentem é perversão.

Por outro lado, receberam anos de ensinamentos que os levaram a interiorizar a fé cristã/judaica/muçulmana. Não possuem outra alternativa, aquela fé faz parte de todo o seu ser. Se esta fe for removida, um imenso e doloroso vazio surge.

O que faz um ser humano ao deparar-se com um conflito desta magnitude? Simples: ele tenta superar o conflito compatibilizando o que acredita e o que sente. Ninguém em sã consciência deseja perder nem a aceitação de sua comunidade nem a possibilidade de ser feliz segundo sua própria natureza.

A partir daí começam as procuras, as tentativas de encontrar brechas na Bíblia, no Talmude e no Corão que permitam uma interpretação diferente daquelas que são tradicionais – e estas tentativas sempre resultam produtivas, pois todos estes livros sagrados são escritos em liguagem que permite diversas interpretações. Aí começam os debates, as repreensões pelo afastamento da ortodoxia e a sensação de que existe algo errado na comunidade, pois o texto sagrado diz que deve haver amor, compaixão e tolerância, mas a comunidade age com ódio, insensibilidade e intolerância contra quem nada fez de mal.

O modo como este conflito se desenvolve é variável, mas somente três soluções se apresentam: ou o indivíduo se afasta da religião, ou ele passa a interpretá-la segundo uma visão completamente distinta da tradicional, ou ele tenta viver em conflito com a própria sexualidade. Nos dois primeiros casos ele acaba se afastando da comunidade, pois nem a ruptura nem a heresia são aceitáveis nestas comunidades religiosas. No terceiro caso ele se torna desgraçadamente infeliz e amargo, pois ninguém pode mudar sua sexualidade. A maioria percebe a tempo que isso não faz sentido e opta por lutar por uma abertura de mente de suas comunidades ou pelo afastamento definitivo. Na maioria dos casos, primeiro uma coisa, depois a outra, pois estas comunidades baseiam suas crenças em textos escritos – e textos escritos não aprendem, não evoluem e não são sensíveis ao sofrimento humano.

Para cada pessoa este caminho precisa ser trilhado passo a passo, gerando um longo e doloroso aprendizado sempre igual através dos séculos: que este Deus intolerante não é aquele Deus bondoso e justo que ela aprendeu a amar na infância.

83 thoughts on “Cristianismo, judaísmo, islamismo e homossexualidade

  1. Arthur

    Você viu todos os videos do link que deixei?

    Veja todos eles, temos um problema muito maior para resolver por vir.

    1. Pretendo assistir os vídeos, sim, mas estou com muita coisa para fazer antes. Vai demorar um pouco até que eu possa assisti-los, infelizmente.

  2. Arthur, 5 pontos pelo menos separam o Cristianismo do Islã:

    1)Na doutrina islâmica o Estado tem que se submeter à religâo, no cristianismo não. Tem até aquela passagem do “Dai a César o que é de César…”

    2)No Islã a figura central era um guerreiro, no Cristianismo era um asceta que nunca pegou numa arma. A diferença do exemplo tem consequências. Alem do caso de pedofilia.

    3)Os rituais de reforço condicionante no Islâ são feitos 5 vezes por dia, e coletivamente, o poder hipnótico é muito maior.

    4)O Corão é muito mais coerente e monolítico que a Bíblia, escrita por muitos ao longo de séculos. Não tem (tantas?) contradições, é mais difícil de combater com argumentação.

    5)O Islã prega a conversão forçada. O Cristianismo não, pelo menos teoricamente.

    O Cristianismo tem defeitos, é ruim, mas o Islã no seu todo é muito pior.

    1. Ah, eu reconheço uma questão de grau, é claro. Com certeza ser apedrejado até a morte devido a ser homossexual é menos pior que não ter sua união reconhecida pelo Estado.

      Porém, isso não se deve tanto à natureza dos dogmas aceitos por uma e por outra religião quanto pelo grau de desenvolvimento político e econômico do ocidente predominantemente cristão e do oriente médio predominantemente muçulmano.

