Muitas vezes me perguntaram qual é a diferença entre naturismo e nudismo. Ao contrário de alguns naturistas que dizem que não há diferença, a minha resposta é: tudo. Mas as pessoas só enxergam o único elemento que o nudismo e o naturismo tem em comum, que é a nudez.

Para que todos comprendam, portanto:

– Nudismo é tirar a roupa.

– Naturismo é despir as máscaras sociais.

Quem apenas tira a roupa, no máximo fica pelado.

Quem se despe das máscaras sociais fica nu.

A diferença é a que existe entre enfrentar a vida de peito pelado e de peito nu. Coisas tão diferentes como a água e o óleo.

As máscaras sociais violentam a identidade do ser humano. Compõe uma figura que permite ao outro efetuar prejulgamentos, e assim eliminam a possibilidade de um contato despreconceituoso.

Por isso, quando alguém me pergunta se precisa mesmo tirar a parte de baixo do biquíni, eu respondo: sim, e tem que despir também o relógio e as jóias! Livre-se de todas as máscaras sociais, todos os símbolos de status, de poder aquisitivo, de classe social, de ideologia.

Deixe que o seu semelhante conheça como você pensa através da convivência fraterna, do diálogo, não carregue placas indicativas. Não seja um anúncio ambulante, um cartaz de propaganda de marcas, um letreiro de slogans – seja apenas um ser humano.

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 27/09/2011

Publicado originalmente no Orkut em outubro de 2005

89 thoughts on “A diferença entre naturismo e nudismo

  1. Joaquim Salles

    29/09/2011 — 16:34

    Paula,

    Por favor definia o que você entende por ética e moral. Existem varias definições sobre a questão.

    Veja não é obvio que “Torturar criancinhas é errado”. Isso depende muito da ética/moral que siga. Tribos indignas no passado matavam criancinhas nascidas com deformações. Para no isso é absurdo, para ele não era e eles tinha uma explicação para tal ato. No site http:http://criticanarede.com/etica.html onde existem vários e excelentes testes abordando a questão. A questão não é simples.

    Abraços

    1. Eu sou um biólogo. Não reconheço a tal “falácia naturalista”, considero-a ignorância dos filósofos, que acham que a ética (ou o “dever ser”) não pode ser extraída da realidade (ou do “é”).

      É por isso que eles rodopiam e rodopiam ao redor da definição de ética e não conseguem chegar a um consenso: descartaram a fonte básica da resposta e querem achar a resposta onde ela não está.

      A filosofia tem que se render à biologia evolutiva, caso contrário vai ficar sempre patinando em algumas questões e causando todo tipo de sofrimento estúpido e evitável ao fornecer teorias absurdas para os revolucionários da vez testarem nas cobaias humanas de suas épocas.

      A ética depende do grau de evolução (e a evolução cultural é dependente da evolução biológica). Uma vez atingido um certo grau de evolução, o que não era reconhecido como anti-ético passa a ser reconhecido e não pode mais ser perpetrado.

      E “a ficha não pode ‘descair'”: quando o primeiro troglodita se deu conta que não devia fazer aos outros o que não queria que fizessem com ele, deu pra bola, a humanidade entrou automaticamente na trilha do pensamento ético e não pode sair dele sem imundiciar sua consciência e sua dignidade.

    2. exatamente

    3. Esse “exatamente” foi para o que o Joaquim falou ou para o que eu falei? São opostos. Não ficou claro com quem estavas concordando… embora eu ache que tem 99,99% de certeza de que foi com o Joaquim. 😛

