Nunca a espécie humana produziu tanta riqueza, tanta ciência, tanta tecnologia e tanta filosofia como hoje em dia. Nunca vivemos um período em que a educação, a medicina, a política, a economia e as comunicações estivessem tão avançadas. Já levamos seres humanos à lua e os trouxemos de volta vivos e com boa saúde há mais de quarenta anos. E no entanto não se passa um dia sem que vejamos notícias como “mãe tortura a própria filha de 1 ano e 5 meses”. 

Veja a notícia original: 

Mãe tortura própria filha de um ano e cinco meses e é presa pela polícia

Mãe torturava e dava drogas para a própria filha

Mãe torturava e dava drogas para a própria filha

Uma mulher foi presa acusada de torturar a própria filha de 1 anos e 5 meses, além de dar drogas para a criança. A suspeita foi presa pela Polícia Civil no bairro Novo Terceiro, em Cuiabá, na tarde de quarta-feira (18).

A mãe da criança, Angélica Nunes da Silva, 25, foi encaminhada para o Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, de Cuiabá. Em 2011, a suspeita foi denunciada pelo Conselho Tutelar e a Polícia Civil instaurou um inquérito policial para investigar. 

A prisão preventiva da mãe da criança de 1 anos e 5 meses foi decretada pela 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar, de Cuiabá, após a conclusão do inquérito policial. Durante as investigações, a delegada Liliane de Souza Santos Murata Costa e sua equipe constataram que a menina estava sofrendo maus tratos graves.

“A mãe não cuidava, não dava banho, jogava a filha no chão. A língua da menina estava queima de cigarro”, relatou a delegada. De acordo com a delegada, até entorpecentes a mãe chegou a dar à criança.

Indiciada 

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, a mulher foi indiciada pelo crime de tortura. “Diante da situação, a promotoria denunciou e requereu pela prisão, que foi decretada pela Justiça”, destacou a delegada Liliane.

A suspeita foi presa pelos investigadores no bairro Novo Terceiro, em Cuiabá, onde ela mora. A mãe da criança foi encaminhada para o Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, onde ficará à disposição da Justiça.

A menina está sob responsabilidade de um casal, parente do pai da criança. O Conselho Tutelar está acompanhado a criança e atestou que ela está sendo muito bem cuidada, segundo informou a assessoria de imprensa da Polícia Civil. 

Fonte: Olhar Direto.

Não postei o artigo para engrossar a ladainha de “ó que monstruosidade” e “esses aí merecem [ainda-mais-monstruosidade]”, mas para questionar: ONDE ESTAMOS ERRANDO?

Sem saber qual é o problema, não encontraremos uma solução, nem com educação, nem com religião, nem com legislação, nem com dez mil tratados de Direitos Humanos. 

Vejam bem: não é “político flagrado com dinheiro na cueca”, é “mãe tortura a própria filha de 1 ano e 5 meses”. Em pleno século XXI. Todos os dias, em todos os canais de TV. 

O que há de errado com a humanidade? 

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 19/07/2012 

Atualização a 22/07/2012

Dados pertinentes solicitados pelo Elvis: 

A tabela mostra o crescimento do número de homicídios no Brasil – indício claro e clássico de aumento de violência – tanto em números absolutos quanto em taxa por cem mil habitantes no período de 1980 a 2010. Está meio ruim mas dá para ler. 

41 thoughts on “Mãe tortura e droga a filha de um ano e cinco meses. ONDE ESTAMOS ERRANDO?

  1. Individualismo e medo das responsabilidades, basicamente.

    1. Eu aucho que é algo mais sinistro, Félix.

  2. O que há de errado com a humanidade?
    Nada, só a imprensa é mais competente em colher notícias (que você classificaria como sensacionalistas!) hoje que no passado.