      Se dependêssemos da cultura do povão, e se permitíssemos a um Silas Malafaia obter o mesmo grau de poder de um Ahmadinejad, estaríamos igualmente ferrados – e os homossexuais mais ainda.

    2. Quem dera fosse só uma questão de grau… O problema é que o Cristianismo pode mudar com mais facilidade. O Islã é mais difícil, não há tantas brechas e contradições.

      E a submissão obrigatória e doutrinária do Estado à religião é uma enorrrrrme diferença.

    3. O que para mim depõe definitivamente contra o islã é a possibilidade de o fiel mentir para defender a doutrina. Isso aniquila qualquer chance de negociar com o islã ou de confiar em qualquer coisa que qualquer fiel diga em favor do islã.

  3. Enquanto o ocidente está se preocupando com controle de natalidade, Pilulas anticoncepcionais, casamento gay e aborto, essa turminha Islamica aí está com média de 7 filhos por casal. O ocidente simplesmente está fomentando seu auto-exterminio.

    O Estado islâmico é tão cruel e sanguinário quanto a ética normativa do marxismo – ambas pensam uma só coisa: Eliminar de vez todo o tipo de divergência!

    1. A questão é: que método usar para combatê-los sem se rebaixar ao mesmo nível?

    2. Arthur, não sei se dá. Até hoje eles só entendem a linguagem da porrada. Nunca aceitaram compromissos, e como ele é monolitico fica uma questão tipo tudo-ou-nada. É como os Highlanders, pra eles só pode haver um.

      Imagine um jogo de futebol (sem juiz) em que um dos times apele pra todo tipo de jogada suja e violenta. E que você não pode parar de jogar, senão o adversário assumirá controle da sua vida. Dá pra não partir pras caneladas? Seria o ideal, mas na prática provavelmente não dá certo, até porque o adversário acha que se você não é do time dele não tem nenhum direito.

      Talvez se o Ocidente perdesse o apetite por petróleo e a $$ituação nos paises árabes piorasse o poder de expansão enfraquecesse. E fosse possível uma guerra apenas cultural. Mas essa guerra teria que ser explicitada, não dá pra conviver com um movimento que não dá reciprocidade e que como você disse não é confiavel.

    3. Neste caso a questão é: será que há como combater a loucura sem ter que combater os loucos?

  4. Engraçado, taxa de natalidade só pra branco, taxa de natalidade pra africano e muçulmanos ap qual seria mais apropriado, pois são muito numerosos, é racismo, fascismo.

    1. Êpa! Eu sempre disse que onde o controle de natalidade é mais necessário é entre a população mais pobre!

  5. Como é que pode existir taxa de natalidade pra um povo que é menor em número?

  6. Começou por aqui:
    http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/10/16/sp-muculmana-se-recusa-tirar-veu-em-prova-do-detran-caso-vai-parar-na-policia-925591189.asp

    O mais engraçado foi a declaração do sheik: “Isso no nosso país é crime”. O problema é que aqui não é o pais deles. Se aqui no Brasil as normas dizem que a pessoa tem que descobrir a cabeça todos tem que cumpri-las.

    1. Certo.

      Mas tem um problema aí.

      Ou tratamos todas as religiões do mesmo modo, ou nos convertemos em uma teocracia disfarçada.

      Se vamos obrigar as muçulmanas a descobrir a cabeça para fazer a prova do DETRAN, então temos que obrigar também os judeus a pararem de mutilar a genitália de crianças por motivos religiosos, o que é muito, muito, muito mais grave do que cobrir os cabelos com o hijab.

      Aí ninguém mexe com o islã pra não ter que mexer com os judeus.

      Ou então mexem com o islã e não mexem com os judeus, e então o islã se enche de razão em reclamar que está sofrendo perseguição, o que neste caso é verdade.

    2. Mas não é a mesma coisa. Não há no Brasil uma lei ou regulamento proibindo a circuncisão. E o regulamento da prova do DETRAN determina que não se use nada sobre a cabeça. Se houvesse uma lei específica proibindo a circuncisão em crianças não deveria haver exceções para judeus.