    4. Sim Joaquim, voce esta’ certissimo. A questao nao e’ nada simples. Veja que as barbaridades feitas na pesquisa “cientifica” em seres humanos no seculo XX propiciaram uma sequencia de eventos pautados por intensas discussoes eticas, que culminaram num numero de documentos que garantem a protecao a participantes de estudos clinicos. Estes documentos ja’ foram revisados e versoes atualizadas sao disponiveis a cada tantos anos. O debate etico evoului com a sociedade e com o mundo globalizado. Em alguns paises como nos EUA estas diretrizes pautadas em discussoes eticas foram redigidas na forma da LEI (Lei 45 CFR 46). Isso significa que nos EUA, quem nao seguir a Lei ‘e passivel de processo judicial e cadeia. Eu honestamente nao lembro/nao sei se o Brasil tem Leis para proteger participantes de estudos clinicos. Tem com certeza diretrizes. Mas veja bem, um pesquisador que nao seguir a Lei imposta pelo Estado Americano a todos os profissionais e participantes de pesquisa (baseada em extensa discussao etica dentro da sociedade daquele pais), corre o risco de ser criminalizado. Ih, entao voltamos a estaca zero, criminalizar e proibir nao ‘e o caminho?

    5. ” A ética depende do grau de evolução (e a evolução cultural é dependente da evolução biológica). Uma vez atingido um certo grau de evolução, o que não era reconhecido como anti-ético passa a ser reconhecido e não pode mais ser perpetrado.

      E “a ficha não pode ‘descair’”: quando o primeiro troglodita se deu conta que não devia fazer aos outros o que não queria que fizessem com ele, deu pra bola, a humanidade entrou automaticamente na trilha do pensamento ético e não pode sair dele sem imundiciar sua consciência e sua dignidade.” (Arthur)

      EXATAMENTE

    6. Pelo menos neste aspecto concordamos. Ih… Vai chover… 😛

  2. Joaquim Salles

    29/09/2011 — 16:38

    “ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊpa! Luz vermelha piscando, sirene tocando!
    Joaquim, o grande problema do fascismo é que ele quase sempre parece benevolente nas fases iniciais, ou mesmo durante muito tempo, como estratégia barata de manutenção de poder, mas lá pelas tantas ele sempre nos ferra.”

    e paga a conta muito caro….

    1. Quem paga a conta? O fascismo?

      O fascismo é um ente abstrato, quem paga ou deixa de pagar são as pessoas. Muitos fascistas viveram muito bem, obrigado. E terminaram suas vidas confortavelmente abrigados em mansões de luxo, servidos por inúmeros empregados, sob os auspícios de um governo safado que lhes concedeu asilo político contra todas as exigências da ética e da moralidade.

      o fascismo tem que ser combatido no ato. Deixar rolar é gerar injustiças que jamais serão pagas ou resgatadas.

  3. ?! Arthur, tu es um homem adulto, livre e podes escolher largar tudo onde estas para ir viver no Tibete, nos Andes, em Sao Paulo, na Europa, no Quenia, no Saara, ou mesmo numa prainha de Sta Catarina. A escolha ‘e tua, nao te eximas da responsabilidade.

    1. Paulinha, tu andas ouvindo demais o discurso do Tea Party. 🙂

      Eu não tenho que fugir da arbitrariedade. Eu não tenho que deixar a ignorância, a doença social, o descaso e o autoritarismo vencerem o jogo só porque eles estão no poder hoje.

      O Tibete já foi ocupado. O Saara será inundado por água salgada quando as geleiras derreterem devido ao aquecimento global. O que me sugeres? Que eu sou livre para construir um foguete e fugir para a Lua quando não houver mais nenhum território livre da dominação de algum governo autoritário?

      Não, Paulinha, eu sou tão detentor de direitos quanto qualquer outro ser humano e não tenho que ceder meus direitos porque gente que está usurpando poderes que não lhes deleguei acha que tem o direito de definir como deve ser a minha vida.

      Tu estás esquecendo “só” da realidade, da corrupção, dos jogos de poder, das mentiras, das enganações, dos interesses econômicos, da manipulação política. E estás jogando a responsabilidade de tudo que acontece de bom ou de ruim na minha vida sobre meus ombros, como se nada que os outros fizessem tivesse influência. Não sei que tip de ideologia sustenta essa lógica de pensamento de “a escolha é toda tua, vai e faz sozinho”, mas obviamente falta uma boa dose de senso de justiça e de solidariedade nela.