    Brincadeira. Mas você só me convence que a minha época (uma época excelente e da qual eu tenho orgulho, por mais que não seja um paraíso) é ruim se você apresentar estatísticas que claramente demonstrem o aumento da ocorrência de crimes violentos. O fato de que você vê mais notícias sobre isso na TV não é suficiente pra concluir que há mais crimes ocorrendo.

    1. Seja feita a vossa vontade. 🙂 Confere no corpo do artigo. Acrescentei uma tabela com os dados que solicitaste.

  3. Parece que a própria humanidade enoja da própria existência.
    O duro é que o pessoal desconta seu nojo nas indefesas crianças.

  4. Conclusão: Não existe solução para esse tipo de gente.
    Tolice maior é acreditar na reabilitação dessa gente.
    Hoje essa mulher torturou, amanhã é provável que ela acabe matando.O duro é que uma pessoa dessas acabe torturando outras crianças, e pior é que todos estamos sujeitos a lidar com essa gente.A vítima de hoje foi a própria filha, amanhã pode ser o filho de outro, já pensaram na possibilidade dessa mulher ser uma babá.Casos parecidos é que não faltam por ai.
    Torturadores e assassinos: prisão perpétua.

    1. Calma, calma. O nosso foco tem que ser descobrir as causas para evitar que isso aconteça e não apenas punir quem faz, o que não inibe novas barbaridades e ainda nos obriga a sustentar a destruição de muitas outras vidas.

  5. É…
    Elvis, pelo frigir dos ovos, a sua percepção da realidade se difere bastante da minha ou do Arhur.Isso está bem evidente na última frase proferida por você, quer dizer que a humanidade não é violenta e o que a imprensa divulga são dados irreais ou imprecisos? E o povo está sofrendo de histeria?
    Sei não…

    1. Acho que o Elvis não conhecia as estatísticas com que atualizei o artigo.

  6. Arthur,

    Eu acho que esse tipo de coisas, e coisas até piores, sempre existiram, e em número muito maior. Só acho que agora a sociedade tem a capacidade de divulgar uma informação para um número enorme de pessoas numa velocidade incrível. Aliás, o fato de a maioria da sociedade se chocar com algo assim é uma coisa boa. Talvez, no passado, nem ligariam.

    1. Bem, não vou comparar as estatísticas atuais com a época do Gengis Khan. Mas nos últimos trinta anos a coisa vai de mal a pior. E os dados são oficiais.

    2. Mas as estatísticas se referem ao Brasil. Não à Humanidade. Podem refletir outras coisas, inclusive o aumento de precisão nas estatísticas.

    3. Resposta poética:

      .

      Five Ways to Kill a Man

      There are many cumbersome ways to kill a man.
      You can make him carry a plank of wood
      to the top of a hill and nail him to it.
      To do this properly you require a crowd of people
      wearing sandals, a cock that crows, a cloak
      to dissect, a sponge, some vinegar and one
      man to hammer the nails home.

      Or you can take a length of steel,
      shaped and chased in a traditional way,
      and attempt to pierce the metal cage he wears.
      But for this you need white horses,
      English trees, men with bows and arrows,
      at least two flags, a prince, and a
      castle to hold your banquet in.

      Dispensing with nobility, you may, if the wind
      allows, blow gas at him. But then you need
      a mile of mud sliced through with ditches,
      not to mention black boots, bomb craters,
      more mud, a plague of rats, a dozen songs
      and some round hats made of steel.

      In an age of aeroplanes, you may fly
      miles above your victim and dispose of him by
      pressing one small switch. All you then
      require is an ocean to separate you, two
      systems of government, a nation’s scientists,
      several factories, a psychopath and
      land that no-one needs for several years.

      These are, as I began, cumbersome ways to kill a man.
      Simpler, direct, and much more neat is to see
      that he is living somewhere in the middle
      of the twentieth century, and leave him there.

      –Edwin Brock

    4. Resposta menos poética:

      Numa primeira pesquisa grosseira encontrei dados contraditórios. Mas cada tipo de informação tem um viés distinto.

