Uma coisa que sempre me incomodou no dito popular de que “a primeira impressão é a que fica” é que ele parece estabelecer uma maldição: esteja sempre pronto, porque não haverá segunda chance. Entretanto, para o bem e para o mal, a verdade é que a primeira impressão nos relacionamentos humanos pode ser muito importante, mas nem de longe possui a terrível inflexibilidade a que o tal dito parece nos sentenciar. Por exemplo, ninguém se decepciona com alguém que não admirava. Vou contar uma história para ilustrar.

O primeiro blogueiro cujo blog eu visitei com assiduidade foi o Alex Castro. Encontrei um texto dele por acaso numa busca no Google, gostei, achei que o sujeito tinha substância e devorei o blog inteiro. Eu sabia que havia grandes divergências entre meu modo de pensar e o dele, mas achei que seria possível estabelecer um diálogo respeitoso. Comecei a comentar o blog dele, o Liberal Libertário Libertino, e lá pelas tantas, após uma discordância, o Alex Castro apelou para o ad hominem e passou a me chamar de burro e outros “elogios” deste naipe.

Fiz duas tentativas para contornar a ofensa e permanecer dialogando numa boa: primeiro desconversei, depois brinquei. Infelizmente, porém, o Alex Castro reiterou a ofensa. Digo “infelizmente” não porque o Alex Castro pudesse me atingir ao me chamar de burro – pra mim isso é como o Popó chamar o Myke Tyson de fracote – mas porque a admiração inicial que eu tinha pelo pensador que eu julgava existir por trás dos escritos dele começou a desmoronar a partir do momento em que ele desceu o nível para o ad hominem.

No meio deste processo de desencanto, o Alex Castro fez uma postagem no Liberal Libertário Libertino sobre a situação das mulheres após o divórcio na qual ele dizia que as mulheres dos amigos do pai dele saíram dos casamentos “muito bem de vida – financeiramente” e que “estão quase todas sozinhas, ressentidas, magoadas, muitas gordas e alcoolatras, reclamando das vidas vazias e sem sentido”, enquanto seus ex-maridos “estão invariavelmente felizes, com aspecto jovem, bronzeados, ricos, casados com mulheres lindas, no auge de suas carreiras ou recém-aposentados”. Ele conclui, então, que “nós, como sociedade, falhamos miseravelmente com nossas mulheres”.

Questionei então o seguinte: se elas “estão muito bem de vida financeiramente”, a “falha”, então, não é em termos de sustento. Se não é em termos de sustento, qual é a falha? Vou assitir o início da campanha “adote uma amante cinqüentona” aqui no LLL? Qual a solução que tu propões para sanar essa “falha miserável”, Alex?

E a resposta do Alex Castro não poderia ser menos elucidativa: apontou para um artigo em que ele explica que não tem respostas, só perguntas, “para fazer pensar”.

Peraí… o cara quer que todo mundo dê sua opinião e se exponha, enquanto ele mesmo permanece na confortável posição de jogar pedras e chamar os outros de burro quando tem vontade? Tem alguma coisa errada aí, né?

Ainda tentando dialogar com a maior boa vontade, postei a seguinte mensagem para ele em outro local do blog Liberal Libertário Libertino:

Alex:

Sabe, aquilo que me respondeste no post sobre “a sociedade falhar com as mulheres” quando perguntei o que vias como solução foi um balde de água fria. De repente a graça de ler o LLL diminuiu bastante. Como eu sei que a manutenção do LLL é importante para ti, acho justo explicar o motivo, afinal isso não me custa nada e pode de algum modo te ser útil.

O primeiro texto teu que eu li foi aquele dos elefantes roxos que flutuam e os rinocerontes verdes subterrâneos, “pessoas que acreditam em coisas”. Excelente texto, excelente postura, Percebi que tinha caído de paraquedas no espaço de um autor que valia a pena ler mais.

