Se eu pudesse voltar no tempo, seria para aquele dia no ano 2000 em que meu pai me telefonou avisando que havia chegado um telegrama informando que eu tinha sido chamado em um concurso público que eu havia feito seis anos antes e que havia ficado um bom tempo “congelado” na justiça.

Lembro daquele dia como se fosse ontem: meu pai leu para mim o telegrama e eu respondi: “rasga essa porcaria”. Se eu tenho algum grave arrependimento nesta vida, este é o arrependimento de não ter mantido aquela decisão. Mas vamos seguir a cronologia correta.

Chegando em Floripa

Em fevereiro de 2000 eu fui para Floripa de ônibus, desci na rodoviária e alguns minutos depois me vi de bicicleta, com uma mochila nas costas, uma barraca na carona, um ventilador pendurado num lado do guidão, uma panela pendurada no outro lado para manter o equilíbrio e apenas quatrocentos reais no bolso, em plena alta temporada, sem ter onde ficar nem para onde ir.

Separei cinqüenta reais para a passagem de volta, caso a empreitada fracassasse, e me pus a pedalar. Cheguei às nove horas da noite na Praia do Campeche, onde havia uma instituição esperantista chamada Kultura Fondajo Simpozio, fundada por meu amigo esperantista Evaldo Pauli. Conversei com o zelador, também esperantista, e ele me permitiu dormir em uma sala de aula da instituição por algumas noites. Para quem pretendia apenas montar a barraca no terreno até encontrar um camping baratinho, estava ótimo.

Nos dias seguintes eu e o zelador conversamos e decidimos criar um projeto de divulgação e um curso de Esperanto que seriam lançados pouco após a volta às aulas. Combinamos que eu permaneceria acantonado no prédio da fundação até o lançamento do curso e com a grana das matrículas e mensalidades eu trataria de arranjar outro local para morar. Mas não foi assim que as coisas aconteceram.

Bem antes da data acordada, o zelador de repente me comunicou o seguinte: “passei em um concurso público, já fui chamado, vou assumir a vaga e não tenho mais interesse no curso de Esperanto, quero você fora daqui imediatamente”. Simples assim.

É claro que eu tentei argumentar que o fato de ele ter uma nova fonte de renda não interferia em nada na divulgação do Esperanto, mas ele tinha outros interesses e foi insensível e inflexível. Como já era quase meia-noite, comuniquei incisivamente que no dia seguinte eu iria logo cedo procurar um lugar para onde transferir as minhas coisas. Manifestando visível contrariedade, o zelador apenas tolerou que eu dormisse ali aquela noite, mas cortou a água e a luz para tentar me escorraçar o mais rápido possível. Tive que tomar um banho frio no escuro, com a mangueira de regar o jardim, no meio do pátio da escola, à luz da lua.

No dia seguinte, logo cedo, ao começar a procurar um local para onde transferir minhas coisas e então poder pensar com calma nas alternativas para permanecer na cidade, o primeiro lugar onde entrei foi em uma pousada. Larissa, a gerente e também atendente, estava ao telefone, falando com sua mãe. As duas conversavam sobre a necessidade de contratar alguém para auxiliar com a organização e limpeza dos quartos até o carnaval. Eu senti cheiro de oportunidade.

Ao invés de perguntar quanto custava a diária, assim que ela desligou eu perguntei: “quanto pretendes pagar a este funcionário que vais contratar?”. Ela me disse o valor e eu perguntei em seguida: “e quanto custa a estadia de hoje até o final do carnaval?”. Ela fez o cálculo e disse o valor, que era muito próximo ao valor que ela pretendia pagar ao futuro funcionário. Então eu fiz a seguinte proposta: “certo, então eu quero uma vaga até o final do carnaval e vou te pagar trabalhando para ti durante o carnaval, ficamos no zero a zero, que achas?” Ela ainda não me conhecia, mas pude ver que gostou da idéia.

