O artigo abaixo mostra como o governo federal, os deputados e senadores, a grande mídia e uma imensa massa de alienados se tornaram algozes do cidadão honesto e cúmplices dos ladrões, seqüestradores, estupradores, homicidas e demais bandidos, aprovando o famigerado Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto.

Quinze minutos antes de eu começar a escrever este tópico (*), no final de uma ensolarada tarde de sábado, em uma rua com pouco movimento em um bairro residencial, precisamente duas casas acima da minha, aconteceu um assalto à mão armada.

Um carro estacionou junto ao cordão da calçada, desceram um casal e suas duas filhas adolescentes, e enquanto estavam fechando as portas do carro um outro automóvel parou ao lado deles e desceu um casal de assaltantes. A mulher tomou uma jaqueta de uma das adolescentes e tentou tomar a bolsa da senhora que já estava na calçada, enquanto o homem permanecia em pé ao lado do automóvel ligado, apontando um revólver para o grupo.

A senhora assaltada entrou em pânico e gritou por socorro, eu ouvi os gritos e corri para a porta da frente, mas assim que cheguei só o que vi foi um automóvel em desabalada carreira rua abaixo. Do ângulo em que eu me encontrava foi impossível ver a placa. O que eu pude ver foi um grande número de vizinhos olhando impotentes pelas janelas de suas casas enquanto o assalto transcorria e os assaltantes fugiam.

Este é o resultado do famigerado Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto, que confere à bandidagem ampla liberdade para assaltar, seqüestrar, estuprar e matar com a certeza de que não haverá resistência.

Os assaltantes já se deram conta que podem atuar a qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer lugar, desde que haja uma rota de fuga desimpedida, pois basta dar umas voltas para se certificar que não há polícia por perto e então escolher um alvo qualquer à vista de todos, tomar o que for interessante e ir embora logo.

Ninguém pode se defender, ninguém pode evitar um assalto, um seqüestro, um estupro ou um homicídio, porque o Governo Federal, os parlamentares de Brasília, a grande mídia e os alienados desarmamentistas eliminaram a possibilidade de o cidadão honesto defender a si próprio, sua família, seu patrimônio e também os seus vizinhos, garantindo aos bandidos a tranqüilidade necessária para exercer sua profissão sem riscos.

Se cada casa tivesse um FAL e um ou dois adultos treinados para usá-lo de modo célere e eficaz, não haveria assaltos em zonas residenciais.

Se cada um dos vizinhos que ficaram impotentes olhando pela janela tivesse uma pistola .380 com um dispositivo de mira laser, este assalto teria se encerrado com dois ladrões com os braços para cima, cheio de luzinhas vermelhas no corpo. Ou baleados, caso tentassem reagir ou fugir.

Com o Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto, a certeza que temos é de ficarmos 100% vulneráveis e indefesos, enquanto os criminosos ficam tranqüilos para nos tosquiar e carnear como a um rebanho de ovelhas.

Arthur Golgo Lucas- arthur.bio.br – 02/06/2010

(*) Postado originalmente no Orkut em dezembro de 2008.

32 thoughts on “Assaltante, profissão lucrativa e sem risco. Com apoio do governo.

  1. Putz, teu blog se chama “Pensar não dói”, mas você não pensou pra escrever isso, né? Você quer transformar todos os cidadãos em agentes do cumprimento da lei? Um policial em cada casa?

    Desculpe a franqueza, mas você tem a mania de “homogeneizar” a sociedade, Arthur. Atribui um comportamento-padrão a todos. Acho que já te disse isso antes, mas não custa repetir: a humanidade não é um laboratório cheio de cobaias, é um amontoado de pessoas com pensamentos e atitudes bastante imprevisíveis. Hoje mesmo, um pacato taxista inglês alvejou 12 pessoas com uma arma em três cidades diferentes e, depois disso, se matou.

    Se você pensa que todo mundo que não é bandido é mocinho, dê uma volta no teu bairro, que vai encontrar vários xaropes escondidos em suas casas, travestidos de “trabalhadores honestos”. Sim, são, até que você dê a eles uma FAL e treinamento para utilizar o artefato BÉLICO. Aí a bola do teu filho cai no quintal dele, e, num acesso de fúria, ele mata o teu filho.