Li praticamente todos os teus textos do sobresites naquela semana e logo compreendi que tínhamos divergências provavelmente insuperáveis, mas cujo diálogo poderia ser produtivo. Comecei a ler o LLL.

Logo encontrei os “termos de uso” do LLL e lembro que pensei: “que bom que esse cara teve a decência de escrever este texto”. Portanto, eu sempre soube muito bem onde eu estava pisando, mesmo antes de escrever o primeiro comentário.

Foi previsível o choque de idéias, eu sabia que ias me rotular de algum modo e achei divertido que tenha sido “burro”, porque de todas as alternativas disponíveis acho que esta é uma na qual nem tu acreditas, mas tudo bem.

Aí aconteceu de postares aquele texto sobre “mas afinal qual é a solução” ou algo assim. E eu pensei: “hmmmm… bom, mas isso é bem diferente do autor que chamou minha atenção originalmente, um cara que sabe se posicionar, tem opinião definida e oferece material real para ser analisado e meditado”.

Tive a impressão bem desagradável de ter assistido a transição do pensador polêmico para o polemista, o que no meu modo de ver é uma lástima.

O pensador polêmico gera polêmica porque é antes de tudo um pensador. Ele tem conteúdo e tem coragem para apresentar esse conteúdo. Ele pode estar certo e pode estar errado. Ele corre o risco de ser bem aceito e de ser rejeitado. Seu foco é a defesa de uma idéia, a polêmica é efeito colateral.

O polemista gera polêmica porque de alguma forma obtém algum benefício com a discussão. Se ele tem conteúdo, não temos como saber se é sincero. Se ele está certo ou errado, pouco importa, desde que haja discussão. Ele não se importa se será aceito ou rekeitado. A polêmica é seu foco, as idéias são apenas um meio de gerá-la.

O interlocutor de um pensador polêmico se sente respeitado. Pode até ser chamado de burro que não vai se decepcionar, pois a deferência do diálogo supera a impertinência do ad hominem.

O interlocutor de um polemista não se sentirá respeitado ao descobrir ou desconfiar que é um peão em um jogo em que ele se considerava sujeito e de repente se percebe objeto.

Quando tu disseste que não gostavas de debater, eu entendi perfeitamente. No mesmo texto tu disseste que pretendias expor tua opinião, ler o que os teus interlocutores pensavam e daí cada um faça o que quiser com essa informação, sem tentar convencer o outro, porque isso era muito chato e de qualquer modo improdutivo.

Até aí tudo bem, mas, quando tu propões um assunto e não informas a tua posição, este acordo – proposto por ti mesmo – é quebrado unilateralmente. Ao invés de “vir ao LLL ler o que o Alex escreve e eventualmente dialogar a respeito”, o jogo vira “vir ao LLL discutir com outras pessoas os temas que o Alex propõe, enquanto ele aproveita a cena”. Mais ou menos como um bando de cachorros no parque correndo atrás dos discos que tu atiras, enquanto tu ficas sentado apreciando a correria.

Tu atraíste a atenção de inúmeros leitores, que se transformaram em interlocutores multilaterais nas caixas de comentários do LLL, graças a teus bons textos e às posições que assumias neles. Ao te converter em moderador de sala de debates, propondo temas para os outros opinarem sem apresentar a tua posição – e não estou falando em debater, mas apenas em se posicionar – tu eliminas o fator atrativo original de teu blog, que é o teu pensamento.

Se interpretares corretamente o que escrevi, verás que há um elogio e uma crítica no meu texto. São dois presentes para ti, tomara que sejam de algum modo úteis.

Grande abraço!

A resposta do Alex Castro foi reveladora:

golgo,

eu não tenho nenhum interesse na sua opinião, e nem em diálogo com vc. dito isso, os comentários lhe estão sempre abertos, como estão para todos.

abraços,
alex

Quer dizer… com essas palavras o Alex Castro ratificou explicitamente a metáfora dos cachorros. Mas, por incrível que pareça, não foi essa mostra de desrespeito que me incomodou.