O problema é que não havia quarto disponível, nem haveria por alguns dias.

Mas eu não estava disposto a deixar a oportunidade escapar tão fácil.

Perguntei: “tens uma garagem aqui?”. Larissa confirmou a existência da garagem e eu lancei a proposta: “certo, eu coloco minhas coisas na garagem, durmo em um saco de dormir que eu trouxe e quando houver um quarto disponível, se houver, eu passo para lá, caso contrário a garagem será uma boa moradia até o carnaval”.

Intrigada com minha atitude despojada, Larissa percebeu que havia algo mais que uma simples coincidência feliz no ar e começou a fazer perguntas. Estava evidente que ela queria entender por que eu não me importava com a diferença de conforto entre um quarto de pousada ajeitadinho e uma garagem sem janelas antes de dizer “sim” ou “não”. Contei então a história da minha viagem, da minha breve estadia em uma sala de aula, da mudança abrupta de planos e da minha necessidade urgente de encontrar um local para ficar por algum tempo, até poder me organizar novamente. Então ela me chamou de maluco, deu uma boa risada e disse que eu podia ficar.

O melhor emprego da minha vida

Eu não cheguei a dormir uma única noite na garagem. Larissa me informou que um casal que havia feito uma reserva não apareceu e que portanto havia um quarto disponível, com a condição de que se eles chegassem deveríamos fingir que estávamos terminando de arrumar o quarto para a reserva e retirar todas as minhas coisas dali o mais rápido possível. Foi a minha vez de dar uma boa risada e dizer que tudo bem.

A tarefa de limpeza e arrumação dos quartos era de Jefferson, o irmão de Larissa. Combinamos limpar e arrumar os quartos juntos, logo após o café da manhã, e folgar a partir de quando o serviço estivesse concluído. Na prática isso significou tardes livres para ambos, porque juntos nós dois realizávamos o serviço em bem menos que a metade do tempo que um sozinho demoraria.

Eu acordava todo dia por volta das 10h, fazia um café da manhã rápido, em menos de três horas eu e Jefferson limpávamos e arrumávamos os quartos e corredores da pousada batendo papo animadamente, então almoçávamos as sobras de preparo do café da manhã e cada um ia para seu lado, ele para a academia onde fazia aikidô e eu para a Praia do Campeche andar de bicicleta, fazer exercícios e nadar.

Quando contei que havia conseguido um emprego em uma pousada, o pessoal da minha família, que já não estava gostando nem um pouco daquela história de aventura de bicicleta, achou que eu tinha pirado de vez. Então era pra isso que eu tinha concluído um curso superior e um mestrado?

Mas eu estava morando na cidade que queria, numa bela e confortável pousada, trabalhando míseras três horas diárias, me exercitando, passeando e pegando praia todos os dias, em plena alta temporada. Podia ser melhor?

O melhor apartamento da minha vida

Logo que acabou a temporada, na semana seguinte ao carnaval, a pousada fechou. Larissa disse que eu poderia ficar ali mais alguns dias ainda, se quisesse, com a simples obrigação de limpar os quartos uma última vez no dia em que deixasse a pousada, pois o prédio era arrendado e ela queria devolvê-lo limpo. Moleza.

Saí da pousada direto para uma república de estudantes: cinco quartos, nenhuma sala, uma cozinha pequena demais para tanta gente e o banheiro… bem… era a coisa mais esdrúxula imaginável. Não havia um banheiro propriamente dito, havia um corredor com três sanitários de um lado (um estragado) e dois chuveiros do outro lado (um estragado). Pra lavar as mãos e escovar os dentes a galera tinha que usar o chuveiro.

