O artigo de hoje não foi escrito por mim. Trata-se da transcrição de uma pergunta e uma resposta que foram publicadas no Orkut, numa comunidade pública, entre meus amigos Roberto, que abriu o tópico com o título igual ao deste artigo, e Amelio, que é o Chef em questão e vive em Londres. O texto se refere ao momento político vivido no Brasil, em comparação com o que acontece na Inglaterra. Ignorem a falta de acentos no texto do Chef, porque o teclado dele não está configurado para a língua portuguesa.  

Pergunta do Roberto:

Chef, aqui no Brasil, quem fica indignado com mandos e desmandos, paga impostos e quer saúde, educação, segurança, probidade e não quer ver corrupção na política, alianças espúrias e fisiológicas, e nem impunidade. Quem é contribuinte, paga muitos impostos e quer que este dinheiro, ou parte dele, venha de retorno a ele(contribuinte) em melhorias públicas e se manifesta quando suas demandas não são atendidas é chamado de…

…nazista, fascista, golpista, reaça, neocon, entre outros apelidos carinhosos.

Já que você mora em Londres, me responda a seguinte pergunta:

Na Inglaterra, quem fica indignado com mandos e desmandos, paga impostos e quer saúde, educação, segurança, probidade e não quer ver corrupção na política, alianças espúrias e fisiológicas, e nem impunidade. Quem é contribuinte, paga muitos impostos e quer que este dinheiro, ou parte dele, venha de retorno a ele(contribuinte) em melhorias públicas e se manifesta quando suas demandas não são atendidas é chamado de que? 

Resposta do Chef:

Tres pontos que preciso comentar. 

1. Sobre

“e se manifesta quando suas demandas não são atendidas é chamado de…

…nazista, fascista, golpista, reaça, neocon, entre outros apelidos carinhosos.” 

Hoje os canhotos no poder (Haddad, Dilma) tentaram, ainda que por pouco tempo, fazer esses protestos parecerem vandalismo ou dizer que e’ coisa de reaca. Eles mudaram o discurso quando a coisa cresceu em proporcao.

Basta lembrar que 30 anos atras eram os canhotos relinchando nos protestos. Tem uma foto classica de Lula e FHC juntos liderando um protesto.

Ou seja e’ o partido no poder que sempre tentara’ dar um rotulo ao protesto.

Em marketing politico americano (quem assiste Boss ou House of Lies, ou quem acompanhou a reeleicao de Obama) vai lembrar, eles tem uma maxima: “se voce nao se definir, seus oponentes vai achar uma maneira de te definir”.

Esse e’ o grande problema dos protestos no Brasil, primeiro foi pelas passagens de onibus de S. Paulo, depois se alastrou pelo pais. Reporteres pergunta para manifestantes nas ruas pelo que eles estao se manifestando e cada um da’ uma resposta diferente. Ou seja, nao ha’ uma denificao. Sem definicao, o partido no poder da’ ‘as manifestacoes a definicao que quer. 

2. Sobre: 

“Quem é contribuinte,” 

E’ importante ressaltar essa mentalidade (que eu sempre achei estranha): o contribuinte.

Veja a diferenca. No Brasil quem paga imposto e’ chamado de contribuinte. E’ como se a pessoa estivesse dando uma contribuicao. Eu nao entendo. Eu nao sou contribuinte, nao e’ uma escolha minha a de contribuir. Eu sou obrigado a pagar meus impostos, por lei. Entao nao e’ uma contribuicao, e’ um pagamento. Eu pago o governo e o governo em troca me provem com servicos. E’ uma relacao comercial.

Aqui na Inglaterra eles nao chamam de “contribuinte”, eles dizem: “taxpayer” (pagador de impostos). Eu nao sou um contribuinte, eu sou um pagador. E como pagador que esta’ pagando por um servico eu exijo que esse produto seja de uma qualidade “aceitavel”.

Essa e’ a diferenca fundamental entre um brasileiro e um ingles (ou americano, canadense, alemao). Eles exigem saber o que esta’ sendo feito com o dinheiro que eles “pagaram” (veja bem, nao contribuiram, pagaram) para o governo fazer tal e tal coisa.

Pergunte a um ingles quanto ele paga de imposto e a maioria te dira de cor e salteado. Pergunte a um brasileiro. Voce vai sofrer pra encontrar um brasileiro que saiba o que ele paga de imposto. Eu nao lembro nenhuma vez meu pai comentando o quanto ele paga de imposto. Nao e’ da nossa cultura. O ingles, mesmo os mais abastados, contam o dinheiro, mantem controle do que tem e sempre questiona porque ele tem de tirar do bolso e dar para o governo. Porque o governo precisa e o se sera’ bem feito. 