O que realmente me decepcionou foi a incapacidade do Alex Castro – ou má vontade, sei lá – de apreender tanto a crítica construtiva quanto o elogio contido no meu comentário. Foi por isso que eu respondi o seguinte:

Alex:

Sabe, deverias ser pastor. Poucas vezes alguém me fez compreender tão bem o significado de uma passagem bíblica como fizeste com esta resposta. 🙂

Mas… tudo bem. Cada um oferece o que tem. E cada um aprende o que pode. C’est la vie.

Abraços

Espero que todo mundo saque direto qual é a passagem bíblica referida.

A partir daí, acompanhar o Liberal Libertário Libertino se tornou cada vez menos interessante, porque ao naufrágio da admiração sucedeu uma capacidade aperfeiçoada de identificar certos padrões que anteriormente estava bloqueada pelo entusiasmo com que eu acompanhava o blog. Por isso eu registrei lá o seguinte:

Alex:

Ah, e mais uma vez muito obrigado. Tenho aprendido muita coisa aqui no LLL. E isso tem sido útil. 🙂

Houve quem não entendesse como eu podia continuar dialogando respeitosamente com um cara que havia me ofendido e ainda por cima agradecer alguma coisa ao sujeito, claro. Mas eu pergunto: existe algo mais valioso do que o aprendizado? Pois de aprendizado o Alex Castro me ofereceu muitas oportunidades, e eu não tenho nenhum problema em agradecer isso a ele.

Por exemplo, há poucos dias ele postou o seguinte:

No post Literatura de Contra-Espionagem em Cuba, a leitora e mecenas Aiaiai (eu sei, sem comentários esse nick!) disse:

“Ai Alex, Eu ia comentar que queria saber ler melhor em espanhol para ler esses livros, mas dai vi os comentários e fiquei pensando: aiaiai, o alex tem que ter uma paciência de jó para aguentar essa gente!!!!! Força! bjs”

E eu respondi:

Sabe, eu morro de rir com quem elogia minha paciência… Eu não tenho paciência NENHUMA!

Fico pensando que o mundo deve ter uma definição bem diferente de “aguentar” do que eu… Eu aguento meu roommate porcão, alguns alunos pentelhos… Mas os malucos que frequentam esse blog eu não aguento de modo algum. Não leio seus comentarios (basta ver a primeira linha pra saber que não precisa ler mais), não debato com eles, não respondo suas provocações, não dou papo, não dou trela, não perco um segundo da minha vida.

E eles, por seu lado, retribuem aumentando o meu tráfego, turbinando minhas estatísticas de visitantes e de comentários, repetindo minhas palavras pra terceiros, retuitando o que eu digo, aumentando minha visibilidade, gerando novas vendas de livros, etc etc.

Então, eu não diria que “aguento” eles, mas que me aproveito, para benefício próprio, de sua total incapacidade de parar de ler um escritor que lhes irrita tanto!

O que fiz eu, perante esta pérola de prepotência e cinismo produzida pelo Alex Castro? Aprendi algo, é claro. E tratei de usar esse novo conhecimento para algum propósito construtivo. Este artigo contém o nome Alex Castro uma vez no título e treze vezes no corpo do texto e o nome Liberal Libertário Libertino sete vezes no corpo do texto. Isso dá uma boa densidade natural do nome dele e do blog dele no meu artigo, o que implica atrair para o Pensar Não Dói alguns leitores que o procuravam. Não é um modo divertido de “aproveitar para benefício próprio” a descrição de um episódio no qual eu havia sido ofendido? Pena que eu não uso o blog para ganhar dinheiro, como ele…

Existe uma certa justiça poética em atrair um pouco de tráfego para o meu blog usando o nome dele de modo que ele não possa reclamar, pois tomei o cuidado de apenas descrever fatos públicos que ele mesmo manteve nas páginas do Liberal Libertário Libertino e não emiti qualquer juízo de valor que ele mesmo não tenha expressado ou mantido nas páginas do Liberal Libertário Libertino.