    Só dois tipos de pessoas devem usar armas: os bandidos e a polícia. Assim como nem todos têm capacidade para roubar, nem todos têm capacidade de trabalhar como policiais. Ser honesto não é atestado de sanidade mental, nunca foi. Mais armas, mais crimes. A história do mundo mostra isso, desde que o primeiro hominídeo golpeou a cabeça de outro com um pedaço de pau.

    1. Oi, Vinícius, eu também te amo. 🙂

      Vou tentar ser objetivo para te responder.

      1) Sim, eu pensei muito bem antes de escrever isso.

      2) Sim, eu quero permitir que cada cidadão honesto e que se qualifique devidamente para portar uma arma possa agir em defesa própria e de terceiros, dentro dos limites da lei. Mas uma lei decente, não essa lei estúpida que transforma o cidadão que busca segurança em bandido.

      3) Não, nada de “um policial em cada casa”. Sem rótulos. Só quero que o cidadão honesto que deseja ter a capacidade de defender sua vida, sua família e sua propriedade possa fazê-lo dentro da lei. Isso porque a realidade mostra claramente que a polícia não faz isso nem jamais terá capacidade de fazer isso.

      4) Não, nada de homogeneizar a sociedade. Tem muito debilóide honesto por aí que não tem condições emocionais de portar uma arma. Para evitar o problema de ter debilóides armados por todos os lugares, basta exigir cursos de qualificação adequados, com testes de desempenho adequados. Igualzinho ao que se faz com neurocirurgiões, por exemplo.

      5) Se bastante gente em volta deste pacato taxista estivesse armada e treinada para lidar com esse tipo de situação, o cretino só teria matado um ou dois antes de virar peneira. Este episódio reforça meu argumento.

      6) Em países onde as pessoas costumam andar armadas não acontecem episódios como este de fuzilar uma criança que foi buscar uma bola. Nem na Suíça, nem no Afeganistão, nem mesmo naquele antro de malucos entre o Canadá e o México. Esse tipo de coisa só acontece na imaginação dos desarmamentistas ou muito, muito, muito raramente. E não se pode fazer política pública tomando a exceção como regra.

      7) “Quem tem arma ou é polícia ou é bandido” é um dos clichês mais sórdidos da campanha desarmamentista, pois reduz o cidadão honesto que busca segurança à condição de bandido pelo simples fato de possuir o artefato necessário para proteger sua vida, sua família e sua propriedade em caso de injusta agressão por parte de assaltantes, seqüestradores, estupradores, homicidas e outros deste naipe.

      Se é pra ficar na batalha dos clichês, fica com este: “armas não matam pessoas – pessoas matam pessoas”.

      8 ) Mais armas nas mãos dos bandidos, mais crimes. Mais armas nas mãos dos cidadãos honestos, menos crimes. Ou será que os cidadãos honestos, devidamente qualificados para manusear armas de fogo, vão sair por aí matando a esmo sem motivo apenas porque possuem uma arma de fogo? Isso sim é que é homogeneizar a sociedade nivelando todo mundo por baixo, como se quem não porta um distintivo de polícia fosse um débil mental incapaz de portar uma arma.

    2. Bandidos devem usar armas? wtf.

      Eu tambem não sou cobaia pra ficar a merce da crescente bandidagem que flagela o país, por causa de teorias furadas como o desarmamento.

      Na minha propriedade privada bandido não tem vez, ja estou bem preparado e equipado para lidar com tais situações, e não ligo nem um pouco nem se a lei disser que se um marginal vier me atacar armado eu tenho que abrir a porta de minha residencia, oferecer cafezinho, e se confrontar o bandido vou ser preso. Aqui vai ter resistencia, e dura.

  2. Clichê sórdido ou sacação genial, é o que eu penso: as pessoas de bem devem ficar longe de armas, JUSTAMENTE porque PESSOAS MATAM PESSOAS, e por motivos que a razão desconhece, inclusive. É evidente que o teu mundo perfeito e 100% racional não contempla fortes emoções que geram tragédias. Emoção é para os fracos e burros, né? Dar a todos (ou só aos “eleitos” pelo Arthur) o instrumento para concretizar um ato impensado é jogar gasolina no fogo.