    2. Eu nao conheco Tea Party… 🙁

      Eu sou uma pessoa que precisa viver em sociedade. Sou liberal, mas aprecio as convencoes, pois elas facilitam a minha caminhada. Nao sou escrava delas, porem.

      Eu prefiro tomar as redeas da minha existencia e talvez me arrepender de minhas escolhas, do que ver que nao fiz, ou nao atingi, porque deleguei minha caminhada a terceiros. Patinar sem rumo me causa muito desconforto, seja por falta de decisao de minha parte sobre o proximo passo, seja por estar a merce de terceiros.

      Eu acredito em solidariedade. Sou solidaria com outros e respeito acima de quase tudo quem se solidariza comigo. Sou leal.

      Eu nao vi a maquina do Estado no Brasil fazer nada por mim individuo. Eu batalhei, me preparei tecnicamente, me politizei, fiz parte do servico publico, esperei pela oportunidade de ingressar no servico federal por anos a fio. Eu detectei que outras coisas que eu nao poderia alcancar/nao desejaria praticar eram definidoras das minhas possibilidades de lutar por meus sonhos.

      Virei a pagina e fui a luta por conta propria. Nao e’ facil. Nao ‘e sem custo. Mas eu nao coloco toda esta “responsabilidade” pela minha existencia ou felicidade na maquina Estado. Eu nao conto com o Estado. Eu nao espero pelo Estado. Eu tenho expectativa muito baixa sobre o que o Estado possa me propiciar. Mas se eu tiver a oportunidade, serei a primeira a dar minha contribuicao, pois eu reconheco o Estado. E acredito que dentro das circunstancias, houve muito progresso no Estado brasileiro desde o final dos anos 70 at’e 2011.

      Eu nao acho que seja modelo de vida ou de existencia para ninguem. Eu nao acho que minhas escolhas sejam sempre corretas. Eu sou um ser humano como qualquer outro, com defeitos, fraquezas, amores, desejos e sonhos. Eu nao uso meu uniforme fora de meu ambiente de trabalho e trato a todos independentemente de ranking com o mesmo bom dia. Eu dou instrucao a pacientes perdidos na universidade. Paro para saber o que precisam. Quando possivel eu dou instrucoes a jovens em inicio de carreira e dou sugestoes para projetos de seniores. E espero de meus pares tambem sugestoes e criticas, para que meus proprios projetos tenham maiores chances de serem significativos e de sucesso. Todo mundo que trabalhou comigo no Brasil progrediu na carreira.

      Por favor nao insinue que eu nao seja solidaria ou justa.

    3. Eu falei da ideologia, não da pessoa.

      Já vi muita gente ponderada defender ideologias absurdas.

      Não sei como funciona a cabeça do Homo sapiens, mas sei que essas coisas acontecem…

  4. Em seguimento ao meu comentario sobre a complexidade dos dilemas eticos da pagina anterior, quero informar a voces que quando se trata de alocacao de recursos escassos relativos `a falta de disponibilidade de orgaos, em vez de relativos `a disponibilidade de infra-estrutura como mencionado no exemplo, os criterios definidos eticamente por cada sociedade do mundo sao COMPLETAMENTE diferentes. Voces cairiam de costas quando lessem os criterios para um individuo entrar na lista nacional de transplante de figado nos EUA. Ate’ eu cai, imagina voces! Nao existe sociedade perfeita. Voce escolhe onde ‘e mais comfortavel viver, so’ isso.

    1. Paulinha, quem “escolhe” isso é meia dúzia de exceções, como tu, por exemplo. E nem tu tens a possibilidade de escolher de modo totalmente livre. Daí a generalizar como se todo ser humano vivesse onde escolheu e do modo que escolheu… é simplesmente de uma falta de realismo atroz.

    2. E que tal as minhas soluções?

      ÓBVIO que nunca serão realizadas, mas analisando friamente do ponto de vista lógico, bem como do ponto de vista utilitarista, são sem sombra de dúvida superiores. Qualquer ET concordaria comigo.