      O problema não é o costume em si, mas a tentativa de se passar por cima da lei alegando motivos religiosos.

      Dito isto, sou pessoalmente contra a circuncisão em crianças.

    3. Eu vejo essa questão de modo um pouco mais complexo. Não sou a favor nem contra o uso disso ou daquilo, não sou a favor nem contra a proibição disso ou daquilo, sou a favor da liberdade e da responsabilidade e contra o dogmatismo e a interferência indevida.

      Se a prova do DETRAN exige que a cabeça seja descoberta, ora, por que a prova do DETRAN exige isso? Vamos analisar os motivos desta proibição e verificar se existe um motivo razoável para isso.

      Se a circuncisão de uma criança é requerida, ora, por que é requerida? Vamos analisar os motivos desta solicitação e verificar se existe um motivo razoável para isso.

      O problema é que falta coragem pra dizer “isso é assim por causa disso e aquilo não pode ser assim por causa daquilo”.

      Não tenho dúvidas de que os muçulmanos serão limitados em suas manifestações de fé mais inofensivas (tipo não poder usar um simples véu) enquanto os judeus poderão continuar a arrancar pedaços dos corpos de seus próprios filhos em nome da mesma fé sem que ninguém se importe.

      E ninguém vai se importar com o sistema de dois pesos e duas medidas, também.

  7. E enquanto isso, na Líbia, convertida à democracia, já começou:

    “…Jalil disse ainda que a sharia (lei islâmica) deve ser a base para o novo governo da Líbia:

    – Qualquer lei que contradiga a sharia islâmica é nula e vazia, legalmente falando – afirmou ele, acrescentando que rejeitaria quaisquer leis que vão contra os princípios da lei islâmica, citando como exemplo a lei sobre poligamia que é vigente no país. – Um exemplo é a lei de casamento e divórcio, que restringe a possibilidade de ter múltiplas esposas. Essa lei vai contra a sharia islâmica e será rejeitada…”

    Em
    http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/10/23/em-testamento-kadafi-pede-para-ser-enterrado-em-sirta-governo-interino-declara-nova-era-na-libia-925637746.asp

    1. Quando é que o pessoal vai entender que, se os EUA apóiam um governo, certamente é porque esse governo não é democrático nem sequer razoável?

  8. Gerson B, vc jà leu “A Força da Razao” de Oriana Fallaci?
    Copiando da Wikipedia: “Ela [a autora] demonstra um grande preocupação com a Europa e a constante imigração de muçulmanos, e que sobre o dominío muçulmano a Europa tenderá para uma total islamização, algo como “Eurabia” (originalmente o título do jornal editado pelo presidente da associação Franco-Árabe de Solidariedade, Lucien Bitterlein). Oriana Fallaci afirma que a coexistência pacifíca entre o islamismo e o ocidente é impossível.”

    1. Não li, mas tendo a concordar com ela. Vou procurar saber mais.

    2. Talvez seja mesmo impossível.

    3. Tic tac tic tac tic…

      http://www.hudson-ny.org/2530/denmark-sharia-hezbollah

      “A Muslim group in Denmark has launched a campaign to turn parts of Copenhagen and other Danish cities into “Sharia Law Zones” that would function as autonomous enclaves ruled by Islamic law.”

      Ou isso para agora ou vai correr muito sangue. No mundo inteiro.

    4. É…

      “In one case, nine Salafists kidnapped a woman in Reus, tried her for adultery based on Sharia law, and condemned her to death. The woman just barely escaped execution by fleeing to a local police station.”

      “In another case, a Salafi imam in Tarragona was arrested for forcing a 31-year-old Moroccan woman to wear a hijab head covering. The imam had threatened to burn down the woman’s house for being and “infidel” because she works outside of the home, drives an automobile and has non-Muslim friends.”

      Ainda veremos casos de execução pela Sharia em um país europeu, podes anotar o que eu digo. Até lá os “politicamente corretos” vão continuar insistindo que “todas as culturas tem igual valor” e que todo e qualquer absurdo cometido em nome da religião é protegido pela “liberdade de crença”.

