Eu sempre disse que “não existe mundo virtual, a internet é apenas uma ferramenta de comunicação como qualquer outra do mundo real”, mas o fato é que é muito fácil transformar seu uso em abuso e passar a viver uma vida predominantemente virtual. Não há como gerenciar todas as redes sociais para os quais nossos amigos nos convidam. Tente, e você não vai aproveitar o melhor de nenhuma delas… nem sua vida de modo geral.

Se você acha que eu estou exagerando, eis uma listinha das redes sociais de que eu lembrei sem fazer nenhuma pesquisa: Orkut, Twitter, Facebook, MySpace, LinkedIn, Flickr, Youtube, Google+, Live Journal, Badoo, Beltrano, Digg, ebaH, Livemocha, Hi5, Sonico, Formspring e Multiply. Dezoito. Nada mal para quem anda com a memória parecida com um queijo suíço.

Some agora os comunicadores instantâneos: MSN/aMSN, Skype, Google Talk, ICQ/AIM, Yahoo! Messenger, Pidgin/GAIM e Empathy, sem falar que o Twitter e o Facebook também se encaixam nesta categoria. Somando sem as duplicações, são mais oito.

Acrescente ainda dois ou três e-mails, um ou dois números de celular, um telefone fixo em casa e outro no trabalho, o bombardeio de notícias nos jornais, na TV e no rádio, os compromissos do estudo e do trabalho e eu confesso que não sei como é que não esquecemos de conferir a caixa do correio para pegar a conta da luz.

Não há cérebro que funcione direito com tamanha carga de informação. O ser humano pura e simplesmente não foi desenhado pela evolução biológica para gerenciar um volume tão acachapante de dados. Isso faz mal à saúde – e, sinceramente, não leva a lugar algum.

Resolvi escrever sobre o efeito das redes sociais na perturbação nossa de cada dia porque ontem meu amigo Félix Maranganha anunciou que está deletando suas contas na internet. Não todas, que hoje em dia internet é quase como escova de dentes, mas uma delas é justamente a rede pela qual nós mais trocamos mensagens diretas. A princípio fiquei incomodado com isso, mas pensei melhor e logo me dei conta de que o Félix tem total razão tanto em reduzir suas fontes de distração quanto em escolher quais fontes de distração são mais problemáticas.

As redes sociais são extremamente lúdicas e terríveis devoradoras de tempo, que obviamente deixa de ser dedicado para interações presenciais e para objetivos mais importantes do que 90% do que costumamos fazer de fato na internet.

Os protocolos síncronos são completamente paralisantes, eles começam a abrir diversas janelas e nos obrigam a largar tudo que estamos fazendo e dar atenção a quem nos chama, inviabilizando manter o foco em qualquer coisa que exija concentração.

Estas duas características das redes sociais – ludicidade e sincronicidade – nos absorvem de tal maneira que acabamos priorizando os contatos virtuais em detrimento dos contatos “reais” (ou “presenciais”).

Ironicamente, devido à necessidade de ficarmos sozinhos em frente ao computador para falarmos com diversas pessoas que também estão sozinhas em frente a um computador, freqüentemente as redes sociais nos tornam mais anti-sociais, reduzindo sensivelmente o tempo que dispomos para visitar os amigos, ler bons livros, sair para passear, comentar um filme ou uma notícia, praticar esportes, curtir um hobbie, etc.

Eu já fui “vítima” de abuso de navegação virtual, tendo chegado a navegar 16h/dia na época do auge do sucesso dos Orkut, em 2006, mas hoje em dia a minha vida real atrapalha a minha vida virtual e não o contrário. Acho muito mais saudável assim. Priorizar a presença em diversas redes sociais, o acompanhamento de um volume imensaurável de informações, os intermináveis debates online e mesmo a freqüência de publicações aqui no blog acima da minha saúde, da minha família, dos meus amigos e dos meus projetos de vida seria insano.

