Crise existencial

Pessoal, sabem quando a gente simplesmente não está contente com alguma coisa mas não consegue definir bem o motivo? Ando assim com o nome do blog. A idéia original era usar “Pensar Não Dói” como um bordão, puxando sempre as reflexões com estas palavras, mas espontaneamente não rolou, sei lá por quê. Agora eu olho para o nome do blog e fico pensando que não parece uma boa identidade, é tão impessoal, tem o risco de ser interpretado como arrogância ao invés de deixar clara a brincadeira original… Enfim, crise existencial.

Legalização das drogas x proibição da pizza de banana

Eu odeio pizza de banana. Portanto, eu simplesmente não como pizza de banana. Ponto. Eu não gasto meu tempo pensando em pizza de banana, não incomodo quem gosta de pizza de banana dizendo que pizza de banana é ruim e não tento organizar as pessoas que não gostam de pizza de banana para impedir por via legislativa que as pessoas que gostam de pizza de banana tenham o direito de comer a pizza de que gostam só porque eu odeio pizza de banana.

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Como usar a intuição para evitar encrencas e não cair em golpes

Golpistas fazem tentativas de 171 fantásticas. O nível de cara-de-pau necessário para aplicar o golpe com o qual tentaram me enrolar esta semana é impressionante – mas poderia ter dado certo se eu fosse um pouquinho só mais crédulo, ou menos experiente, ou se eu não confiasse em minha própria intuição. Que este artigo sirva de alerta para ninguém cair em uma roubada semelhante. Continue reading “Como usar a intuição para evitar encrencas e não cair em golpes”

Uso de “força proporcional” na legítima defesa

A questão do que seja uso de “força proporcional” para a legítima defesa, no meu entender, é normalmente muito mal interpretada. Se alguém ameaçá-lo com um canivete e sua única opção de defesa for sacar um 38 e atirar no atacante, isso seria considerado “força excessiva”? No meu entender, não. Continue reading “Uso de “força proporcional” na legítima defesa”

Como Israel pode resolver o conflito com a Palestina

Elvis não morreu. E me fez uma pergunta hoje: “Arthur, você já escreveu sobre o conflito entre palestinos e israelenses? Para você, qual seria a solução para o problema?” Bem, aqui no blog eu ainda não havia escrito sobre isso, mas em janeiro de 2009 eu discuti o assunto na antiga comunidade de Direitos Humanos. Continue reading “Como Israel pode resolver o conflito com a Palestina”