      Engraçado que as pessoas que não querem crer no que é exigido pelos líderes muçulmanos nunca são defendidas pelos “politicamente corretos” como atores de sua liberdade de crença.

      Dois pesos, duas medidas.

      Ou isso é burrice, ou é má fé. Em qualquer dos casos, não deveria ser permitido. Mas quem haverá de impedir, uma vez que os “politicamente corretos” tomaram conta do mundo ocidental?

  9. Joaquim Salles

    25/10/2011 — 21:19

    Só lembrando também no Islã a circuncisão é praticada. No USA isso também foi comum entre não Judeus e para muitos isso foi é uma questão de higiene. A questão é até onde o Estado pode intervir ou não na liberdade das famílias criarem seus filhos?

    Quanto ao Islã a tendencia a um estado Teocrático é fortíssima e a liberdade individual… bom o que isso de liberdade? No Islã isso não cola…

    Abraços

    1. Fiquei pasmo quando alguém me contou que cerca de 80% da população masculina nos EUA é circuncidada. Isso é tão absurdo quanto as nossas taxas de parto por cesariana.

      E dizer que é questão de higiene é dose. Desculpa esfarrapada pra arrancar um pedaço do corpo de alguém, hein? Quer dizer que esse pessoal todo acha melhor arrancar uma parte da genitália do que tomar banho direito? Tenha santa paciência…

    2. Ah, sim… a liberdade do Estado intervir está relacionada à gravidade das conseqüencias dos atos dos pais.

      Engraçado que se um pai fuma maconha com o filho de 14 anos, o Estado acha justíssimo processar o pai, metê-lo na cadeia e tomar a guarda do filho por “maus tratos” e “corrupção de menores”.

      Já se o pai resolver arrancar um pedaço do pênis do filho bebê por motivos não médicos, o Estado acha que está tudo bem, pode arrancar pedaço na boa…

  10. Francisco Fernandes Dias

    26/10/2011 — 22:14

    Eu,particularmente,tenho uma grande tolerância no que se refere a circuncisão.Quando executada em crianças os desconfortos pós “operatórios” são mínimos e durante a vida ,
    segundo a OMS que denomina o procedimento de Postectomia,
    pode até prevenir algumas infecções.
    Ou seja,está no mesmo nível da retirada do crucifixo de locais públicos.
    Obs:Por motivos óbvios o procedimento em adultos é muito desconfortável.

    1. Bem, primeiro que uma suposta utilidade higiênica não pode ser usada como justificativa para promover uma mutilação sexual. Segundo que esse papo de desconforto pós-operatório ser mínimo teria que ser confirmado com as crianças mutiladas, o que é impossível. E terceiro que nem nos meus mais loucos pesadelos eu conseguiria considerar “no mesmo nível” arrancar um pedaço do corpo de alguém e tirar um objeto de dentro de uma sala. Acho que o próprio fato de ver essa mutilação sexual como algo sem importância já mostra que existe um grande, imenso, monstruoso problema em nossa cultura.

    2. Já tentaram proibir a circuncisão:

      http://blog.sfgate.com/cityinsider/2011/05/18/yes-san-franciscans-you-will-be-voting-on-circumcision/

      http://pjmedia.com/tatler/2011/06/03/proof-that-s-f-s-circumcision-ban-is-anti-semitic/

      Não sei o resultado. Não deve ter passado ou teria repercutido mais, acho.

      Mas ELE irá nos salvar (ou salvar os bebês) :
      http://www.foreskinman.com/foreskinman.htm 🙂

      Bem que a gente precisava.

  11. Francisco Fernandes Dias

    28/10/2011 — 15:50

    Arthur,continuo achando exagero considerar mutilação o procedimento da vasectomia.Só não vou comparar com o corte das unhas por que dedos,eu tenho 10 nas mãos e 10 nos pés.

    1. Não falei da vasectomia, falei da circuncisão! E o problema não é o fato de “realizar uma circuncisão” e sim o fato de “realizar uma circuncisão por motivos não médicos sem ouvir a vontade do indivíduo a ser circuncidado”.