Eu gosto de bater papo nas redes sociais, eu gosto de me informar através dos noticiosos online e da blogosfera, eu gosto dos debates temáticos que atraem gente dos mais diversos lugares e com as mais diversas opiniões e eu adoro este blog, mas eu gosto ainda mais de viver uma vida saudável, em contato direto com as pessoas e com a natureza, e isso vai me obrigar a recolocar a internet no lugar que ela merece em minha vida: uma maravilhosa ferramenta de comunicação e informação, mas não mais a minha principal fonte de lazer e de contato com meus amigos.

E quanto a você? É sua vida real que atrapalha a sua vida virtual ou você já inverteu as prioridades como eu fiz um dia? Hoje em dia é muito fácil cair nesta armadilha. Se durante um mês você marcar em uma agenda o tempo total que fica online, bem como as atividades que desempenhou a cada hora, será que vai gostar de ver o quadro total? Não ia preferir ter passado mais tempo realizando outras atividades? Pense nisso.

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 11/01/2012

26 thoughts on “Redes sociais ou redes anti-sociais?

  1. Monotasking (que me foi apresentado pelo Islan Conceição) é uma boa pedida também. É bom principalmente para o caso de as redes sociais serem um ganha-pão, como ocorre com minha irmã, que é designer de sites e marcas e trabalha também com marketing. Nesse caso, é míster estabelecer as prioridades e diminuir a 1 as redes sociais abertas no momento. Com ela vem dando certo. Eleger três ou quatro atividades no dia, estabelecer a prioridade, e só partir para a segunda quando a primeira estiver concluída.

    No meu caso, mesmo uma coisa de cada vez, o “vício” gerava a insatisfação de não abrir todas as janelas, e acabei abandonando para o elementar mesmo. Melhor assim. Quanto aos contatos, se preferir, tenho TIM, Oi, Skype e um e-mail, que posso te mandar por DM depois no twitter.

    Fica na paz,
    Félix Maranganha.

    1. Manda o TIM, que eu também tenho um. Xiii… agora vamos passar horas numa conexão virtual auditiva ao invés de visual. 😛

      Mas olha só: cada um tem um jeito de resolver o excesso de tempo que passa nas redes sociais. O que funciona para um pode não funcionar para outro. Foi por isso que eu não sugeri um método específico. Cada um tem que encontrar seu próprio equilíbrio.

    2. “No meu caso, mesmo uma coisa de cada vez, o “vício” gerava a insatisfação de não abrir todas as janelas.”

      É EXATAMENTE o que eu sinto.

  2. ‘Tudo com temperança’, dizia minha avó. Uso cada ferramenta de maneira bastante específica, umas com mais frequência do que outras. No Skype e Messenger estou sempre no ‘invisível’, quem quiser falar ocmigo tem que enviar uma mensagem antes e aí eu vejo se dá (ou se estou a fim) de responder naquele momento, do contrário fico doida. Email são dois, um de trabalho e um pessoal, pra não embolar o meio de campo. E o do blog, mas esse eu olho uma vez por dia ou a cada dois, o movimento é menor. Meu trabalho envolve linguagem e tecnologia, então não tem como eu ficar longe disso tudo. E com isso reencontrei e conheci um monte de gente bacana. Mas não abro mão de jeito nenhum dos encontros ao vivo e meus momentos offline são sagrados – desligo computador, celular, tudo. Experimento vários programas, mas no final faço uma triagem e deleto o que não acho interessante. Tem dado certo, mas cada um tem mesmo que encontrar seu meio-termo.

    1. Eu já olho o blog todo dia (é a primeira coisa que olho), o Orkut um pouco menos e tenho negligenciado o Twitter e o Facebook, o que eu quero melhorar, mas meu pecado imperdoável é quase nunca olhar o e-mail. Isso eu tenho que aprender a fazer com urgência.

      No fundo, no fundo – quem diria! – o blog é o que mais consome meu tempo.