    Agora, um desabafo: você tem uma tendência irritante de desprezar a emoção e a imprevisibilidade da conduta humana em suas fórmulas matemáticas de bem-viver (fato já constatado inclusive por uma moça pela qual você se interessou, num outro post :D). Às vezes, até me dá a impressão de você ter um “masterplan” guardado em alguma gaveta para “pôr ordem nessa bagunça que é o planeta Terra”. Não são só engenheiros que pensam, amigo. E os prédios que eles constroem, depois de tanto pensar, também desabam. Basta um terremoto.

    O “cidadão honesto”, infelizmente, deve se acostumar com as vicissitudes da sociedade moderna, inclusive com o crime. Os instrumentos para tentar combatê-lo e reduzir seus danos estão aí. Há de se melhorá-los, mas nunca serão perfeitos. Nada é perfeito. Nem a sua “tropa de elite da vizinhança”.

    Seu exemplo da vizinha salva pelos atiradores de elite formados na Escola Pensar não Dói de Tiro e Preparo Psicológico para Enfrentar Malfeitores poderia terminar com sua vizinha morta, caso um dos heróis espirrasse bem na hora de apertar o gatilho. E, daí, para justificar para a família da vítima, você abriria um gráfico e diria: “sinto muito pela morte, mas só no mês passado, salvamos 30 pessoas neste quarteirão. Nosso sistema de auto-proteção está dando ótimos resultados!” Não acho que a pessoa curtiria sua explanação e seus dados estatísticos. Mas tudo bem, ela é só mais um ratinho do laboratório do Arthur, lá na gaiola tem mais um monte.

    Desculpe a parede de texto.

    1. Vinícius, que raios de policiais tu achas que devemos ter? Aqueles ED-209 do filme do Robocop? Porque, caso tu não saibas, meu caro, policiais são pessoas comuns, iguais a mim e a ti, que recebem um treinamentozinho de nada para utilização de armas de fogo.

      O mesmo raciocínio que usas contra “os eleitos do Arthur” vale para “os eleitos do Vinícius”. Há somente duas diferenças entre uns e outros: a primeira diferença é o apelido que damos a eles: eu chamo meus eleitos de “cidadãos honestos adequadamente preparados” e tu chamas teus eleitos de “policiais”… partindo do nada realista princípio que todos os policiais são honestos e adequadamente preparados; a segunda diferença é que os meus eleitos são muito mais numerosos e melhor distribuídos que os teus eleitos, do que resulta muito maior segurança para todos, até porque o meu sistema libera os teus eleitos para trabalhos de inteligência policial que os meus eleitos não realizam.

      E não, eu não tenho tendência a desprezar emoções. O artigo ao qual deves estar te referindo, que conta a história de Fulano e Beltrana, diz exatamente o contrário disso, pois me alinho 100% com Fulano naquela história. O cara estava lá, entusiasmado, alegre, cheio de expectativas, e Beltrana nem tchuns, racionalizando o que ele deveria sentir em função da objetividade das vicissitudes da vida dela. Pensei que isso estava claro.

      A diferença entre o que eu defendo e o que tu defendes quanto às armas de fogo é que eu reconheço que o teu prédio teórico já caiu, arrasado desde os alicerces pela criminalidade crescente, pela impossibilidade de a polícia defender o cidadão em todos os lugares a todo momento e pela absurda vulnerabilização obrigatória que o governo brasileiro está impondo aos cidadãos que não são criminosos. Enquanto isso, o modelo Suíço – que é semelhante ao que proponho – está lá firme e forte, assim como o modelo da cidade de Kennesaw, também semelhante ao que eu proponho.

      Finalmente, em relação à “Escola Pensar Não Dói de Tiro e Preparo Psicológico para Enfrentar Malfeitores” (ri muito), isso que tu descreves é exatamente o que acontece hoje, ou achas que a polícia não erra?

      No sistema de segurança pública que eu proponho, a violência urbana será muito menor que atualmente, porque perante uma massa crítica de cidadãos honestos armados e capacitados para usar armas de fogo em defesa própria e de terceiros a bandidagem tenderá a se manter afastada das zonas residenciais.

      Agora… essa última parte da tua argumentação pareceu um apelo à irracionalidade. Se não podemos contar com modelagens sistêmicas, estatísticas e outras metodologias científicas, vamos contar com o quê? Com tentativa-e-erro, aí sim usando o cidadão como cobaia? Isso já está sendo feito, o que eu quero é justamente parar com essa carnificina, até porque o modelo que eu proponho já foi testado e aprovado na Suíça e em Kennesaw.

