Eugenia: em breve, próxima de você

É patético que não se consiga estabelecer um debate racional e razoável sobre o melhoramento genético da espécie humana sem que surjam ataques pessoais e falácias do espantalho em profusão. Mas a eugenia em breve será uma necessidade da espécie humana e uma realidade que virá para ficar, então é oportuno e necessário estabelecer um debate racional e razoável sobre o tema antes que ele se imponha por suas próprias forças e possibilite o retorno de ideologias muito indesejáveis. Continue reading “Eugenia: em breve, próxima de você”

A prevenção da homossexualidade

A homossexualidade não é uma doença. E, não porque a homossexualidade não é uma doença, mas porque a orientação sexual é uma característica intrínseca e imutável do ser humano, não existe “cura” para a homossexualidade. Mas a homossexualidade não é uma característica desejada por pais e mães para seus futuros filhos e filhas, tanto que ninguém sequer leva em consideração a hipótese da homossexualidade ao educar seus filhos ou filhas. Se pais e mães pudessem optar por ter filhos heterossexuais ou homossexuais, e se o método para efetivar esta escolha fosse simples, seguro e barato, provavelmente a homossexualidade seria extinta da face da Terra. E talvez isso esteja bem próximo de acontecer. Continue reading “A prevenção da homossexualidade”

Diretrizes para um debate sobre o aborto

Volta e meia alguém me propõe o tema do aborto como assunto para artigos no blog. Eu em geral evito o assunto porque estou cansado das falácias que costumam ser usadas neste tipo de debate, em especial a falácia de que a mulher deveria ter direito incondicional ao aborto porque se trataria de “direito a decidir sobre o próprio corpo”. Porém, como a questão é recorrente, resolvi fazer uma tentativa. Continue reading “Diretrizes para um debate sobre o aborto”

Método Paulo Freire – aplicação impossível

Entre rir e chorar por causa da estupidez humana, eu optei pela primeira alternativa porque não quis correr o risco de morrer de desidratação severa todos os dias após o jornal. Pois hoje alguém postou num fórum de debates uma notícia antiga que me fez chorar de tanto rir. Trata-se de mais um episódio hilariante da tragicomédia da (des)educação no Brasil. Continue reading “Método Paulo Freire – aplicação impossível”

Posso matar alguém só um pouquinho?

Passei a tarde toda escrevendo um artigo. Instantes antes de publicá-lo, um colega me pediu para usar meu notebook “rapidinho” porque precisava enviar um e-mail e a rede havia caído. Gravei meu artigo, abri outra janela para o sujeito entrar no e-mail dele e de fato ele foi rápido: não demorou nem cinco minutos para fazer uma M&#%@ inexplicável que mandou meu artigo para o limbo. Continue reading “Posso matar alguém só um pouquinho?”

O que nos impede de fazer boas escolhas?

Causa e efeito. A vida não é um jogo de pedra-tesoura-papel em que escolhas aleatórias são bem ou mal sucedidas em confronto com eventos também aleatórios. O peso que você tem hoje é resultado de suas escolhas quanto à dieta e atividade física no passado. O emprego que você tem hoje é resultado de suas escolhas quanto a estudos e esforço em capacitação. Os amigos que você tem hoje são resultado de suas escolhas de que círculos sociais você decidiu freqüentar. Não que não exista aleatoriedade, mas você não se tornará um bom tecladista tocando bumbo. 

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A Parábola do Bom Samaritano na prática

O mais belo e útil ensinamento que a humanidade precisa aprender, fundamento de toda a ética, é a Regra de Ouro: “age em relação ao próximo como gostarias que ele agisse em relação ti”. Pouca gente percebe que “ama o teu próximo como a ti mesmo” é apenas uma dentre as inúmeras formas como esta idéia tem sido expressa ao longo dos milênios. E menos gente ainda percebe que este é um ensinamento extremamente prático, que deve ser exercitado no cotidiano. Continue reading “A Parábola do Bom Samaritano na prática”

Fazer política é uma coisa, cometer crimes é outra

Não vou discutir se fumar maconha no campus universitário é crime. Quem me conhece sabe que eu não reconheço como “crime” um ato que não prejudica ninguém além do próprio autor. Mas invadir e depredar prédios públicos é crime. Desobedecer ordem judicial de desocupação de prédio invadido é crime. Estocar coquetéis molotov, gasolina e explosivos para resistir à ação policial determinada pela justiça é crime. Agredir jornalistas é crime. E depredar viaturas policiais é crime. Então, caríssimos, o episódio não tem nada a ver com “perseguir maconheiros” e sim com prender uma quadrilha criminosa travestida de “grupo de estudantes” supostamente fazendo “política estudantil”. Continue reading “Fazer política é uma coisa, cometer crimes é outra”