O país em que eu quero viver

O país em que eu quero viver não está deitado eternamente em berço esplêndido esperando que um raio vívido de amor e de esperança à terra desça. O país onde eu quero viver está em constante vigília pela cidadania e seus habitantes é que irradiam amor em suas ações e constroem aquilo que desejam, não esperam acontecer. Continue reading “O país em que eu quero viver”

Um exemplo a ser seguido e multiplicado

Ontem meu carro superaqueceu e eu tive que parar em um lugar perigoso porque o radiador estava fervendo e não seria possível seguir até o posto de gasolina mais próximo sem provavelmente fundir o motor. Ao invés de entrar em uma encrenca, entretanto, tive uma prova de que ainda é possível acreditar no ser humano. Continue reading “Um exemplo a ser seguido e multiplicado”

Polícia usa spray de pimenta contra menino de 8 anos

Quando eu digo que o mundo está cheio de imbecis, tem gente que me critica por ser “elitista e arrogante”. Arrã. Quando um professor chama a polícia para conter um fedelho de oito anos, a polícia atende ao chamado, o policial usa spray de pimenta contra a criança, os superiores do policial ao invés de punir o policial sem noção justificam sua ação devido à agressividade do garoto e um canal de TV questiona se o uso do spray de pimenta foi justificado… é porque são todos um bando de imbecis, não há outra explicação. Continue reading “Polícia usa spray de pimenta contra menino de 8 anos”

Pra que cidadania e ciência se eu tenho futebol e novela?

Meu coração é forte. Caso contrário, não sobreviveria à experiência de ontem. Passei a noite toda em um bar com duas grandes TVs de plasma. Se a atitude dos freqüentadores do bar perante cada um dos programas for um indicador minimamente razoável dos interesses da população, dá licença, mas vou emigrar. De planeta. Continue reading “Pra que cidadania e ciência se eu tenho futebol e novela?”

“Par eu ganho, ímpar você perde”, ou “como manipular um plebiscito”

A turba desarmamentista, capitaneada pela Rede Globo, sofreu uma fragorosa derrota no referendo sobre o desarmamento. Agora, aproveitando-se da comoção nacional devida ao massacre na escola de Realengo, procuram organizar em regime de urgência uma nova consulta popular para tentar manipular o povo brasileiro e forçá-lo a escolher não ter escolha. Tudo bem, desarmamentistas, organizem uma nova consulta popular… Mas que seja um plebiscito pra valer sobre desarmamento, e que desta vez a vontade das urnas seja respeitada. Continue reading ““Par eu ganho, ímpar você perde”, ou “como manipular um plebiscito””

Metralhando o discurso desarmamentista de Marcos Rolim (parte 2)

Este segundo artigo sobre a entrevista de Marcos Rolim ao iG deu trabalho. Pensei mil vezes em como estruturar a apresentação das idéias para que o leitor do Pensar Não Dói não tivesse que alternar entre uma página e outra. Acabei optando por reproduzir a entrevista seguida de minha própria resposta à pergunta do iG e minha crítica ao discurso do Rolim. Acho que o texto ficou simples e claro, então vamos direto ao que interessa. Continue reading “Metralhando o discurso desarmamentista de Marcos Rolim (parte 2)”

A Real Lição das Chacinas nas Escolas

Este artigo é uma cópia exata da tradução do site desarmamento.tripod.com do artigo “A Real Lição das Chacinas nas Escolas” do Wall Street Journal de 27 de março de 1998 (inclusive com os erros de português). Reproduzo aqui o artigo porque, como ele teve o link encurtado diversas vezes, o bit.ly apresenta um aviso de “link potencialmente problemático” e muita gente deixou de ler o artigo no site original por medo de um possível vírus.  Continue reading “A Real Lição das Chacinas nas Escolas”

Metralhando o discurso desarmamentista de Marcos Rolim (parte 1)

“Consultor em direitos humanos e segurança pública defende desarmamento e política de segurança em escolas brasileiras”, diz a chamada da entrevista de Marcos Rolim no Último Segundo, o jornal do Portal iG. É sempre assim. Basta que um episódio traumático promova uma comoção popular para pipocarem de todos os lados as falsas soluções “politicamente corretas” que só fazem piorar a situação. Confira neste artigo e no próximo uma análise do discurso de Marcos Rolim e um contraponto de um também defensor dos Direitos Humanos com uma visão diametralmente oposta. Continue reading “Metralhando o discurso desarmamentista de Marcos Rolim (parte 1)”

A cultura de submissão e o massacre na escola em Realengo

A primeira morte no massacre da Escola Municipal Tasso de Oliveira foi causada pelo maluco assassino. Todas as demais mortes foram causadas pela prepotência e estupidez dos desarmamentistas organizados, pelo famigerado Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto e pela cultura de submissão e covardia propagada por canalhas com pretensões fascistas e inocentes úteis com pretensões “politicamente corretas”. Acompanhe meu raciocínio. Continue reading “A cultura de submissão e o massacre na escola em Realengo”