      (Paredes de texto responsável são ótimas, chato é quando uns bobocas me atiram um tijolo isolado e saem correndo…)

  3. Eduardo Marques

    03/06/2010 — 00:56

    Concordo. Acho que as pessoas deviam ter o DIREITO de portar armas. No fundo, a humanidade não saiu da barbárie, só a aprimorou um pouco. Proibir o porte de armas é ser ingênuo.
    .
    Só que, no caso do Brasil, a coisa é outra. Não recomendo reagir a assaltos. Mesmo que você saia ganhando, você pode ser perseguido pelos companheiros do marginal morto.
    .
    Aqui na minha cidade, uma vez, dois bandidos foram mortos por um estudande. A mãe de um deles, ao ser entrevistada por uma rádio, pediu para que quem fosse amigo do filho dela matasse seu assassino.
    .
    Enfim, todos devem ter o direito de poder se defender, mas convém usar o bom senso em cada caso.

    1. Eduardo, não existe uma receita adequada a todos os casos para reagir ou não reagir a assaltos, tem que haver tirocínio para decidir na hora. Eu sou um assaltado veterano, algumas vezes o adequado foi reagir, outras vezes foi não reagir. Em pelo menos um dos casos, se eu não reagisse como reagi, eu estaria morto hoje.

  4. Arthur,
    Você não tá assistindo muito Deathwish no Corujão, não? 🙂
    Teu artigo é, como sempre, um primor de lógica argumentativa e é impossível não concordar com vários pontos, embora discorde de outros tantos. Mas concordamos no ponto principal: também acho que o cidadão deve ter o direito de usar arma.
    Mas é preciso ter um grande cuidado: a) treinamento rigoroso; b) fiscalização ainda mais rigorosa das condições do armamento, para evitar ou dificultar que armas regulares acabassem caindo nas mãos de bandidos (a cada 4 ou 5 anos o proprietário deve levar a arma à PF, para checagem de numeração, p. ex.); c) verificação periódica das habilidades do sujeito (como na renovação da habilitação);
    Mas não se engane. Sem uma política de segurança pública eficiente, racional e ostensiva (pelo menos em um primeiro momento) e um sistema prisional eficiente tanto no aspecto punitivo quanto na ressocialização, poderemos ter um faroeste ainda mais intenso do que o que temos hoje. No mais, a garotada que estudasse na Escola Doméstica Tutorial Dr. Arthur de Dominação do Mundo ganharia, di grátis, um curso de tiro na Escola Pensar não Dói de Tiro e Preparo Psicológico para Enfrentar Malfeitores. 🙂
    Abração!

    1. Oi, Érico!

      “Deathwish” é o nome original de “Desejo de Matar”, com o Charles Bronson, né? (Deixa ver aqui na Wikipédia… hmmm… ah, é mesmo!) Não, não é por aí. A minha idéia não é matar ou ferir ninguém, é evitar que as pessoas sejam mortas ou feridas. Armas nas mãos certas podem ajudar – muito – a realizar este objetivo.

      Com a multiplicação dos portes de arma para cidadãos honestos e adequadamente capacitados, formar-se-ia (adoro mesóclises) uma massa crítica de defesa territorial: áreas residenciais pouco a pouco se tornariam praticamente inexpugnáveis devido à colaboração entre os cidadãos honestos para a defesa de suas vidas, famílias e patrimônios. Imaginas alguma política de segurança pública mais “eficiente, racional e ostensiva” que isso?

      Lógico que os critérios que apontaste (treinamento e fiscalização) são importantíssimos. Deve haver reciclagem obrigatória para todo possuidor de arma de fogo. Tudo que ninguém quer é piorar a situação distribuindo armas de fogo para debilóides destemperados. É isso mesmo que precisamos: critérios inteligentes ao invés de proibição burra.

      Bá, estão surgindo sugestões interessantes de nomes para minha escola… 😛

  5. Você já viu o filme Manda Bala?

    ps. Adorei a “parede”.

    1. Não vi, Ana. Do que se trata?

  6. Para comecar, “If guns kill people, then pencils cause misspelled words!”
    O que eu nao entendo, se as pessoas estao precoupado com a matanca, porque nao proibi os carros nas ruas? Alguma coisa me diz que acidente de carro mata mais gente do que armas.

