Eu tenho uma teoria sobre como tornar os jogos de futebol em geral mais animados, como eram antigamente: basta aumentar a punição da falta. Esse simples detalhe é capaz de alterar completamente a dinâmica dos jogos de futebol, tornando-os muito mais interessantes para os torcedores e mais seguros para os atletas.

Antigamente uma falta era… oras… uma falta. Era algo errado, algo que não se devia fazer. Isso até um malandro se dar conta que a punição da falta era tão pequena que em muitas ocasiões era mais interessante cometer falta que arriscar permitir que uma jogada prosseguisse.

Pior ainda, aos poucos ficou claro para todo mundo que fazer um monte de pequenas faltas dificultava muito o trabalho do adversário e ainda poupava fisicamente os atletas. O problema é que o preparo físico típico mudou de habilidade e resistência para força e brutalidade, o que tornou os jogos menos interessantes e anulou a vantagem de reduzir o desgaste que a menor movimentação trazia.

Graças a isso, alguém que nunca tenha assistido uma partida de futebol, devidamente informado quanto a este fenômeno, pode facilmente distinguir entre o VT de uma partida da década de 1970 e uma partida atual simplesmente observando o porte físico dos jogadores (façam a comparação).

Alguém sabe me informar se o tempo de bola rolando mudou da década de 1970 para os dias de hoje? Ou se a freqüência e a gravidade das lesões sofridas pelos jogadores subiram, desceram ou permaneceram inalteradas nas últimas quatro décadas? Se o tempo de bola rolando diminuiu e as lesões se tornaram mais freqüentes ou mais graves, teremos a confirmação cabal da minha teoria.

Se a falta recebesse uma punição que realmente tornasse desinteressante utilizá-la como recurso corriqueiro, o futebol rapidamente se tornaria mais emocionante, pois os times que insistissem em  utilizar tal recurso com freqüência logo se veriam perdendo jogo após jogo.

Qual seria a punição adequada? Ah, não sei, isso lá é para os amantes do futebol discutirem e imaginarem qual seria a alternativa mais interessante.

Pode ser a desqualificação do jogador após um certo número de faltas, como no basquete. Pode ser um tempo progressivo no banco para cada falta, sem substituição (dois minutos na primeira falta, cinco na segunda, dez na terceira, quinze na quarta, expulsão na quinta). Pode ser um pênalti a cada quinta falta. Só não recomendo fuzilar um jogador escolhido aleatoriamente a cada décima falta. O céu e a lei são os limites.

Sei lá, vocês que são boleiros que se entendam e escolham uma punição mais efetiva para a falta “que não atente contra a tradição do futebol” e todo o blá-blá-blá retrógrado que surge sempre que alguém sugere uma mudança significativa mesmo que para melhor. O caminho das pedras eu já indiquei.

22 thoughts on “Como trazer de volta o futebol da década de 1970

  1. olha eu aqui de novo, depois de tempos…
    imagina que um dos esquemas mais usados lá nos 70 era o 4-2-4. Antes disso havia o 3-2-5. Depois de meados de 70 começou a se usar mais o 4-3-3, com dois pontas abertos, a lá Ney(palmeiras)Gil(flu) e tantos outros. Houve um tempo que o personagem do Jô gritava no telefone: Bota ponta Telê!!! Mudou pro 4-4-2 e se priorizou a defesa. Aumentou o condicinamento físico, pq técnico virou coisa de profissionais e não de apaixonados, e eles precisavam defender resultados. Ganhar, ganhar, no irritante estilo Parreira em 94. Muita coisa tem que mudar, caro Arthur. O que me deixaria feliz era ver idéias como essa sua ser, ao menos, tentada.

    1. Sim, eu entendo que os técnicos precisem defender resultados e que por isso explorem ao máximo todas as possibilidades permitidas pelas regras. Foi desta premissa que parti para fazer a análise que levou à proposta de aumentar a punição da falta.