  3. Já teve época de eu ter que excluir programas redes sociais e jogos do pc pra poder terminar a monografia. depois disso fiquei um pouco distante das redes sociais, fiz um facebook este ano porque a empresa que eu trabalhava exigiu. Era só o e-mail e raramente o orkut, eu tinha um blog que a faculdade tinha feito eu fazer pra testes aí depois de perder os meus poemas queimando HDs, eu resolvi posta-los no blog pra aproveitar o que já existia.
    Mas agora que trabalho na lan house das 9 da manhã às 10 da noite de segunda a segunda, fica impossível fugir disso tudo.
    Eu olho o blog do Arthur todos os dias, várias vezes (quando tenho tempo livre), o meu blog só se eu tiver algum insite, olho pra ver se tem e-mail de trabalho, quase nunca envio e-mail e correntes ou e-mail de outros tipos sem avisos, nem abro.
    Gosto muito de jogos de RPG online, isso me consumia muito tempo (muito mesmo) até eu resolver estudar pra concurso, exclui do pc e pronto, agora só o facebook, e-mail, um orkut com teia de aranha e muito trabalho.

    1. “(…) agora que trabalho na lan house das 9 da manhã às 10 da noite de segunda a segunda (…)”

      OH MEU DEUS! E tempo para viver, existe algum?

      Isso não é vida, Lunah! É no máximo sobrevivência!

      Escravidão por escravidão, valeria mais a pena fazer um concurso público, trabalhar 40h por semana e ter os finais de semana livres e um mês de férias por ano. Pode até ser que a grana fosse menor, mas pelo menos haveria algum tempo livre para viver.

      Minha crítica às redes sociais se aplica principalmente ao fato de elas nos tomarem tempo de vida. Mas quando a vida não é vida, que diferença faz?

  4. Arhur,
    Falou tudo.
    É bem assim mesmo. Eu tenho facebook e uma coisa que tenho notado, entre os meus contatos, é que tem gente que usa o campo status do facebook como uma espécie de micro diário virtual, como um tweeter talvez.
    Não sei se sou eu que sou muito crítico e só uso quando tenho realmente algo de interessante pra escrever, ou se ainda não entendi direito esse lance, rs. Acho engraçado que tem gente que faz assim “Acordei #preguiça”, “Academia vambora?”, “Tomando lanche na esquina”. Tudo bem que esses são realmente os status das pessoas na hora, mas não da pra ser algo mais relevante? rsrs

    Abração

    Robson

    1. Uma boa parte da culpa disso é do próprio Facebook, que na caixa de diálogo onde se atualiza o status continha a pergunta “o que você está fazendo agora?” (ou era o Twitter que tinha isso?).

      A outra parte da culpa, é óbvio, é do próprio mala que não se manca que ninguém está interessado em saber se ele está com preguiça ou com fome. Tua escolha conceitual foi extremamente precisa: a relevância (ou a falta dela) da informação é o que traz interesse (ou a falta dele).

      Falando nisso, pobre de um país no qual o resultado do último “paredão” é a informação mais relevante do dia…

  5. Eu tenho Orkut que quase não uso e Facebook que uso menos ainda. Só o Youtube que vejo bastante pra ouvir musica principalmente. Mas não o uso como rêde.

    Essas coisas são como celular, podem ser uteis, mas tem que usar com moderação. Felizmente eu tambem não gosto de rêdes sociais, então é fácil ficar de fora.

    1. Eu adorava o Orkut em 2006 e 2007. A partir de 2008 comecei a me decepcionar, embora tenha resistido bem até 2009. Em 2010 cansei de remar contra a corrente e em 2011 finalmente joguei a toalha e reconheci que o fantástico potencial do Orkut como ponto de encontro para debates de alta qualidade estava perdido para sempre.