    Uma outra razao para voce tambem falar sobre, fora “estar armado para se proteger,” eh que os politicos tem medo de uma populacao armada!

    1. “Se armas matam pessoas, então lápis causam erros de ortografia.” Adorei o ditado!

      Joseph, toda vez que os políticos de um país inventam de desarmar a população ordeira, alguma desgraça de grande porte vem pela frente.

      Estes dados circulam há tempo na internet:

      == Início dos dados copiados ==

      Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e meio de armênios, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 13 milhões de judeus e outros “não arianos”, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas “instruídas”, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

      Pessoas indefesas caçadas e exterminadas nos países acima, no século XX, após o desarmamento da população ordeira, sem que pudessem se defender: 56 milhões.

      O governo da Austrália editou uma lei obrigando os proprietários de armas a entregá-las para
      destruição. Em dose meses 640.381 armas foram entregues e destruídas, num programa que custou aos contribuintes mais de US$ 500 milhões. Os resultados, no primeiro ano, foram os seguintes:

      Os homicídios subiram 3.2%, as agressões 8.6%, os assaltos a mão armada 44%. Somente no estado de Victoria, os homicídios subiram 300%. Houve ainda um dramático aumento no número de invasões de residências e agressões a idosos.

      Os políticos australianos estão perdidos, sem saber como explicar aos eleitores a deterioração da segurança pública, após os esforços e gastos monumentais destinados a “livrar das armas a sociedade australiana”. Naturalmente, a população ordeira entregou suas armas, enquanto os criminosos ignoraram essa lei, como já ignoravam as demais.

      == Fim dos dados copiados ==

      Fonte: http://www.homemsonhador.com/HistoriaQuemEsqueceu.html

      Dá para acreditar nas boas intenções de quem deseja que a população honesta e ordeira seja privada da possibilidade de defender a sua própria vida, a de seus familiares e também a sua propriedade?

      Dá pra acreditar em chavões rasteiros como “quem tem arma ou é polícia ou bandido”?

      É dose…

  7. Ninguém pode se defender, ninguém pode evitar um assalto, um seqüestro, um estupro ou um homicídio, porque o Governo Federal, os parlamentares de Brasília, a grande mídia e os alienados desarmamentistas eliminaram a possibilidade de o cidadão honesto defender a si próprio, sua família, seu patrimônio e também os seus vizinhos, garantindo aos bandidos a tranqüilidade necessária para exercer sua profissão sem riscos.

    Se cada casa tivesse um FAL e um ou dois adultos treinados para usá-lo de modo célere e eficaz, não haveria assaltos em zonas residenciais.

    Se cada um dos vizinhos que ficaram impotentes olhando pela janela tivesse uma pistola .380 com um dispositivo de mira laser, este assalto teria se encerrado com dois ladrões com os braços para cima, cheio de luzinhas vermelhas no corpo. Ou baleados, caso tentassem reagir ou fugir.

    Com o Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto, a certeza que temos é de ficarmos 100% vulneráveis e indefesos, enquanto os criminosos ficam tranqüilos para nos tosquiar e carnear como a um rebanho de ovelhas.
    ……………
    Dessa vez eu concordo com vc, vai pregar isso pros seus amigos dos direitos humanos pra ver o que acontece, bandido é vitima lembra, uma população armada geraria muitas mortes de vitimas.

    1. Leandro/Mexico: as minhas diferenças em relação a meus colegas são muito mais superficiais do que minhas diferenças em relação a quem não sabe o que são Direitos Humanos, acha que Alborghetti e Datena são fontes confiáveis de informação sobre Direitos Humanos e sai resmungando em comunidades anti-DH do Orkut ou pela blogosfera que os males do mundo são causados pela solidariedade, pelo diálogo e pelos Direitos Humanos e não pelo individualismo, pela ignorância, pela truculência, pelo autoritarismo e pela intolerância.

  8. Seu texto é bastante bizarro com o que prega, vc é muito a favor das armas e dos fuzis quando se diz respeito a sua própria defesa, que coisa interessante isso ¬¬, e certamente deve achar que a policia não da conta do trabalho no Brasil, e realmente não da, o principal motivo é o Brasil ser um pais mole, e os “direitos” humanos mais atrapalham que ajuda aqui, os próprios DH reclamam da impunidade desse pais. E realmente sou intolerante a pedofilos, extupradores , traficantes que queimam pessoas vivas, psicopatas e por ai vai e no dia que deixar de ser vou ter vergonha de mim. Ignorante é ajudar esse povo diretamente ou indiretamente a eles ficarem mais tempos soltos.