      Salvo alguma grande mancada minha, na década de 1970 a regra da falta era igual ou pelo menos muito semelhante à atual: aconteceu a falta, pára o jogo, bota a bola no chão, um ou dois toques, com barreira ou sem barreira… mas nada de mais grave acontece, salvo em determinadas situações um cartão amarelo ou vermelho conforme a violência da jogada ou conforme algum outro critério como o jogador que faz a falta ser o último antes do gol, sei lá, confessadamente não conheço os detalhes.

      A questão é que os detalhes não fazem diferença.

      Na prática, com a evolução do futebol nas últimas quatro décadas, a falta deixou de ser uma infração para se tornar um recurso corriqueiro do jogo. Isso matou o jogo alegre, solto, bonito, para produzir um jogo por resultados, feio, onde fazer cena para enganar o juiz é mais útil do que investir no desenvolvimento de um belo lance. Em função disso eu diria até que o futebol se tornou um mau exemplo para o povo.

      Se alguma modificação inteligente for introduzida, tornando a falta um recurso com alto potencial de interferir no resultado dos jogos, assim como o pênalti, então explorar ao máximo todas as possibilidades permitidas pelas regras implicará desenvolver novamente um jogo alegre, solto, com jogadas ousadas que somente poderiam ser paradas com faltas.

      Porém, como a falta será muito contraproducente, ou as jogadas não serão paradas com faltas ou os times que insistirem em usar o recurso da falta vão começar a cair rapidamente nas tabelas dos campeonatos, abrindo espaço para quem tiver realmente um jogo bonito.

  2. Eu não entendo lhufas de futebol, mas uma coisa que eu vejo lá no rugby e acho super legal é a história do sujeito ter que ir sempre pra frente, não pode recuar de jeito nenhum (mas, curiosamente, a bola é sempre passada pra quem vem de trás). Isso cria aquela tática que a gente já usava em priscas eras no campinho de futebol lá de casa – ‘atacar no montoeiro, defender no bololô’. Pelo menos era divertido! Mais tarde o Zé Simão deu um nome mais chique pra isso, tática padaria: ataca em massa, defende em bolo. Será que ajudaria?

    1. Sei não, a “tática padaria” é muito amadora. Eu estou propondo uma “regra confeitaria” para tornar o futebol mais doce e saboroso. 😉

      E não tem perigo de os jogadores engordarem, porque a correria em campo vai aumentar. 🙂

  3. .
    .
    .

    Ô Vinícius,
    cadê você?
    Este artigo
    é pra você.

    🙂

  4. Obrigado, mas não mereço tanto.

    A limitação do número de faltas já foi objeto de teste em um campeonato paulista na década de 90 (salvo engano, a memória está meio fraca), com as faltas acima do limite estipulado sendo todas cobradas de um ponto no qual fosse possível chutá-las diretamente ao gol, independentemente de onde foram cometidas.

    Acredito que a chatice do futebol atual tenha muito mais a ver com a brutal diferença de preparação física dos jogadores, que estão muito mais rápidos e fortes do que há 40 anos, além da quantidade absurda de dinheiro envolvido no que antes era quase um jogo recreativo. Robinho (só para citar um exemplo) ganha R$ 1 milhão por MÊS, só em salários e direito de imagem; some-se a isto os contratos publicitários, e a cifra atingirá valores que 90% dos espectadores não ganhará durante toda a sua vida.

    Hoje os jogadores “caem” muito mais do que antes, simulam faltas com muita frequência, evitam os choques, pois precisam preservar suas preciosas canelas que, muitas vezes, estão “fatiadas” entre vários “investidores”. A TV mostra lances que outrora passariam despercebidos, os árbitros são cobrados inapelavelmente por lances impossíveis de serem vistos de dentro do campo.

    A bola rola pelo mesmo tempo que rolava antes, mas os jogadores percorrem muito mais espaço a cada jogo. Em 1970, um meiocampista percorria, em média, 8 km. por jogo; hoje, chegam a correr 15 km. Multiplique esse incremento de movimentação por 20 e sinta a diferença. A velha máxima do “quem tem de correr é a bola, não o jogador” morreu. Tudo isso (e muito mais) influi na dinâmica de um jogo com regras bastante harmônicas e entrelaçadas: quando se mexe em uma, afeta-se outra que, à primeira vista, não sofreria influência. Por isso é tão complicado mudar.