      O problema é que, ao contrário do que disseste anteriormente, nossas sociedades e nossos Estados não são movidos por princípios e sim por conveniências. Os princípios são evocados a posteriori, só para justificar o que já estava decidido porque era mais interessante para os donos do poder.

    3. nem sempre. Se acreditares que seja sempre, vais me obrigar a pensar que estejas paranoico.

  5. Fantástico o debate surgido em função de uma postagem sobre naturismo! 🙂

  6. Em relacao ao meu comentario:”Sim Joaquim, voce esta’ certissimo. (…)propiciaram uma sequencia de eventos pautados por intensas discussoes eticas, que culminaram num numero de documentos que garantem a protecao a participantes de estudos clinicos. (…) Em alguns paises como nos EUA estas diretrizes pautadas em discussoes eticas foram redigidas na forma da LEI (Lei 45 CFR 46). (…) Ih, entao voltamos a estaca zero, criminalizar e proibir nao ‘e o caminho? ”

    Entao desde os anos 80 tem uma Lei nos USA, que faz a vida das pessoas (cientistas) ficar mais desconfortavel, impede eles de fazer o que quiserem…’e o Estado fascista determinando o que eles podem ou nao fazer…

    Veja que o debate vira “o ovo ou a galinha”. De novo, eu sou a favor daquela lei, mesmo que torne a minha vida desconfortavel, faca eu perder dinheiro pelo tempo dispendido em treinamentos em vez de fazendo o que me gera rendimentos, mesmo que eu seja uma pesquisadora seria e comprometida com os principios eticos, porque eu acredito que eu possa fazer este “sacrificio”, para garantir protecao a participantes de estudos em seres humanos em todo o pais. E tomara que tenha lei que criminaliza quem nao segue a regra que seja semelhante no resto do mundo.

    Arthur, veja se consegue entrar neste site: http://phrp.nihtraining.com/users/login.php

    Nao sei se e’ disponivel fora dos USA. Tem uma perspectiva historica muito interessante e que sustenta o teu comentario em que eu respondi “Exatamente”.

    1. Favoritei, depois vou olhar com mais calma.

    2. Paulinha, uma coisa que me parece pouco explorada nos estudos sobre a ética é a sinergia entre os princípios.

      Quando permitimos que uma pitadinha de fascismo ingresse num sistema ético, ela reage sinergeticamente com os demais princípios do sistema e se potencializa ao se articular com eles.

      Do mesmo modo, os demais princípios do sistema ético se articulam com a pitadinha de fascismo, reagem sinergeticamente e se potencializam contaminados pelo fascismo.

      Então, quando tentamos retirar a pitadinha fascista de dentro do sistema, para evoluir para um patamar ético mais avançado, sentimos problemas, sentimos um certo “enfraquecimento” do sistema, afinal há inúmeros princípios sendo potencializados em alcance e em eficácia pela pitadinha de fascismo. Retirando-a a sinergia acaba e os princípios voltam a se articular de modo mais puro e limpo, porém despotencializados.

      O que muita gente faz nessas horas? Ao invés de suspirar aliviada pela limpeza do sistema, treme de medo em função da perda de alcance de alguns princípios despotencializados, bradando pela volta do fascismo ao invés de buscar meios mais dignos de ampliar o alcance do sistema.

      O triste nesta história é que, para cada passo à frente em alcance que o fascismo permite avançar, dois passos para trás são dados em flexibilidade, razoabilidade e dignidade. O preço nunca – nunca – vale a pena. Nem mesmo em época de guerra.

      E NÃO, a democracia não é antônimo nem garantia contra o fascismo. Pelo contrário. A democracia tem uma incrível tendência de semear o fascismo. Mas isso é assunto para outro artigo.