    1. Cara, a limitação do teu entendimento sobre Direitos Humanos é tamanha que eu nem sequer vou tentar te responder. Quando tiveres um pouco mais de conhecimento sobre o assunto, volta que eu penso no caso de responder.

      Não tenho a obrigação de ensinar o básico sobre Direitos Humanos para cada “iluminado” que aparece berrando que “bandido bom é bandido morto” e outros clichês deste naipe.

      Pensar Não Dói, tem informação suficiente sobre Direitos Humanos na internet, estuda um pouco antes de criticar porque eu não me dou mais o trabalho de responder quem critica sem o menor conhecimento nem o menor entendimento do assunto.

  9. Eu entendo de direitos humanos, mas sou contra parte do que é citado, direitos humanos é pregado como se a humanidade fosse algo digno nessa terra, se os animais escrevessem livros nós teriamos um retrato fiel da humanidade, os criminosos estão cada dia mais inteligente e com mais crueldade, e os direitos humanos defendem os criminosos pq são humanos simplesmente, que merda é essa? Foda-se se são humanos eles não agem como, mas isso é algo >filosofico<, pra mim dignificar um bandido só porque ele é humano é uma hipocrisia gigantesca, sendo o ser humano um animal como outro qualquer e extremante selvagem ainda. Sociedade é uma bela maquiagem. Não concorda? Estude historia, investigue crimes por ai vai.

    http://www.youtube.com/watch?v=1UfrQTYLzus

    1. Se tu entendesses de Direitos Humanos, Leandro, não estarias confundindo “tratar a todos com dignidade e de acordo com a lei” com “dignificar um bandido”.

      Lê o preâmbulo da DUDH. Só o preâmbulo, com muita atenção.

      E me responde uma pergunta: se tu tratares um criminoso do modo que criticas que eles tratam terceiros, o que vai te diferenciar dele?

  10. E me responde uma pergunta: se tu tratares um criminoso do modo que criticas que eles tratam terceiros, o que vai te diferenciar dele?
    ………
    Eu concordo com vc nisso, eu jamais conseguiria tratar um criminoso como o que eles fazem com terceiros, Arthur a realidade é muito mais feia do que vc pensa, tudo que vc assiste nos filmes é real e acontece, assista um filme chamado o Albergue, aquilo acontece no Brasil em menores proporções, já vi gente matando e rindo das vitimas e isso é toda hora, as pessoas deveriam entender mais o que o homem é, talvez ai a coisa mude. T++

  11. Leandro, não posso crer que você tenha respondido dessa fossa à última postagem so Arthur,pois ele simplesmente utilizou-se de argumentos indefensáveis, e você perdeu a oportunidade de aproveitar-se para derrubá-lo concordando com tamanha sandice.

  12. Leandro, não posso crer que você tenha respondido dessa fossa à última postagem so Arthur,pois ele simplesmente utilizou-se de argumentos indefensáveis, e você perdeu a oportunidade de aproveitar-se para derrubá-lo concordando com tamanha sandice.
    …………….
    Natan eu não quero derrubar ninguem, infelizmente estamos todos condenados a viver nesse pais, mas é claro que concordo com ele, uma pessoa pra agir como um criminoso é necessario ter a mente de um, queimar pessoas vivas, fazer festas quando conseguem sequestrar alguem e dentro do cativeiro cortar os dedos das vitimas e mandar pra familia por ai vai, e a punição vai ser uma tentativa de reinserção social, Natan se mude daqui é a melhor coisa pra vc e sua familia se principalmente morar em cidades grandes.

