Pifou de novo a fonte do meu notebook. Raios! Lá se vão mais uns cento e poucos pila… 

(*)  É “pila” mesmo, não “pilas”. Ao menos nunca vi flexão de número em “pila”. Mas se alguém puder comentar alguma coisa sobre a origem, o uso e a gramática do “pila”, agradeço. Parece que o termo é usado até mesmo em Portugal. 

(**) Aqui está um bom exemplo de artigo sem pé nem cabeça que muda de assunto na metade e contraria todas as normas de redação para um bom artigo. Mas o blogueiro está com 21% de bateria no notebook, então vai assim mesmo. 

(***) Só para voltar ao tema que deveria ser o principal, onde eu arranjo uma fonte original da Intelbrás em Porto Alegre? Malditas fontes Made in China – todas elas. E não consigo encontrar uma fonte feita em outro lugar. 

Fui. Bateria em nível crítico. 

13 thoughts on “Sempre pode piorar (3)

  1. Meu notebook é o Intelbrás i268, e a fonte já tá pedindo uma nova. Bateria também já era. Então eu comecei a procurar onde comprar e tive que revirar a internet atrás de alguma coisa. Demorou, mas encontrei este link aqui: Fonte Paralela Intelbras i268/i270/i271/i330.
    Veja se serve pra você. =)

    1. Valeu, mas não veio o link! 😛

    2. Ops, desculpe pela falha. Minha habilidade no HTML é indubitavelmente nenhuma. Lá vai:

    3. É assim que se faz, Elise:

      < *a href="link" target="blank">TEXTO VISÍVEL

      Basta tirar os asteriscos e substituir a palavra link pelo link completo (com http barra barra dois pontos) e as palavras TEXTO VISÍVEL pelo texto clicável para abrir o link.

      Obrigado pela dica! Lembrei que vi uma fonte dessas em uma lojinha de bairro em Porto Alegre. Vou lá ver o preço segunda-feira. 🙂

    4. Oba, obrigada! Eu lembro que quando eu tava arrumando o meu blog eu até conseguia fazer os links funcionarem, mas agora que o pobre tá lá jogado às traças e teias de aranhas, esqueci tudo…
      E de nada, hehehe… eu ainda tou enrolando pra comprar a fonte do meu notebook. Talvez quando ele pifar eu compre… maldita procrastinação…

    5. Ainda não comprei a nova também. 😛 Estou usando uma que funciona “mais ou menos”.

  2. hum.. O que você me diz sobre o preconceito lingüístico Athur? Acha que deve ser considerado crime?

    1. Nãããããão! Por mais que me dê vontade de meter o Lula e a Dilma na cadeia toda vez que ele abre a boca, não me considero criminoso. 😛

      Na real acho que nenhum preconceito deve ser crime. Preconceito se cura com cultura e esclarecimento (e no meu caso com o Lula e a Dilma não é “preconceito”, é “conceito”).

      Aliás, ter que aturar o Lula e a Dilma discursando é um preço que eu pagaria com prazer se fosse o preço para trazer tolerância vocabular ao Brasil. Mas é claro que os “politicamente corretos” acham que isso só vale para um lado…

      Por que é que temos que aturar o/a presidente da República torturar, mutilar e assassinar o português mas não podemos usar palavras consagradas como “viado”, “vagabunda” e “crioulo”?

  3. Meu irmão chamava usava Pila no lugar de dinheiro,também tinha o sentido de coisa barata.

    A origem do sinônimo “PILA” para dinheiro.
    “O termo pila vem de Pilla, que foi um político Brasileiro do estado do Rio Grande do Sul(RS) que segundo consta, em determinada eleição distribuía metade da nota de dinheiro para os eleitores que estavam prestes a votar, na promessa de entregar a outra metade se fosse eleito. Os cabos eleitorais entregavam a metade da nota dizendo o nome do canditato “Pilla”… e este termo para dinheiro chamado de “Pila” foi rapidamente assimilado pelos populares, espalhando-se como sinônimo de “dinheiro”, inclusive em (SC) e depois pelo resto do Brasil, já que muitos gaúchos com o passar do tempo migraram para outros estados do país.”

    http://combatevolution.wordpress.com/2010/03/06/pila-a-moeda/

    http://anaferriseganfreddo.blogspot.com.br/2011/10/o-dinheiro-pila-no-rio-grande-do-sul.html

    1. E como isso chegou a Portugal?

    1. Estranho. Não é essa a informação que tenho. Mas tenho amigas em Portugal, vou conferir o significado real. Agora fiquei curioso mesmo.

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