Ainda que por tudo isso eu tenha perdido a admiração inicial que eu tinha pelo Alex Castro, justificando assim o título do artigo, não é verdade que eu devo agradecer a ele este aprendizado e a diversão de poder escrever isso aqui?

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 15/05/2010

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Atualização a 16/05/2010:

Eu não sabia se o Alex Castro reagiria ou não a meu artigo, mas apostei com um amigo que, se houvesse alguma reação, esta seria com ad hominens e jamais com argumentos. E o que foi que aconteceu? Ganhei um sorvete. 🙂 Graças a isso aqui:

Alex Castro quatro tweets quatro ofensas

Quatro tweets, quatro ofensas: de baixo para cima, o Alex Castro me chamou de troll, de carente, de loser e de maluco, como eu tinha previsto. Não é triste que um escritor seja tão previsível?

Alex, meu caro, eu nunca te ofendi. Por que reages a minhas críticas com ofensa e tentativas de me desqualificar? Nunca trollei teu blog, sempre debati a sério lá. Não sou um solitário, não conheces minha vida pessoal para dizer isso. Não penso muito nem me importo muito contigo, só escrevi este artigo porque encontrei uns links salvos que levavam a teu blog e achei que o episódio poderia render algumas linhas interessantes. Quanto a ser maluco, eu só seria se acreditasse acriticamente em alguns dos absurdos que tu divulgas, como “racismo estrutural sem sujeito” e quejandos, o que felizmente não é o caso.

Não me importo com o deboche, não escrevi este artigo para “te punir” nem para “te fazer sofrer horrores”. Escrevi porque é verdade e porque me diverti relatando o episódio. Espero que tenhas te divertido tanto quanto eu. Um abraço e boa sorte na vida!

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 16/05/2010

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Atualização a 18/05/2010:

Ora, vejam! Parece que o Alex Castro também se divertiu com este episódio! Pelo menos é o que ele relatou no Twitter dirigindo-se a uma de suas seguidoras:

Alex Castro tenta sair pela tangente

Só acho uma pena que o Alex Castro aparentemente não tenha entendido nada do teor das críticas que lhe foram endereçadas, ou tenha feito de conta que não entendeu, e ainda tenha contra-argumentado com falácias.

Vejamos o que ele postou no blog dele hoje:

Blog de Mão Única

Lá vamos nós de novo com um post-padrão que precisa ser periodicamente repetido.

Esses dias, andaram me acusando de muitas coisas. Disseram que sou imaturo, que esse é um blog de mão única, que não aceito as opiniões dos outros, etc.

Isso tudo é muito estranho. Pra começar, eu falo minha opinião nos posts (mão pra um lado) e vocês falam a de vocês nos comentários (mão pro outro). Ou seja, mais mão-dupla impossível. Além disso, esse blog nunca apaga comentários, nem mesmo quando a pessoa me xinga ou vai contra tudo o que acredito. Ou seja, se você posta sua opinião e eu não apago (o que teria todo o direito de fazer), isso significa que respeito e aceito sua opinião.

O que mais essas pessoas querem?!

Ah, sim, claro. Querem debater.

Os reclamões são pessoas que chegam aqui todas empolgadinhas pra discutir. Querem conversar e argumentar. Discordam de tudo o que eu falo nos comentários pra ver se me arrastam pra um bate-boca. Me provocam de tudo quanto é jeito

Mas eu, justamente por ser muito maduro, não me deixo arrastar. Eu dou minha opinião, vocês dão a de vocês, e pronto. Não vou ficar debatendo, contra-argumentando, me estressando, perdendo tempo. A vida é muito curta.

Se pra não é suficiente poder falar o que quiser e ter sua opinião respeitada, aceitada e não apagada; se você ainda por cima quer ficar batendo boca comigo, bem, isso não vai conseguir. Se acha, sinceramente, que eu não bater-boca com você faz de mim uma pessoa imatura e faz do meu blog um espaço anti-democrático de mão-única, paciência.