    1. Transformar as faltas em um “pseudo-pênalti” não me parece nem um pouco interessante… talvez por isso a tal experiência tenha falhado.

      Se eu pudesse escolher, seria “um tempo progressivo no banco para cada falta, sem substituição (dois minutos na primeira falta, cinco na segunda, dez na terceira, quinze na quarta, expulsão na quinta)”, com uma particularidade extra para tornar a coisa bem interessante: a contagem seria acrescida do número de faltas já sofrido pelo jogador adversário. (HOHOHO! Que maldade!)

      Funcionaria assim:

      A faz falta em X. A fica dois minutos no banco.
      A faz falta em X. A fica cinco minutos no banco.
      B faz falta em X. B fica dez minutos no banco. Direto.
      B faz falta em Y. B fica cinco minutos no banco. (Afinal, é a segunda falta de B e Y ainda não havia sofrido falta.)
      A faz falta em Y. A fica dez minutos no banco. (Porque A já tinha duas faltas, embora Y só tenha sofrido uma.)

      Isso evitaria tanto que cada jogador fizesse muitas faltas quanto que os jogadores do time de A e B fizesse rodízio para fazer faltas no mesmo jogador adversário, no caso o jogador X. E seria justo com o jogador que ocasionalmente comete uma falta sem gravidade em um jogador adversário não muito visado.

      Há ainda a possibilidade de discutir se a ocorrência de gol zera as contagens, se as reduz por algum fator ou se não interfere. Eu sugiro que cada gol reduza todos os tempos restantes pela metade, dos dois times. Lógico que as expulsões não são reversíveis.

      Teria que haver algum auxiliar cronometrista para controlar a fila de reingresso ao jogo, mas isso não me parece ser problema.

      Finalmente, o jogador que fosse expulso por esse sistema só deveria cumprir suspensão automática no jogo seguinte se ele fosse expulso por cometer sua própria quinta falta, pois a lógica da proposta é desfalcar o esquema tático momentaneamente, não faz sentido uma punição individual tão grande para alguém que cometeu apenas uma única falta leve, por exemplo.

      O legal é que no início da implantação desse sistema com freqüência os times ficariam muito desfalcados por alguns momentos e assistiríamos uma interessantíssima evolução de estratégias para explorar isso, logo seguida pela evolução de estratégias para evitar essa exploração, etc.

      Mas eu aposto que essa não seria a escolha da maioria do pessoal que curte e acompanha futebol…

  5. pensem numa regra simples: se a bola for lançada depois da linha do meio campo, não existe impedimento. Simples não? Fácil de ser marcada, sem muita confusão (alguma sempre haverá, é claro). Consequência: As defesas não vão poder adiantar a marcação e fechar o espaço do meio campo. A defesa vai ter que ficar na marcação do último atacante, pois deixá-lo sozinho pode ser fatal. Vai sobrar espaço na intermediária ofensiva, o ponto do campo onde reina o talento da criação da jogada.
    Se quiserem inverter e fazer valer que não existe impedimento se a bola for lançada antes da linha de meio campo, também é uma boa. O que precisa é testar, experimentar.

    1. Que tal simplesmente eliminar a regra do impedimento?

      (Ahnnn… já sei: Infâmia! Blasfêmia!) Deixa pra lá…

  6. 1 – Tempo progressivo fora do jogo por faltas: isto funciona, por exemplo, no Handebol, com uma quadra de dimensões muito menores do que um campo, e o tempo de punição é fixo, não progressivo. Fazer o mesmo no futebol pode ser catastrófico. Reitero que o problema do jogo não é a falta, é a correria. Quanto mais os jogadores correm, mais choques há. A única mudança possível seria o aumento do campo ou a diminuição dos jogadores por time. Veja, o que acontece em outros esportes quando a preparação física dos atletas melhora muito: no arremesso de dardo, por ex., o centro de gravidade do dardo é modificado, senão os atletas já estariam arremessando o instrumento pra fora do estádio.