Havia dois quartos vagos: um estava para alugar, o outro precisava de limpeza e reformas. Danilo, o proprietário, disse que eu tinha que decidir logo se queria ou não o quarto livre, porque a procura era grande. Decidi dar uma olhadinha em uma outra república próxima antes de decidir, mas não havia mais vagas por lá e quando voltei a única vaga do apartamento de Danilo já estava ocupada. Bem que ele tinha avisado. Mas…

Pedi para olhar o tal quarto que precisava de limpeza e reformas. Meio sem vontade, Danilo abriu a porta. Onde os outros somente sentiam cheiro de mofo, eu novamente senti cheiro de oportunidade. No mesmo instante eu disse: é meu. Ele estranhou, não esperava por isso. Falou que não podia alugar o quarto do jeito que estava, que precisava pelo menos de uns dois dias pra limpar o mofo das paredes e que pretendia colocar um revestimento de tábuas e teria que contratar alguém para ajudá-lo. E eu disse: eu ajudo. E disse que não precisava descontar o salário do ajudante no aluguel, porque seria uma compensação por fazê-lo trabalhar no final de semana. Então ele me chamou de maluco, deu uma boa risada e disse que eu podia ficar. (Sim, o raio cai duas vezes no mesmo lugar.)

Passamos a manhã e a tarde seguinte raspando paredes, serrando e pregando tábuas, lavando o chão e as janelas. Ao final do dia, estava tudo terminado, exceto a pintura das tábuas que tinham sido colocadas como novo revestimento em duas paredes. Comentei que preferia que não fossem pintadas, pois eram bonitas ao natural e tinham um cheiro suave e gostoso. Danilo disse: “tu que vais morar aqui, se não quiseres que eu pinte as tábuas, posso esperar até que desocupes o quarto e depois pintar”. Dito e feito, as tábuas ficaram quatro anos e meio ao natural. Não sei se foram pintadas depois.

Aquele era o maior quarto do apartamento e o mais silencioso, pois ficava no fundo do corredor e era o único cuja janela não dava para um corredor entre dois prédios e sim para um terreno arborizado. O apartamento era esquisito, desestruturado, bagunçado e superlotado, mas ainda assim era minha escolha e o quarto havia sido (enjambrado) reformado com minha participação. Não houve lugar onde eu tenha gostado mais de morar em toda minha vida adulta.

Os melhores cem dias dos últimos onze anos

Contando o tempo do acantonamento na sala de aula, o tempo na pousada e o tempo no “Muquifo do Danilo”, como o pessoal chamava o apartamento, até o dia em que peguei o ônibus de volta para Porto Alegre, passaram-se exatos cem dias. Nunca passei tanto tempo seguido me incomodando tão pouco, fazendo tantos amigos e curtindo tanto cada dia que passava.

Hoje eu entendo por que me senti tão bem àquela época. Por mais que tenha havido insegurança, pois ao chegar eu não sabia aonde ir, ao ser expulso da fundação e depois ao perder o “único” quarto vago eu voltei duas vezes ao mesmo problema, em todos os casos eu resolvi o problema tomando decisões de modo despojado e contando com a colaboração de gente de boa vontade. O caminho podia mudar inesperadamente, mas as rédeas de minha vida estavam firmemente presas em minhas mãos. A cada encruzilhada, quem decidia por onde ir era eu, segundo meus próprios criterios. E isso é uma das melhores coisas da vida.

Que pena que tive que aprender isso perdendo tanto tempo que não retorna.

Não há bem que sempre dure

Eu estava morando no Muquifo do Danilo quando recebi o fatídico telefonema avisando que tinha sido chamado em um concurso público. Minha reação imediata foi mandar rasgar o telegrama. Infelizmente, as condições familiares demandavam outras considerações.

Minha mãe estava com problemas de saúde. Minha cunhada estava com uma gravidez de risco. Meu irmão estava desempregado. Meu pai não tinha como me mandar dinheiro. Minha avó estava pagando meu aluguel. E eu estava assistindo aulas como “aluno ouvinte” no Mestrado em Neurociências da UFSC, para adiantar créditos, pois tencionava concorrer a uma vaga no semestre seguinte para receber uma bolsa e já tinha até um orientador e um tema de dissertação em mente, mas ainda não estava ganhando um centavo.