  13. Sou gaúcha da Campanha,por lá todos aprendem a atirar.Eu aprendi com 12 anos. Saber se defender( em determinados locais) é uma questão de vida ou de de morte.Minha família ficava dias sozinha,porque meu pai viajava com meu irmão mais velho,e todos tinham que saber se defender ….sozinhos.Votei contra o estatuto.Acredito que o porte de arma seja confiado apenas a pessoas qualificadas,com perfil psicológico e tudo mais.Nem todos podem portar uma arma,e incluo na lista MILHARES de policiais.
    Não podemos transformar homens em anjos,mas acabar com a miséria e com a falta de esperança…..diminuiria muito essa violência sem sentido da qual somos todos reféns.D.H para todos,com absoluta certeza. A dignidade que não concedemos para o outro é a mesma dignidade que negamos para nós mesmos….quando necessitarmos dela.

  14. Eu prefiro arriscar o “muito, muito, muito raramente” do que ser vítima do muito, muito frequente assaltos, roubos, latrocínios etc., que já até se tornaram normal ppal. em grandes centros urbanos como a capital paulista, ou a região da “Colômbia brasileira” no RJ.

    1. Isso significa que és contra ou a favor do Estatuto do Desarmamento? Não entendi.

  15. Tomando como (belo) exemplo a Suíça, onde há uma população armada, preparada zelosamente para isso e pronta para tomar uma atitude quando conscientente convém (e isso se adquire através de muito treino e educação de qualidade) pode-se constatar o (dito por você em comentário) “muito, muito, muito raramente” de vítimas de armas de fogo por cidadãos alucinados.

    Desarmar a população não trará mais segurança a esta, mesmo porque a legislação existente para porte legal de arma de fogo (bem rigorosa, diga-se de passagem) é cuidadosa ao permitir o porte somente a maiores de 25 anos, com treinamento específico e ter a anuência do Exército brasileiro.

    (Veja o site: http://www.armaria.com.br/suicos.htm )

    1. Alex, o problema da legislação existente para porte legal de arma de fogo é que ela é parece rigorosa mas na verdade é apenas arbitrária.

      Se a legislação estabelecesse uma série de condições objetivas para a obtenção do porte, tudo bem. Mas ela confere poder discricionário à PF para concessão ou não do porte, o que deixa o cidadão à mercê da boa vontade do agente encarregado ou – pior ainda – da orientação velada que vier de cima para baixo na hierarquia da PF.

      É fato sabido que a PF tem a orientação de negar o porte de arma a não ser nos casos mais evidentes de absoluta necessidade, como os de necessidade funcional (agentes de transporte de valores, por exemplo) ou de ameaça à vida (gente que já sofreu tentativa de homicídio, por exemplo).

      Isso porque a lei diz que o cidadão tem que “comprovar necessidade”, o que é obviamente uma questão de interpretação. Na minha opinião, viver no Brasil já é comprovação de necessidade. Para a PF, quase nada é.

  16. Boa essa…” As pessoas de bem tem que ficar longe de armas” . Se um ladrao desgraçado me rouba ou me faz algum mal ou a minha familia eu vou atras dele nem que seja no inferno…meu nome nao é Jesus!!
    e tenho dito!

    1. Imobilize o sujeito e leve-o preso a uma delegacia. 😉

  17. Levanto essa bandeira há mais de 20 anos, é Direito meu se defender se o Estado não me proporciona segurança, chacinas e psicopatas executando pessoas nunca deixarão de existir, a lei não impede na prática um doente desses de se armar e cometer alguma barbaridade, mas eu bem treinado e armado posso impedi-lo de cometer essa barbaridade se os eventos assim o permitirem, já disse, juízes, promotores, parlamentares podem andar armados, algum deles pelo exercício de sua função é preparado para portar uma arma? Não. Então teoricamente eu tenho o mesmo Direito.

    O princípio da Isonomia não é universal, mas em alguns aspectos ele deve intervir para que não se crie uma casta poderosa em detrimento da outra, enquanto o brasileiro não enxergar que apenas armado ele pode combater o crime nesse país, teremos que ver cenas como a que você descreveu, e o pior, teremos que ver cadáveres de cidadãos honestos espalhados pelas ruas desse país, covardemente assassinados por bandidos que tem uma verdadeira tutela constitucional para continuarem cometendo seus crimes e suas barbaridades.

    1. Vou além: não importa se o Estado te proporciona segurança ou não, continua sendo direito teu defender a ti mesmo, tua família, tua propriedade, a legítima defesa terceiros, a paz pública e o cumprimento da lei segundo tua consciência. Nenhum cidadão pode ser impedido de utilizar toda força que desejar ou necessitar para proteger estes bens jurídicos.

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