    2 – A regra do impedimento é, talvez, a mais importante para manter a beleza do jogo. É ela que impede, por exemplo, que os jogos se transformem naquelas peladas de sítio, onde fica o tiozão do churrasco batendo papo com o goleiro adversário e esperando a bola. Se não houver impedimento, o meio-campo ficará completamente despovoado, com a equipes colocando metade do time em cada área e dando chutão pra frente. Mesmo na sugestão do Camargo, é inviável: os jogadores carregarão a bola até depois da intermediária e os atacantes formarão um bololô dentro da área.

    1. 1) Ai, ai, ai… posso discordar de uma coisinha aí? Com toda sinceridade, eu não acho que as faltas ocorrem porque os jogadores correm. As faltas acontecem porque o técnico manda parar as jogadas adversárias no tranco. E o técnico manda fazer isso porque isso funciona, ou seja, porque o cometimento da infração tem uma relação custo/benefício tão baixa que vale a pena derrubar o adversário, puxar a camisa dele ou dar-lhe um chutão.

      Se a falta fosse punida com a remoção do jogador de campo, isso desfalcaria o time que cometeu a infração. O time adversário aumentaria a pressão, obrigando o time que cometeu a infração a correr feito doido… ou cometer mais faltas, agravando sua situação.

      Imagina um time passar cinco a dez minutos com oito jogadores em campo. A chance de levar um gol não é imensamente maior do que se estivesse completo? É por aí que eu acredito que bunda no banco possa ser um método eficaz para reduzir as faltas. Os técnicos certamente vão mandar os jogadores só fazerem faltas em situações realmente desesperadoras.

      2) Uma vez, em uma gincana, eu criei o arthurbol (não fui eu que dei o nome, foi o coordenador da gincana, ao saber que eu tinha sido o criador das regras): um jogo de futebol em que jogavam o goleiro mais três caras de um lado do campo e quatro caras do outro lado do campo para cada time. Não podia cruzar a linha do meio do campo. De cinco em cinco minutos o juiz apitava e quem estivesse com a bola tinha que chutar para a lateral, havia trinta segundos de bola parada para que os jogadores de cada time trocassem de posição entre si conforme bem entendessem e então o jogo era retomado com a cobrança da lateral pelo próprio time que chutou para fora.

      O único que era obrigatório trocar era o goleiro, pois todo mundo tinha que passar pelo gol: eram dois tempos de vinte minutos com cinco de intervalo, dava certinho cinco minutos no gol pra cada um.

      Véio… era uma gritaria divertidíssima. Mas isso não tem nada a ver com o que estamos comentando, óbvio. 🙂 A não ser pelo registro de que eu gosto de mexer nas regras do futebol há mais de um quarto de século. 😛 E pelo fato que quem fizesse falta tinha que sentar no local da falta, com as pernas cruzadas, até o time adversário chutar a bola para fora, até o juiz apitar o rodízio ou até acontecer um gol. 🙂

      Agora imagina o Dunga sentadinho no meio-de-campo, com as pernas cruzadas, de castigo por ter cometido uma falta… 😛

  7. mas espaço no meio campo é o que mais precisa. No tempo que eu jogava era fantástico ter o tempo de dominar e ver onde o atacante estava pra preaparar a jogada, o que raramente acontecia. Essa falta de espaço levou a os jogadores serem mais parecidos com tratores, ou os chamados operários, carregadores de piano, que têm muito mais função de abafar, não deixar ninguém pensar,não dar espaço, do que realmente jogar. Maior espaço no meio campo é como aumentar o tamanho do campo, ou diminuir o número de jogadores, sem fazer isso.

    1. Já jogaste “Futebol X”? Joga-se em um campo quadrado, com quatro times de cinco ou seis jogadores cada e duas bolas de cores diferentes.

      São três tempos:

      1° AxB e CxD
      2° AxC e BxD
      3° AxD e BxC

      Cada tempo conta como uma partida, três pontos por vitória, um ponto por empate. Desempate no saldo geral de gols, depois no número de gols feitos, depois não faço a menor idéia.