      O que me incomoda é que nenhuma outra rede social tem uma estrutura tão boa quanto o ANTIGO Orkut para promover bons debates. Em 2006 e 2007 eu chegava a ficar 12h a 18h seguidas acompanhando três comunidades de debates e dificilmente se passavam mais de quinze minutos sem que fossem postadas novas atualizações bem fundamentadas (não estou falando de tópico-chat) em cada comunidade. Hoje se passam DIAS sem um único comentário inteligente em qualquer uma daquelas três comunidades ou suas sucessoras diretas.

      Por um lado até que foi bom. Eu não conheci ninguém do RS naquela época, não deu pra fazer um único amigo “presencial”. Fiz alguns amigos “virtuais”, é claro, mas, como todos nós estamos usando menos as redes sociais, estas amizades estão se tornando cada vez mais rarefeitas…

  6. Abandonei o MSN há muito tempo, por várias razões: gente que enche o saco (isso afeta todo mundo), gente que não entende como a ferramenta funciona (achando que é igual telefone, tem que responder tudo no vapt-vupt), gente que conversa mil assuntos pela internet, mas não é capaz de dar um bom dia na rua, e, o pior de tudo, gente que prefere conversar no MSN porque não tem coragem de conversar cara a cara.

    Isso tudo junto foi me cansando. É chato quando temos um bom recurso disponível mas seu uso acaba ficando inviável por causa da falta de bom senso das pessoas.


    Arthur, tem notificadores de e-mail que podem facilitar sua vida. São extensões pro seu navegador que indicam (por ícone e por “beep”) quando um novo e-mail chega. Assim não tem necessidade de ficar abrindo a caixa de entrada toda hora.

    1. HAHAHAHAHAHAHA!!!!

      Psit, cá entre nós, não conta pra ninguém, mas o dono deste blog é um dos que acha que um mensageiro instantâneo serve justamente pars isso: para dialogar como se fosse ao telefone, respondendo logo e sem grande demora a cada frase, como num diálogo normal. 😉

      Nada me deixava mais irritado ao MSN do que uma amiga que escrevia três ou quatro palavras, enter, três ou quatro palavras, enter, três ou quatro palavras, enter, três ou quatro palavras, enter, em um miguxês arcaico com gramática incompreensível e ortografia inexistente, enquanto o MSN ia fazendo blu-blu-blúp, blu-blu-blúp, blu-blu-blúp, blu-blu-blúp, como se estivesse chamando desesperadamente… e então, quando eu finalmente conseguia decifrar aquela pedra de roseta virtual e respondia com uma frase completa e coerente, ela demorava meia hora para responder porque estava mesmerizada em outra janela conversando paralelamente com alguma miguxa que teclava do mesmo modo anômalo e irritante.

      Justamente para evitar esse tipo de coisa é que eu não uso mais MSN.

  7. Ah, o blog propriamente dito eu olho todo dia, mais de uma vez. Já sei mais ou menos os horários de maior movimento, sempre dou uma passadinha. Mas o e-mail do blog é menos movimentado. Eu costumo checar comentários diretamente na página de administração do WP, não vejo pelo email não. Meu Orkut já foi pro beleléu há tempos. Já não achava muita graça nele antes, depois do FB é que larguei de mão mesmo. Hoje estava olhando datas e descobri que comecei a usar o Facebook em 15 de outubro de 2007! Naquela época tinha pouca gente daqui, quase todos os meus amigos eram de fora do país. Daí eu usava menos. Agora uso direto e toda hora aparece um sumido na minha vida… 🙂

    1. Eu também nunca verifico notificações de redes sociais pelo e-mail. Pelo contrário, eu configuro as redes sociais para nunca me mandarem notificações pelo e-mail, ou eu simplesmente não encontro mais nada no e-mail, porque na pior fase eu recebia mais de trezentas notificações de redes socias por dia!