      Quem diz que “nunca a humanidade foi tão pouco violenta” em geral busca dados sobre um grande período de tempo. Comparam a situação do século XX e do início do século XXI com a Idade Média, por exemplo. Ou com os séculos de lá pra cá.

      Quem diz que “a violência está aumentando” em geral busca dados sobre as últimas décadas apenas. E é isso que me interessa.

      Eu não quero saber se na Idade Média qualquer um podia pegar um exército e sair saqueando e matando. O interesse disso para mim é mera curiosidade histórica. Aquele mundo não existe mais e não vai voltar – pelo menos não enquanto o atual modelo civilizatório conseguir se manter em pé. Mas o mundo das últimas e das próximas décadas é o meu mundo – e neste mundo estamos todos sendo ameaçados por inúmeras variáveis, algumas das quais eu tenho discutido aqui no blog: superpopulação, desestabilização climática, nova ascensão do fascismo, imposição de legislação racista, sexista e coletivista, etc.

  7. Lendo isso eu sempre lembro daquela mulher acusada de colocar cocaína na mamadeira da filha e que foi barbaramente agredida na prisão. Depois se descobriu que tudo não passou da tentativa de um médico de encobrir o estupra da coitada da mãe.

    1. O que é algo que também demonstra que há algo errado com a humanidade.

  8. O que há de errado com a humanidade?

    É uma pergunta bastante adequada para os sociólogos e psiquiatras de plantão.
    Com a população aumentando de forma progressiva, gente com falha grave de personalidade e moralidade torta, vão pipocando ali e aqui.Como a informação está cada vez mais veloz numa progressão também geométrica, a percepção de piora é sempre presente.O que não deixa de ser inevitável.
    O problema maior é que coisa desse tipo acabe se tornando cada vez mais banal, o que não deixa de ser grave e principalmente preocupante.Estamos cada vez mais entorpecidos com a violência isso se não estamos nos tornando sádicos em potencial.
    Tão logo, vai ter pessoas dizendo é mais um na fila.
    O número de homicídios de jovens de 0 a 19 anos aumentou de forma bastante assustadora, nunca se matou tanto quanto agora.Supera em muito as guerras. Estamos em uma guerra invisível.A tortura é mais um indício que a coisa por si só está bastante horrível.

    1. Os biólogos também tem algo a dizer… 🙂

  9. Concordo com Alexandre. Acrescento que o crescimento exponencial da populacao favoreve a impessoalidade, a falta de responsabilizacao e a falta de controle comunitario natural. Aumenta por sua vez a banalizacao do horrivel. Contribui ao escalonamento da severidade das acoes dos que tem disturbios de conduta…

    1. Sociobiologia.

      quod erat demonstrandum

      Bem por aí.

  10. Sinceramente, são apenas casos isolados, algo que sempre ocorreu e ocorrerá. Nos chocam justamente por isso, por serem a exceção ao comportamento padrão. O que importa é não deixar de vê-los como o que são e não incorrer no risco de tomá-los como a regra da sociedade, dizendo que estamos mais violentos.

    1. Lê as estatísticas que acrescentei no artigo. Elas derrubam esse argumento. Estes casos não somente não são exceção como estão aumentando tanto em números absolutos quanto relativos. É muito preocupante.

  11. Será?
    Então me explica por que o país é considerado um dos mais violentos no mundo?
    Teve uma pesquisa recente que uma boa boa parte da população apoia o uso da tortura nos interrogatórios dentro das delegacias, sobretudo para o crime de estupro.
    Portanto cuidado nas baladas, se porventura uma suspeita de estupro cair sobre você, se prepare para uma eventual pancadaria dentro da delegacia, com certeza você confessa crimes da segunda guerra.

    1. É… Isso é uma coisa que pouca gente lembra… Quase todo torturado confessa, seja ele culpado ou inocente. E isso também mostra que há algo errado com a humanidade.