      Bola de um jogo que entra no gol do outro não serve para nada. Neguinho entra no gol por trás e cobra o lateral por cima do goleiro mesmo.

      Legal é quando ocorre uma falta contra um jogador de um time que não é adversário naquele tempo. Pára tudo e os dois times (o que levou a falta e o adversário do que fez a falta) cobram a falta ao mesmo tempo, do mesmo lugar.

      Se achas que o meio-de-campo anda embolado, experimenta o “Futebol X”. 😉

  8. Tenho uma sugestão para este assunto:
    1)tirem as traves – elas limitam muito o conceito de gol
    2)tirem a bola – ela faz referência à cabeça do adversário.
    3)tirem o juiz e os bandeiras – eles só servem para cortar o barato.
    4)tirem os 22 jogadores – quem não trabalha não merece ganhar.
    5)tirem o campo – é terra improdutiva! entreguem ao MST.
    6)tirem os torcedores – este jogo causa problemas para a saúde.

    Pronto. Terminamos com os fogos, com as carreatas, com as flautas, com as bebedeiras, com os meninos ricos e mimados que não sabem um ovo a não ser chutar a bola e comer menininhas deslumbradas.

    1. Isso! E o que sobrar a gente tira fora pra não atrapalhar o jogo…

    2. Boa ideia, Romacof! Meu avô dizia que era um absurdo um tamanho de campo daqueles sem nada plantado, aquele tanto de moço forte e bom pro trabalho só brincando… Um punhado de sementes, uma enxada pra cada um e tava resolvido o problema!!! 😀

  9. Ave César! Os que vão morrer te saúdam!
    Dizem que sem violência o esporte perde a graça.

    Eu acho que não.

    Ensinar aos meninos que truculência não ganha jogo,pode ser que resolva.

    Agora que as mulheres também jogam….pode ser que a coisa mude.

    Aliar o esporte a uma violência sem sentido….foi a pior coisa que aconteceu para o esporte.

    Eu expulsaria quem fizesse falta proposital e OBRIGARIA o juiz e o bandeira a usarem um ponto,rs.
    A tv mostra o que eles não podem ver…..ou não querem.

    1. Sabe o que eu acho engraçado? Neguinho dizer que futebol é um jogo viril com o maior orgulho. Eu é que não quero saber de “jogo viril” com vinte e dois homens em campo! 😛

      “Virilidade” não deveria ser confundida com “vigor”, mas os caras nem sequer entendem o mico que pagam quando dizem que futebol é um “jogo viril entre homens”, fazer o quê?

  10. Bah, eu já acho que o problema do futebol é o excesso de faltas marcadas pelos juízes… hoje em dia qualquer coisinha é falta, antigamente em muitas entradas que hoje seriam falta pra cartão nem era marcada falta…

    pra mim o juiz tem mais é que deixar o jogo correr…

    1. Wagner, se aliviarem a punição das faltas daqui a pouco o nome do jogo vai mudar para kung-fu-tebol. 😛

    2. eu acho que discordamos na questão “o que é um jogo bonito e emocionante?” 😀

      o tempo de bola rolando antes era maior justamente por que não se marcava falta em qualquer coisa, e sobre as lesões, antigamente era pior, pois era bastante comum jogadores terem de se aposentar por lesões que hoje já têm tratamento… hoje em dia a maior parte das lesões não estão relacionadas ao contato, como pode ser visto nesse artigo:

      http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2007/trabalhos/saude/inic/INICG00098_01C.pdf

      sobre as suas medidas, não vejo problema em implantá-las, desde que não marquem falta por qualquer coisinha, como é hoje…

      mas não acredito que essas medidas impediriam, por exemplo, um cara de dar um carrinho por trás pra não deixar o adversário sair livre na cara do gol, ou enfiar a mão na bola pra não deixar ela entrar… a menos que o fuzilassem quando fizesse isso…

    3. Olha, do jeito que anda o futebol, fuzilamento é uma idéia interessante… 😛

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