      E, puxa… unha regenera, prepúcio não. Não tem comparação.

  12. oS Sudanenses Muçulmanos do Norte mataram, escravizaram, estupraram e crucificaram(DA PRA IMAGINAR?) seus compatriotas cristão e animistas, morreram mais de um milhão e meio de sudaneses, foi um massacre nas barbas da ONU, ninguém fez nada, não foi um confronto em pé de igualdade, não foram os muçulmanos que foram mortos..A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.A comunidade católica foi a unica que trabalhou para denunciar as atrocidades cometidas pelos muçulmanos no Sudão.

    A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. É inacreditável uma merda dessa em pleno o seculo XXI. E o que ocorreu na antiga Iugoslávia? Os sérvios estavam matando os muçulmanos(EU NÃO SOU A FAVOR DE QUE ISSO ACONTEÇA) pelas desavenças do passado onde ouve um verdadeiro massacre ministrados pelos muçulmanos contra o povo sérvio ainda nos tempos do império Otomano. Se não fosse a Russia os Estados Unidos e a UE teriam exterminado os sérvios, foi 72 dias de bombardeio pesado em Kosovo, os Estados Unidos só faltou jogar uma bomba nuclear la. Esse tipo de coisa não é inacreditável? Parece que muçulmano tem salvo conduto com a maldita comunidade internacional pra matar cristão, o Iraque o Afeganistão e o SUDÃO são exemplos disso…

    1. Quer a explicação, Nelson?

      Quando alguém ofende um cristão, o cristianismo manda oferecer a outra face.

      Quando alguém ofende um muçulmano, o islã manda caçar o ofensor até a morte.

      Tens dúvida de qual postura é o melhor incentivo para evitar ofensas?

    2. Agora é com os budistas, vamuvê se o Arthur reage agora! SSSSSSAAAAAAAANNNGUEEEEEEE!!!!
      http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2012/09/30/milhares-de-muculmanos-incendeiam-templos-budistas-em-bangladesh.htm

  13. Governo do Irã confisca Bíblias e destrói igrejas.
    Governo do Irã confisca Bíblias e destrói igrejas declarando guerra ao cristianismo.

    Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.

    Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.

    O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristão pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.

    Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.

    “O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”

    Além do confisco de Bíblias o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua igrejas no país como aconteceu na cidade de Kerman onde uma das principais igrejas foi destruída por autoridades locais.

    Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais. A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.

    Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.

    E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.

    http://noticias.gospelmais.com.br/ira-governo-confisca-biblias-destroi-igrejas-guerra-cristianismo-28004.html

    1. Enquanto a ONU vota moções, o Irã promove uma ditadura teocrática e o governo do Brasil puxa o saco de governos totalitários.

  14. Sr. Orlando Braga, parabéns pela coragem de tocar num assunto doloroso para os cristãos — mantendo as devidas diferenças, é claro:

    As doutrinas do Deus Único ás vezes são tão abomináveis quanto aquelas do Partido Único.

    Por isso eu sou ateu e anarquista.

    O que faz o Ocidente evoluir para além da intolerância da violência religiosa é a separação entre o Estado Laico e as Religiões.

    De todo modo, todas as 3 religiões monoteístas (Judaísmo, Cristianismo, Islamismo) já cometeram os mesmos crimes no passado. As ordens criminosas de Alá no Corão também são emitidas por Jeová no Velho Testamento da Bíblia. Um exame atento em ambos os casos mostra os trechos onde Deus ordena os piores crimes mais hediondos e monstruosos.

    A História comprova como os devotos judeus na Idade Antiga e os cristãos no poder na Idade Média eram assustadoramente parecidos com os fundamentalistas islâmicos. Muçulmanos num ‘acampamento de migração’ ilegal em Calais imploram a Alá para conseguirem entrar na infiel e decadente Grã-Bretanha.

    Talvez eles devessem perguntar a Alá por que o Islã é INCAPAZ de produzir países muçulmanos em que os próprios muçulmanos queiram viver.

