O “Monstro da Tristeza” também é uma vítima

Pouca gente está entendendo o que eu quero dizer quando questiono “onde estamos errando” em artigos como “Mãe tortura e droga a filha de um ano e cinco meses” e “Chegamos a conhecer as pessoas?“. Vejamos se agora as coisas ficam mais claras.  Continue reading “O “Monstro da Tristeza” também é uma vítima”

Chegamos a conhecer as pessoas?

Cheguei hoje no trabalho e a “Rádio Corredor” estava ligada no volume máximo. Não se falava de outro assunto: anteontem um colega nosso – sujeito sempre simpático e ponderado, farmacêutico bioquímico, substituto da chefe da seção dele, onde eu já trabalhei – matou a facadas a esposa e o filho de seis anos e depois tentou suicídio. A notícia estourou como uma bomba em nossa instituição.  Continue reading “Chegamos a conhecer as pessoas?”

O Paradoxo Tostines e a reação social à criminalidade

Os piores crimes são os mais chocantes ou os crimes mais chocantes são os piores? A questão não é trivial como saber se Tostines vende mais porque é fresquinho ou se é fresquinho porque vende mais. Nos dois paradoxos, se estiver correta a primeira alternativa, estaremos no reinado da ética. E, se estiver correta a segunda alternativa, estaremos no reinado da estética. São dois mundos muito diferentes.  Continue reading “O Paradoxo Tostines e a reação social à criminalidade”

Mãe tortura e droga a filha de um ano e cinco meses. ONDE ESTAMOS ERRANDO?

Nunca a espécie humana produziu tanta riqueza, tanta ciência, tanta tecnologia e tanta filosofia como hoje em dia. Nunca vivemos um período em que a educação, a medicina, a política, a economia e as comunicações estivessem tão avançadas. Já levamos seres humanos à lua e os trouxemos de volta vivos e com boa saúde há mais de quarenta anos. E no entanto não se passa um dia sem que vejamos notícias como “mãe tortura a própria filha de 1 ano e 5 meses”.  Continue reading “Mãe tortura e droga a filha de um ano e cinco meses. ONDE ESTAMOS ERRANDO?”

Para meu maior conforto ou para seu maior lucro?

O consumidor no Brasil é tratado como otário porque é mesmo um otário. Afinal, nunca se organiza para fazer valer seus interesses – e as empresas obviamente se aproveitam disso. Por exemplo, você já percebeu que todas as mudanças promovidas pelas empresas para aumentarem seus lucros são sempre anunciadas como uma grande vantagem para o consumidor, mesmo quando evidentemente não o são?  Continue reading “Para meu maior conforto ou para seu maior lucro?”

Para que serve o Jornal Nacional?

A TV estava ligada no Jornal Nacional lá na sala e eu ouvi a edição de ontem. Lá pelas tantas tive um insight e fiz algumas anotações no celular. Vamos analisar o “conjunto da obra” para avaliar a utilidade do jornal mais assistido no país? Pense comigo.  Continue reading “Para que serve o Jornal Nacional?”

Sexta-feira treze não tem artigo no blog

[Ironic Mode ON]

Sei lá, deve dar azar. Também não vou passar embaixo de escadas, nem cruzar o caminho de gatos pretos e muito menos quebrar espelhos. Essas coisas são muito perigosas. Vou correr pra casa e me meter embaixo das cobertas com um pé-de-coelho numa mão e um trevo-de-quatro-folhas na outra, depois de jogar um punhado de sal grosso sobre o ombro e rezar para Santo Antônio. Assim estarei seguro!

[Ironic Mode OFF]

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 13/07/2012

Quão rápido o mundo pode mudar? (Ou: o crescimento populacional humano e suas conseqüências)

Quando pensamos em “mudanças no mundo” em geral pensamos em mudanças rápidas no estilo de vida devido à evolução tecnológica, como a que os telefones celulares e a internet trouxeram. Mas estão acontecendo mudanças muito mais importantes devido a fatores que estão sendo criminosamente negligenciados – como o crescimento da população humana. E isso vai mudar a sua vida, queira você ou não. Pense comigo.  Continue reading “Quão rápido o mundo pode mudar? (Ou: o crescimento populacional humano e suas conseqüências)”

Os riscos da personalização das buscas digitais

Temos a tendência de achar que todos os serviços e mercadorias personalizados são melhores que os serviços e mercadorias padronizados, mas isso não é sempre verdade. Há casos em que a personalização, ao invés de aumentar a qualidade, diminui. Há casos em que a personalização, ao invés de libertar, aprisiona. O caso das buscas da Google é emblemático. Pense comigo.  Continue reading “Os riscos da personalização das buscas digitais”