      O blog é mesmo meu melhor meio de contato. 🙂

  8. Acho que fiz certo em deletar meu perfil no facebook antes do advento do BBB.

    1. Cara, eu não agüento esse Big Bosta Brazil. No auge da ingenuidade do BBB uma amiga me convenceu a fazer uma inscrição, acreditas? Eu imaginava que o programa eventualmente se tornaria alvo de análises psicológicas, antropológicas e sociológicas, que ajudaria de alguma forma o país a se desenvolver, olha o cúmulo da ingenuidade! Quando percebi o lixo em que aquilo se transformou, quando vi a paranóia das pessoas desmarcando compromissos para não perder um paredão, quando entendi que aquilo era apenas uma gosma de quinta categoria que no entanto encantava multidões, eu simplesmente parei de assistir TV aberta. Ou seja, há uma década eu quase não vejo TV aberta, muito graças ao BBB, e há três anos eu não vejo TV por assinatura, por causa do péssimo atendimento que tive da SKY e da NET, além do imenso volume de propagandas que eles inserem.

  9. Eu posso dizer que já fui viciado em internet. Seja em games ou mesmo leitura e estudo. Mas até o ano passado isso tudo vinha me consumindo de tal forma que nem eu aguentava mais o volume de informação que eu absorvia, o tempo q eu gastava na frente do pc, as horas sem sono, a má alimentação. Esse vício tras mais problemas ainda do que a falta de relacionamentos “reais”, mas até problemas de saúde mesmo.
    Hoje deletei todos os jogos que eu jogava, rede social só tenho um orkut (por motivos estritamente utilitários) e facebook, que acho que uso de forma razoável, tanto para lazer como para me informar ou comunicar. No começo foi difícil ficar longe, mas hoje me sinto tão livre sabendo que eu posso sair na rua no fim da tarde simplesmente pra dar uma caminhada sem ter que me preocupar em estar online. É como meu pai sempre dizia “Tudo em excesso faz mal.”

    1. As horas sem sono! Taí o que mais me detona nos meus excessos de internet. Quantas vezes eu só me dei conta de que estava tarde demais porque começou a aparecer uma estranha claridade na janela.

      Ultimamente eu até que ando funcionando bem na internet, mas eu já percebi que o blog de vez em quando me deixa estressado porque eu quero publicar algo, escrevo o artigo, não fica bom como eu quero, aí eu tenho que passar mais tempo em cima, aí fico cansado, deixo para o dia seguinte, no dia seguinte reviso e percebo que tem mais coisa para mudar, passo mais horas em cima… enfim, às vezes parece até que sou um jornalista com um deadline se aproximando velozmente o tempo todo, do qual depende o meu emprego…

      Está se aproximando o tempo em que terei que anunciar que o blog passará a ter artigos só de tantos em tantos dias, 🙁 Não vejo outra alternativa para poder cumprir minhas tarefas e ainda poder manter alguns contatos no Facebook e no Twitter.

  10. Oi Arthur,infelizmente muitos dos meus amigos “@criminosos” estão longe espalhados pelo Brasil, ainda não achei alguém perto para trocar idéias sobre a ED, então a solução para mim é o face, email, blogs e as redes. Acabei de achar isso: http://escoladeredes.ning.com/ e trocar informações interessantes. Tem sido fundamental neste momento participar de redes porque o material sobre a ED no Brasil é pouco e fraco, estamos aos poucos com essas trocas criando um banco de dados importante. Claro, só interessa-me a educação, então não perdendo o foco, tudo fica bem.
    Outro assunto, mandei um e-mail com links, você chegou a ver? Se tiver um endereço específico e quiser receber outros, por favor informe ok?
    Abraço!

    1. Cassia, eu tenho um grand defeito na minha navegação na internet: eu desgraçadamente me esqueço de conferir o e-mail. Eu tenho que melhorar isso, mas afff… não consigo pegar o hábito. O melhor lugar para me enviar esse tipo de informação é a página “contato” aqui do blog.

  11. Quer que eu reenvie em contato?

    1. Não precisa, muito obrigado! Já coloquei nos favoritos. 🙂

  12. Excelente.

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