    O mais engraçado é que, para ser um fiel da Religião da Paz, o crente precisa acreditar que “Na sábia visão de Alá, os infiéis são inferiores; as bestas mais desprezíveis a rastejar sobre a terra. Principalmente os judeus e cristãos, os mais inferiores.”

    No Islamismo, os não-muçulmanos são chamados de “macacos e porcos” os cristãos de ‘vermes’ e os judeus de ‘ratos’.

    Eis como essa religião nazista de psicopatas considera INUMANA mais de 80% da Humanidade.

    Ou seja, o muçulmano deve enxergar o Ocidente como o pior lugar do mundo de uma cultura atrasada e subdesenvolvida, principalmente Israel e os Estados Unidos, habitado pelas criaturas mais burras e irracionais, e os países islâmicos como o melhor lugar que existe, com os muçulmanos como os únicos humanos inteligentes e desenvolvidos.

    Mesmo quando o mundo real só apresenta todas as evidências em contrário. Deve ser mesmo preciso um infinito salto de fé (má-fé) para negar a realidade mais concreta o tempo todo, diante de seus olhos.

    Ou seja, somente os psicóticos conseguem ser verdadeiros fieis de Alá. Portanto, eu falo sério quando digo que ISLAMISMO É PSICOSE

    Realmente, deve ser duro para seres tão superiores como os islâmicos viverem IMIGRANDO ILEGALMENTE rastejando, implorando e se humilhando para conseguirem realizar o sonho de viver na terra dos seus odiados inimigos ‘inferiores e desprezíveis’.

    Saber que os “macacos e porcos” cristãos têm os melhores níveis de vida e construíram uma Civilização infinitamente mais avançada em todos os sentidos, que até um regime de ateus soviéticos pôs o homem na Lua e passeando entre as estrelas para conquistar outros mundos.

    Enquanto os tão elevados seguidores de Maomé vivem congelados na Idade Mérdia, continuam tendo como meio de transporte principal o lombo fedido de um camelo e vendem suas filhas para a mais abjeta escravidão. Ou a humilhação de saber que até os ratos nos esgotos de Teerã se alimentam mais e vivem melhor do que o muçulmano médio na superficie, com os ‘vermes’ americanos liderando em todos os aspectos o mundo que os islamistas querem dominar, e os ‘ratos’ israelenses transformaram o deserto em um jardim e são os maiores vencedores de Prêmios Nobel, com tecnologia de ponta em medicina enviando socorro médico, salvando as vidas de milhares de islâmicos vítimas de terremotos enquanto os maometanos têm os piores níveis de vida, são incapazes de socorrer a si mesmos, se matam sabendo que seus piores inimigos são sempre eles próprios, e 80% deles são bárbaros ignorantes tão analfabetos que nem conseguem ler o próprio livro sagrado – que também foi ditado por um ‘profeta’ igualmente analfabeto e ignorante.

    Mas o pior mesmo é verem as mulheres dos infiéis subirem ao espaço como astronautas e pilotarem aviões a jato que reduzem a pó as cidades islâmicas em segundos, enquanto os escolhidos de Alá continuam literalmente na Idade da Pedra, apedrejando para matar as próprias mães, matar as próprias filhas, matar as próprias esposas, matar as próprias irmãs…

    Está absolutamente claro QUEM “são os seres mais inferiores; as bestas mais desprezíveis a rastejar sobre a terra.” Alguém precisa perguntar a Alá porque todas as profecias de Maomé deram ao contrário, e como um único Deus pode cagar tanto.

    Autor: Anônimo

  15. Muslims announce plans to ‘eradicate’ Christianity

    http://www.wnd.com/2012/03/muslims-announce-plans-to-eradicate-christianity/?cat_orig=world

    Absurdo, por aqui não sai uma linha na grande mídia sobre isso.

    1. Nelson, posta isso como tópico para debate na comunidade de Direitos Humanos, não em artigos sobre sexualidade…

  16. Joaquim Salles

    10/03/2012 — 20:21

    Muito triste isso.
    Por essas e outras que muitos viraram ateus e agnósticos, pois acho que esse tipo de coisa, foge do que a maioria das religiões dizem

    1. Sim. Completamente.

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