A grana de um emprego público viria em boa hora.

Conversando com meu pai, ele sugeriu que eu voltasse a Porto Alegre, fizesse os exames médicos admissionais e retornasse à Florianópolis para então decidir o que fazer, pois havia somente dois dias de prazo para fazer os exames e depois disso eu poderia aguardar um mês para entrar em exercício.

No dia em que eu fui pegar o ônibus para voltar a Porto Alegre, meus novos amigos do prédio inteiro me acompanharam até a parada de ônibus. Foi uma cena tocante e inesquecível.

O motorista do ônibus, que conhecia todos, estranhou quando só eu entrei e perguntou o que houve. Expliquei o ocorrido pelo caminho e ele disse que também sentiria saudade, pois graças a nossos colóquios havia decidido começar a estudar para prestar vestibular para filosofia quando se aposentasse, dali a alguns meses.

Voltei a Porto Alegre sem a bicicleta, que ficou na casa da Larissa e nunca mais fui buscar, e sem a menor vontade de deixar para trás a nova vida que eu estava construindo. Na minha cabeça, o sonho de morar em Floripa e curtir a vida bem como eu gostava e já havia conquistado estava apenas sendo brevemente adiado, devido a uma situação familiar transitória, deveria ser retomado tão logo os problemas fossem resolvidos.

Como ficou?

Pensei que seria “apenas uma fase”, que aquele trabalho seria por “apenas um tempo”, sem saber que embarcar de volta naquele ônibus marcava o princípio do fim da melhor aventura da minha vida.

No próximo artigo explicarei como a procrastinação destruiu aquele sonho.

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 06/01/2011

24 thoughts on “Prolegômenos de uma aventura abortada

  1. Manga-Larga

    06/01/2011 — 17:28

    Eu moro em Floripa, trampo de casa pra uma empresa canadense. É bom morar aqui, mas o trânsito é um lixo. Nada que um homeoffice não resolva… 😉

    1. Vou visitar parentes aí na segunda quinzena de janeiro. Vamos marcar um bate-papo ao vivo!

  2. Manga-Larga

    06/01/2011 — 19:31

    Porra, com toda certeza! Manda um e-mail pra esse endereço que uso sempre, a gente combina.

  3. É interessante constatar como somos ajudados por pessoas que não nos conhecem.

    Toda a ajuda que já recebi eu repasso da mesma forma que a recebi.

    Isso me faz ver o mundo com outros olhos e achar que a vida é sim….maravilhosa!!

    Já estive na estrada com uma mochila,uma barraca de camping e muita disposição
    para governar minha vida.

    Segurar nas mãos a liberdade de ser o que quiser,é a maior sensação de liberdade que conheço.

    1. É, se não fosse pela Larissa e pelo Danilo eu provavelmente não teria podido ficar em Floripa naquela época, teria que voltar a Porto Alegre com uma grande frustração na bagagem e hoje não estaria abandonando o serviço público para mudar completamente meus rumos e voltar a curtir a vida como gosto.

  4. Até a perda de oportunidades, voluntáriamente ou não, faz parte da vida. Talvez a vida tivesse seguido um curso diferente, mas não necessariamente fosse bom.
    Bj
    Adri

    1. Bem, não há como saber e não há como julgar as ações do passado tendo em retrospectiva o que ocorreu após cada decisão, a não ser para aprender e passar a tomar decisões melhores. Foi o que fiz.

      Não tenho como recuperar a década perdida, mas tenho como aproveitar o conhecimento adquirido neste período – e na análise deste período – para não perder as próximas décadas também.

  5. Meu amigo, o importante é aquilo que ainda vamos fazer.

    O que vamos fazer do resto de nossas vidas.