  12. Bem, não vou comparar as estatísticas atuais com a época do Gengis Khan.
    HAHAHAHHAHAHAHAHHA, cara, eu tive de segurar o riso aqui pra não acordar todo mundo!

    Bom, com essa estatística fica claro que a taxa de homicídios por 100 mil habitantes aumentou quase 2,5 vezes em 30 anos. Entretanto, pelo que entendi do espírito do seu artigo, o problema que você acha pior é a ocorrência crimes que chocam, como uma mãe torturar e drogar uma filha, e não um assassinato mais genérico, tipo um jovem morto pelo tráfico por dívidas.

    Não que eu suponha que você acha desimportante esse segundo caso, mas pelo que entendi, o que o deixa mais indignado não é esse tipo de crime.

    Se eu entendi certo, essa estatística não dá credibilidade à suposição de que há algo “mais sinistro”, como você disse ao Félix, de errado com a sociedade. De fato, pode ser que a quantidade de homicídios tenha aumentado em resposta a vários fatores relativamente corriqueiros: diminuição na qualidade/quantidade de policiamento, migração em massa e consequente formação de grande contingente pobre, ou algum outro fator.

    Perceba, eu não estou dizendo que não há um erro grave na sociedade, como você disse. Mas, mesmo com essa tabela, não fica provado que crimes como “mãe tortura e droga a filha bebê” estão acontecendo mais. E eu acho que a quantidade de crimes desse tipo expostos na mídia não é um bom critério para medir a quantidade que realmente ocorre.

    1. Sim e não. Talvez. É, quem sabe. Não, peraí, acho que sei explicar. 😛

      Aqui a explicação: http://arthur.bio.br/2012/07/25/comportamento/o-paradoxo-tostines-e-a-reacao-social-a-criminalidade#.UBBVEhbs1xA

  13. Eu acho que essas mulheres de hoje não estão preparadas para serem mães.

    1. Comentei a noticia Paula, e não o artigo do arthur, pois acho um absurdo o que andam fazendo com nossas crianças hoje, e não podia deixar de comentar, o que está se tornando tão banal, mesmo que o artigo abranja e nós de uma forma geral.

    2. Ser mãe está fora de moda. “Da hora” é terceirizar a maternidade para priorizar a carreira – e culpar os homens por não ajudarem a lavar as cabaças após caçarem os mamutes.

      Incrível como pouca gente percebe que o feminismo nunca foi um “movimento de libertação das mulheres” e sim um movimento de machificação das mulheres. Todas as tarefas atribuídas às mulheres ao longo de dezenas de milhares de anos de evolução continuaram a ser igualmente desprezadas pelas feministas, que sempre exigiram ocupar o mesmo espaço que os homens ao invés da valorização das tarefas historicamente femininas e da família.

      Mas vai dizer isso em um mundo onde a (histeria) hegemonia cultural neo-feminista é dominante e verás o tipo de ataque ad hominem e vociferação de clichês que virá em retorno…

    3. Arthur voce não acha que as carreiras hoje não tem a ver com o cenário economico tambem ao inves de ser uma escolha?

    4. Ué… uma coisa exclui a outra?

    1. Estávamos errando na mesma coisa menos 47 anos.

      Agora temos 47 anos a mais de experiência e evolução e continuamos errando na mesma coisa.

      Ou seja, se realmente estivermos parados na mesma posição, então estamos pior.

  14. 3 coisas distintas:
    1- A violência na história humana, aonde questões temporais e locais(Idade Média na Europa por exemplo) indicam sim que a humanidade já foi mais violenta.
    2- A violência na fase contemporanea, que também é relativa a tempo(na tabela a violência cresceu se comparado aos ultimos 30 anos porém até diminuiu um pouco se comparado a 10 anos atrás) e espaço(aumentou no Brasil mas diminuiu na Espanha, por exemplo).
    3- A violência extremamentee chocante, como o caso do artigo ou o caso do link que eu postei. Este tipo de caso sempre existiu, existe e sempre existirá. Este tipo de caso sempre foi exceção, é excecão e sempre será exceção.