  7. Sempre voltas ao assunto fascismo. Em todos os teus textos ou debates. O que te prende a ele?

    1. O FASCISMO me prende a ele. É terrível olhar em volta e ver o espectro dezle rondando em todo canto que observo. Estou simplesmente apavorado com os perigos que nos rodeiam, aponto para eles, mostro onde estão, explico sua gravidade… e em resposta costumo ouvir “ah, que exagero!”, ou então a versão mais irritante “Arthur, essa tua paranóia vai te fazer mal”… e vai lá mais uma ceva, que tá quente, e o timão que perdeu uma feia, hein, e o capítulo ontem da novela, que absurdo o que aquela bisca fez com aquele coitado…

      #VDM

  8. Joaquim Salles

    29/09/2011 — 19:24

    Poderíamos dizer que num ambiente naturista todos aqueles que estão nus por razões não ligadas ao sexo podem conviver sem muitos problemas seja o naturista seja aquela pessoas que querem curtir um sol por exemplo.

    Agora o que acha daqueles que acham que uma área naturista é um local aberto ao sexo livre, para a pratica do swing, menage, dogging e por ai vai? Eles também não tem o “direto” de fazer sexo em publico nesses locais? Como agir nesses casos e como analisar essa questão? Não estariam sendo também limitados no seus direitos?

    P.S. não estou defendendo essa praticas mas tentando analisar a questão…

    1. Há dois motivos pelos quais esse pessoal não tem esse direito:

      – primeiro, porque isso não encontra respaldo na filosofia naturista e é explicitamente vedado pelas normas éticas do naturismo;

      – segundo, porque “ato obsceno” em ambiente aberto é crime. A nudez social é juridicamente defensável porque não é em si “ato”, mas a expressão “ato sexual” fala por si mesma.

  9. Joaquim Salles

    30/09/2011 — 01:39

    Arthur,

    Se entendi corretamente o que você comentou então segue a linha de pensamento da naturalista? Ou seja “O naturalismo ético é uma versão de realismo que declara que os valores morais podem ser identificados com uma dada propriedade natural ou reduzidos a uma propriedade dada natural. Para o naturalista, propriedades morais tais como bondade e correção são idênticas a propriedades que figuram nas descrições e explicações científicas das coisas. Para o naturalista, a moralidade não é uma convenção passível de ser descartada, mas um corpo de conhecimento. Existem verdades morais, mas não há fatos morais peculiares além dos fatos que podem ser especificados por meio de terminologia não-moral (Pidgen, 1993). http://criticanarede.com/eti_aqa.html” ? é isso?

    Mas como saber se uma dada afirmação “pode ser extraída da realidade (ou do ou do “é”). Esta pensando na ciência quando fala nisso? Nos conceitos de falseabilidade e delimitação de Popper?

    Abraços.

    P.S. só quero entender o conceito que esta usando…

    1. Não, não é bem isso… vou ter que escrever algo mais longo para explicar…

  10. Joaquim Salles

    30/09/2011 — 01:49

    Paula,

    Vejo que segue uma forma de ética absoluta ou universal ( pelo menos é que entendi dos texto) onde a liberdade não esta entre os primeiro 100 itens a ser considerados. Tem muito de positivista…

    Pelo pouco que conseguir entender dessas leis que fala, elas seguem os principio de minimizar a dor e o sofrimento aos outros e tentar conseguir o bem ao maior numero de pessoas. Tem cara de ser uma ética utilitarista…

    Minha interpretação esta correta? Por favor corrija-me …

    Abraços

  11. Joaquim Salles

    30/09/2011 — 01:51

    “paula
    Sempre voltas ao assunto fascismo. Em todos os teus textos ou debates. O que te prende a ele? ”

    não será por ser uma realidade existem? E no fim pagamos muito caros por essa conta…

  12. Joaquim Salles

    01/10/2011 — 04:06

    Ola Arthur,

    De uma olhada no artigo/opinião abaixo e nos links que aponta.

    Confusão conceptual e naturalismo
    http://blog.criticanarede.com/2011/09/confusao-conceptual-e-naturalismo.html

    1. Ainda esta semana, se Deus quiser…

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