    1. E não perder tempo. 😉

  6. Pronto! Eu estava sem opções de leitura para as férias agora já tenho! Fico na espera dos próximos capítulos! Acho que você acaba de descobrir um nicho! Em fevereiro talvez comamos mexilhões de sua “lavra”. Mando mensagens para confirmar datas e levo a cerveja. Prefere alguma marca?

    1. Curtindo um mini-BBB da minha vida, é? 😛

      Pode deixar, assim que eu puser o pé na estrada eu telefonarei e combinaremos algo! 😉

      Pode escolher à vontade a marca da cerveja. Eu fico no suquinho de laranja. Alguém tem que ficar em condições de pilotar o barco pra gente passear sobre o reino de Netuno. 🙂

  7. Como não gostar de um post que começa com ‘Prolegômenos’? 🙂
    Adorei a primeira parte e a segunda, aguardo as cenas dos próximos capítulos…
    Como bem disse o Romacof, é leitura garantida.
    bjk

    1. A próxima parte, que eu estou procrastinando há dias para postar, é sobre os melefícios da procrastinação. 😐

      Essas coincidências malditas… justo ao começar a falar sobre procrastinação tenho as duas semanas mais agitadas e cheias de compromissos dos últimos anos. É muita Lei de Murphy… 😛

  8. Puxa vida!

    Você veio falar de concurso público bem na hora que estou pensando em fazer um? Espero que o resultado disso não me ponha em dúvidas sobre conciliar uma faculdade de Letras e um emprego de escriturário só para me manter financeiramente…

    1. Ihhh… acho que vou fazer bem isso. 😛

  9. E por falar em Floripa e arredores, nobre terráqueo, diga as coordenadas (N/S-L/O) de sua localização pois minha nave pode passar por aí!

    1. Se passares por aqui, dá uma ligadinha! Vou te buscar na BR 101. 🙂

  10. Ministério da Saúde

    19/01/2011 — 17:22

    Olá Blogueiro,

    As enchentes fizeram centenas de vítimas nos últimos dias. Para impedir que a situação se agrave é preciso que os sobreviventes saibam como lidar com esta realidade e tomar as medidas de prevenção necessárias para evitar doenças graves. E você, blogueiro, pode ser nosso parceiro nessa divulgação e nos ajudar a salvar vidas. Caso queira participar desta ação, entre em contato com ocomunicacao@saude.gov.br que enviaremos o material necessário.

    1. E agora? Será verdade isso?

  11. sim eu acho que a chamada do ministerio da saude ‘e verdadeira.

    o governo tem valorizado liderancas da comunidade e tentado inser estas liderancas no desenvolvimento social. eu acho que ‘e uma iniciativa otima, pois sem a inclusao da comunidade, nao tem projeto que se desenvolva.

    obrigada por enviar os links de novo, arthur.
    bjs, paula

    1. Pois é, eu estava viajando na época e acabei bobeando e esquecendo de mandar o e-mail para o Ministério da Saúde. Mas vou solicitar o material assim mesmo para ajudar a divulgar estas informações em outras oportunidades que seja necessário.

  12. ih, acabei de ver que todos os comentarios eram de janeiro, entao o meu em julho ficou meio atrasado…

    1. Paula, todos os artigos do Pensar Não Dói estão permanentemente abertos para novos comentários, a não ser que eu tenha encerrado os comentários no painel de controle. Eu mesmo costumo divulgar de tempos em tempos alguns artigos antigos para os novos seguidores no Twitter ou novos amigos no Facebook, porque em sua maioria meus artigos são propositalmente estruturados de forma a não perder a atualidade rapidamente.

      Quando alguém comenta um artigo antigo, o comentário é sinalizado na coluna esquerda do blog, então os próximos nove comentaristas podem ver que alguém comentou um artigo antigo e se interessar em ler aquele artigo também. Às vezes acontece de um artigo “voltar à vida” por causa disso e já aconteceu de um assunto antigo despertar novo interesse e me estimular a escrever novamente sobre o mesmo assunto.

      Tá valendo. 🙂

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