17 thoughts on “Só é sexismo quando os homens fazem

    1. É interessante… Mas não tanto que me faça querer escrever novamente sobre o assunto. Andei debatendo o Estatuto do Nascituro nos últimos dias e ainda estou pensando se vou trazer o debate para cá, visto que isso gerará outro debate. Acho que preciso de uns dias para refrescar a cabeça depois de discutir aborto.

  1. o link esta errado: “file:///home/arthur/Downloads/V%C3%ADdeos/Assistidos/Sexismo/S%C3%B3%20%C3%A9%20sexismo%20quando%20homens%20fazem%20-%20Leg%20PT-BR%20-%2010Youtube.com.mp4”

    1. Corrigido. Obrigado.

  2. A Sharon Osbourne apoiando uma coisa dessas, que o velho Ozzy fique esperto com ela, vai lá saber se ela não faz a mesma coisa. Achava que as coisas absurdas fosse privilégio por aqui, ledo engano.

  3. Rafael Holanda

    10/06/2013 — 00:13

    Acho interessante como a maior parte dos comentários das feministas na pág. do vídeo usa o argumento “isso é um caso isolado. Não há como condenar o feminismo pela atitude de poucas mulheres”.

    Entretanto, como afirmei no comentário que fiz na mesma página, o mais correto seria o Movimento Feminista se pronunciar publicamente denunciando a atitude sexista das comentaristas e pedindo a sua punição.

    Infelizmente, como sabemos, isso não irá ocorrer. Aparentemente, ainda existem tantas discriminações para com o gênero feminino quanto existiam na década de 50. Por isso, o Movimento não se pode dar ao luxo de gastar seu preciosíssimo tempo e esforço combatendo um sexismo que não afeta as mulheres.

    1. Rafael Holanda

      12/06/2013 — 15:21

      Gozação. Não nego que, sim, ainda existem situações em que as mulheres são preteridas por um critério injusto de gênero. Porém, isso não irá me impedir de denunciar o Movimento Feminista, um movimento supostamente voltado pra IGUALDADE DE GÊNERO, como um movimento que é determinado a acabar com certas injustiças (aqueles que afetam as mulheres) mas tergiversa e ridiculariza outros tipos de injustiça (aquele que afetam os homens).

      Não sei o motivo desse comportamento, mas gosto de chamá-lo de “a vítima aqui sou eu”. Sempre que discuto questões de gênero com feministas (praticantes e não-praticantes – qualquer semelhança com uma religião é proposital) e tento enxergar o problema sob a ótica do homem, elas ficam enraivecidas e partem pro ad hominem. É uma reação parecida com “ei, eu sou a vítima aqui, tá lembrado? Então, como eu estava falando dos MEUS problemas…”.

    2. Enquanto houver alguma mulher sofrendo mutilação genital em alguma parte do mundo não adianta tentar argumentar com feministas. Deveria haver uma lei de Godwin para mutilação genital feminina em países distantes.

    3. Ufa! Que alívio, Rafael!

      Não me leva a mal, mas gato escaldado tem medo de água fria. Eu já vi tanta gente falar a sério coisas que eu não conseguiria dizer sem muuuuuita aula de teatro que preciso perguntar ao menor sinal de dúvida – ou de outro leitor interpretar a sério, quando isso acontece aqui no blog.

      O grande problema é que todos nós sempre acreditamos que os movimentos sociais feminista, negro e gay – e outros, que representam realmente minorias e portanto nem lembramos – defendiam Direitos Humanos, mas isso não é verdade. Cada um deles defende exclusivamente os interesses de seu próprio gueto.

      Quando a esquerda alcançou o poder no Estado brasileiro e sindicalizou a sociedade para mais facilmente governá-la, isso simplesmente começou a se tornar claro. Isso é conveniente para muitos nos estágios iniciais de implantação, o que faz com que interesses egoístas de curto prazo predominem sobre os interesses comuns de longo prazo, e demora (propositalmente) para gerar tanta injustiça que obrigue um contingente suficientemente grande de pessoas a reagir.

    4. André, o equivalente da Lei de Godwin no Feminismo é a palavra “machista”. Pode observar. Qualquer citação desta palavra encerra o debate racional e inicia a pregação messiânica feminazi.

      Claro, existem variantes. “Igualdade material”, “opressão histórica”, “homem sempre [qualquer coisa]” e “homem não precisa de [qualquer coisa que elas reivindicam]” são as principais. Todos estes caminhos levam a Roma.

  4. Acho que esse é aquele mesmo maluco que falou sobre a marcha do orgulho hétero, o Kincaid… acertei?

    1. É a mesma criatura. Tapei o nariz e postei. Puro comodismo meu.

  5. Assino em baixo.
    O cara tem um ponto de vista bastante lúcido sobre o assunto apenas fazendo comparações simples.
    O engraçado é que sempre quando vi esse vídeo sendo discutido nos círculos feministas, o argumento usado era o que não se pode classificar um movimento com base nas ações de um grupo isolado, e isso é uma prova clara da falta de interpretação da ideia central do vídeo, ou até má fé.
    A questão é que existem sim, muitos causos que são ignorados pela esfera feminista que jura defender a bandeira da igualdade, porém não é o caso.
    Como o fato de mulheres terem penas 40% mais brandas do que homens, cometendo os mesmos crimes, nas mesmas circunstâncias, isso é por si só um tremendo absurdo, e mais absurdo ainda é pregar igualdade em outros setores e ignorar esse óbvio privilégio.
    Como você mesmo disse nos seus textos sobre o politicamente correto, não existem ações certas ou erradas, existem AGENTES certos ou errados para praticar essas ações, o vídeo só reforça a sua ideia (que aliás, também concordo) que NUNCA nos tempos atuais a igualdade que é sempre pregada para legitimar esses movimentos foi de FATO defendida.
    Nossa, estou meio revoltado hoje, rs

    1. Está corretíssimo na análise. Continue revoltado! 🙂

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