    O engraçado é o Arthur não querer ligações entre a 1 e a 2, e no entanto faz ligação entre a 2 e a 3. Sendo que 1 e 2 estão ligados sim, a 3 é que nada tem a ver com 1 e 2.

    1. A questão é que a “coisa 1” não importa mais para ninguém. Como eu já disse, as estatísticas de criminalidade ou violência da época do Gengis Khan não fazem diferença alguma para quem vive hoje em dia. Os contextos eram tão diferentes, a situação social, econômica e política era tão distinta, até mesmo os conceitos de “ser humano” e de “violência” eram tão outros, que não há como usar dados daquela realidade para justificar ou refutar qualquer coisa da nossa realidade.

      Ora, se a coisa 1 não é comparável com nada dos dias atuais, então não adianta compará-la nem com a coisa 2, nem com a coisa 3. Deixa a coisa 1 pra lá e vamos nos concentrar na 2 e na 3.

      A coisa 2 é a que me preocupa. E ela tem, sim, uma certa relação com a coisa 3 e com a exposição freqüente da coisa 3, que é outra coisa que me preocupa.

      Há poucas décadas atrás, uma notícia de pancadaria em um bar chegava a ser comentada nas rádios. Socos e pontapés, nada além disso, ninguém gravemente ferido, ninguém morto, já constituíam um evento que provocava a repulsa dos cidadãos.

      Hoje em dia, uma pancadaria em um bar não chega a ser comentada nem pela vizinhança. É só mais uma. Mutilações e mortes só são comentadas quando o contexto é muito excepcional. Acabo de ouvir uma chamada do Fantástico para o caso do “Monstro da Tristeza”, meu colega de trabalho que matou a esposa e o filho de seis anos. Dentro de duas semanas, o nome dele talvez esteja associado a nomes como Richtofen ou Nardoni… e estaremos à espera do próximo caso hiper-mega-chocante do tipo. Como se fosse muito natural que isso se repita.

      O fato do tipo de caso “coisa 3” ser exceção ontem, hoje e amanhã, portanto, não é tão problemático quando o fato de a visibilidade deste tipo de caso ser diferente entre ontem, hoje e amanhã, porque isso embota nossa capacidade de estudar, compreender e gerenciar tanto o tipo de caso “coisa 3” quanto o tipo de caso “coisa 2” devido a nossa dessensibilização à violência.

      Ninguém diz “precisamos estudar o que acontece com estas pessoas para tentar mudar algo na estrutura e no funcionamento da nossa sociedade de modo que a probabilidade de acontecimento deste tipo de tragédia seja reduzida”.

      Ninguém questiona “será que devemos dar publicidade a este tipo de caso, dessensibilizando as pessoas com constantes exposições à brutalidade gratuita? Será que a simples exposição disso na imprensa já não é um fator de inibição da formulação de estudos e estratégias de evitação de tais tragédias?”.

      Há vários pontos onde estamos errando. Talvez o principal deles seja não se importar se estamos errando, ou tentar justificar nossos erros listando as dificuldades para corrigi-los ao invés de enfrentá-las.

  15. “onde estamos errando..” olha, qto a essa sua pergunta, eu não sei, mas no caso dessa mulher com certeza foi falta de camisinha….

    1. HAHAHAHA!!! Incrível conseguires fazer piada com isso! Mas eu ri! 🙂 Acho que estou aprendendo a proteger o miocárdio do infarto…

  16. Estamos até melhores.

    Em algumas coisas.

    Flávio Josefo conta que (70 d.C ) naquele tempo as crianças eram simplesmente mortas,quando ofereciam algum empecilho.

    No Império Romano as crianças eram abandonadas no lixo,a maioria morria ou era criada escrava.

    Dois exemplos de como o ser humano precisa evoluir muito.

    1. Já passamos um pouquinho deste estágio.

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