Vídeo de um minuto e dezoito segundos em que o escritor Phillip Pulmann esclarece os direitos e os limites quanto à liberdade de expressão. Simples, direto, esclarecedor, coerente e civilizado.

Interessante que para defender a posição oposta foram necessários cinquenta e um minutos e trinta e seis segundos no documentário de Pedro Arantes que sugere a liberdade de expressão só pode ser exercida contra as “vítimas corretas”. Sutilmente editado para parecer coerente e civilizado. 

49 thoughts on “Ninguém tem o direito de não ser ofendido

  1. “Ninguém tem o direito de não ser ofendido”
    É diferente de
    “Ninguém tem o direito de não se sentir ofendido”

    Penso que em uma verdadeira democracia,os dois pontos de vista devem ser respeitados.
    Eu sou partidário dos dois.

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