Leiam os Termos de Uso.

Não sei de onde o Alex Castro tirou que as críticas que lhe foram endereçadas têm algo a ver com “querer debater”. Quem quiser pode ler novamente o início deste artigo e verificar: a primeira crítica foi por ofender interlocutores que estavam opinando respeitosamente, a segunda crítica foi por fugir de esclarecer inconsistências de seu ponto de vista quando questionado (isso não é “debater” nos termos que ele propõe) e a terceira crítica foi por ser grosseiro e desdenhar das pessoas rotulando-as de malucos apenas porque elas divergem de suas idéias.

Se a noção de “respeito” do Alex Castro é “não deletar comentários”, então, segundo o ponto de vista dele, ele respeita o comentarista do blog dele. Mas acho que alguém deveria informar ao Alex que chamar as pessoas de burras, rotulá-las de malucas porque possuem opinião divergente da dele e acusá-las de serem trolls e stalkers para tentar desqualificar uma crítica fundamentada e expressa sem ofensas pessoais não é considerado “respeitoso” pela maioria das pessoas.

Alex Castro só sabe ofenderE o sujeito ainda acha que a crítica foi devida a ele “não querer bater boca”! 🙂

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br

47 thoughts on “A primeira impressão não é a que fica – o caso Alex Castro

  1. myrian elizabeth

    08/08/2010 — 00:23

    Acertando o q disse acima, “pq perder tempo com gente assim”, me refiro ao tal Alex Castro, ok?
    Boa noite 🙂

    1. Ah, mas eu não “perco tempo” com o Alex Castro. Eu me divirto com ele. 🙂

  2. Olá,

    Eu nunca li muito Alex Castro justamente pelos mesmos motivos que você descreveu aqui: seus textos geralmente não têm substância alguma, ele usa de pura retórica para tentar justificar algo e quando se vê confrontado por alguém, como você, ele apela para ofensas. Isso é simplesmente patético. Quando uma pessoa precisa chamar alguém que está debatendo de “burro” isso prova que o verdadeiro burro é ele, caso contrário ele teria um argumento melhor para usar.

    Parabéns pelo texto.

    1. Pois é, foi por isso que eu perdi o gosto de ler o que ele escreve.

      Obrigado pelos parabéns.

  3. Tambem comecei com uma ótima impressão que foi minguando. Já tive o LLL linkado nos meus Favoritos. Fui perdendo a vontade de ir lá, especialmente apos a campanha sobre o racismo. Acho que tem uns 3 meses que não passo lá.

    1. Nem sei da tal campanha dele sobre o racismo. Uma vez eu e ele discutimos sobre racismo, ele utilizou um conceito equivocado, eu apontei o equívoco e ele insistiu em utilizar o conceito. Como é que se pode discutir sobre circunferências com alguém que insiste em dizer que os círculos são quadrados? Aí fica difícil. :S

  4. Haha, essa campanha sobre racismo dele foi patética.
    “Pelo direito de não ser negão”, e outras estupidezes derivadas da ondinha politicamentecorreta e pasteurizadora das menifestações humanas.
    Bem, fiz um comentário a um desses posts dele, e foi ali que conheci a mágica da distorção completa das opiniões alheias, que foi levada por ele ao estado da arte; sabedoria da qual ele muito se orgulha, e espraia como pérolas aos porcos em lindos rompantes de cinismo e estupidez.
    Bah, te amo mesmo. Não tem uma miserável opinião tua nesse blog com a qual eu não concorde.

    1. Valeu, Thais. Mas por favor usa sempre o mesmo e-mail pra te identificar (cria um gravatar só pra te identificar na blogosfera, poxa). Pelo menos para eu saber que é sempre a mesma pessoa comentando.

  5. Sem querer ser chata, mas como faz?

    1. É só entrar neste site e seguir as instruções: http://pt.gravatar.com/

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