O ingles nao tolera corrupcao, mesmo minima. Isso nao significa que nao haja corrupcao na Inglaterra. Com certeza que deve haver… mas se ha’ a coisa e’ muito, mas muito bem escondida mesmo. Eles tem um sistema de checagem que funciona. Qualquer um, eu digo qualquer um mesmo ate’ eu, pode checar o quanto o representante parlamentar dele gasta. Qualquer um. E cada representante tem de manter um escritorio na regiao que ele representa aberto. Aqui se voce tem um problema na escola do seu filho voce escreve para seu representante e, acredite, eles respondem. Tivemos um problema com o estacionamento do nosso predio. Alguns vizinhos fizeram uma reuinao, dessa reuiniao produziram uma carta exigindo providencias e mandaram para o representante da regiao que moramos e a resposta dele veio em cinco dias. O sistema funciona.

Quanto se descobre que um representante aprontou alguma e’ exigido que ele peca demissao. Veja bem: essa e’ a atitude esperada que deve de partir de quem e’ descoberto ser corrupto mesmo antes do caso ser julgado.

Recentemente foi o ex-ministro da educacao, quando ainda no cargo, teve um problema por causa de uma multa de trafego. Uma multinha de trafego de nada. Ele, pra nao perder pontos em sua carteira disse que esposa estava dirigindo (obvio que ela aceitou). Depois de descoberta coisa, ele largou sua cadeira no parlamento, deixou o ministerio e passou oito meses na prisao. Isso aconteceu esse ano. O ministro da educacao do Reino Unido na cadeia por causa de uma simples multa de trafego.

Eles levam isso muito a serio. O povo nao tolera corrupcao seja qual forma ela tomar.

Um brasileiro nao daria a minima se o ministro Mantega levou uma multa de trafego. Renan Calheiros esta’ no poder.

Uma comparacao, Jackie Smith, pediram que ela deixasse o cargo como lider da oposicao porque descobriram que (veja que ridiculo) o marido dela comprou um DVD de um filme com o cartao corporativo dela. Serio… parece ridiculo. Um unico DVD! Deve custar o que, 10 libras? 20 se muito. Pediram a cabeca dela. Outro parlamentar foi duramente criticado porque sua esposa comprou uma cortina! Uma unica e simples cortina.

Ou seja, se eu quiser ver o como meu parlamentar esta’ gastando o dinheiro que eu, o pagador de taxas, dou pra ele, eu posso investigar. E qualquer abuso, por mais ridiculo que pareca, e’ questionado.

Veja no Brasil, qual foi a ultima vez que voce entrou em contato com um representante seu? Qual a ultima vez voce questionou o seu vereador? Qual a ultima vez alguem investigou como o deputado estadual da sua area esta’ gastando o dinheiro de seu escritorio publico?

O brasileiro nao vai atras, nao questiona, nao investiga, nao liga… E tem uma aceitacao de corrupcao que vai alem do limite. 

3. Sobre: 

“probidade e não quer ver corrupção na política, alianças espúrias e fisiológicas, e nem impunidade.” 

Mas aqui o sistema e’ parlamentarista. So’ ha’ dois partidos majoritarios, um terceiro partido pequeno e praticamente so’ isso. Os outros dois partidos recebem algo em torno de 5%.

O povo e’ ideologico em sua maioria. Ou voce e’ esquerda ou e’ direita e nao ha’ muita putaria no meio. Entao o eleitor sabe em quem votar antes mesmo das eleicoes chegarem.

Aqui quando ha’ campanha e’ uma briga pelos indecidos, que geralmetne sao 10% da populacao. Porque o resto ja’ tem partido desde que nasceu.

Ou seja, voce nunca vera’ na Inglaterra um partido de esquerda aliar-se a um partido de direita. O partido menor, do centro sim, as vezes puxa aqui e ali. Mas a grande maioria dos parlamentares sentam em um lado ou do outro e ponto final.

O que acontece no Brasil deveria ser proibido por lei. Se o comando central do PT se posicionar contra o PSDB, deveria ser proibido que o PT de Rondonia se alie com o PSDB de Rondonia. Isso se da’ porque nao existe ideologia na politica brasileira. E’ um samba do crioulo doido, vale-tudo, o que importa e’ vencer e honra ou moral que se dana.

Mas isso so’ acontece porque o povo brasileiro mesmo nao da’ a minima, nao questiona e continua votando.

Se eu voto no PT e descubro que uma parte do meu partido se aliou ao PFL em algum estado eu tenho o dever moral de gritar contra isso, ou o partido muda ou eu deixo o partido. Mas, veja, os proprios seguidores do partido continuam seguindo o partido, acham isso normal.

Se o eleitor e’ imoral, nao se pode esperar que o politico seja moral. E o resultado nao pode ser outro.

Por isso eu abraco essas manifestacoes, sejam elas da direita ou esquerda. O problema do Brasil e’ a falta de moral, na politica e na sociedade. Uma hora essa mentalidade tem de mudar. 

Eu acho que um sistema parlamentarista seria melhor para o Brasil. 

Espero que eu tenha respondido sua pergunta… 

Ô se respondeu, Chef! Ô se respondeu!

Depois o tópico foi desvirtuado pelos esquerdistas, como sempre, e o Roberto postou o seguinte fechamento: 

Fechamento do Roberto:

Esclarecimento(deveria ser desnecessário mas sacumé)

Eu perguntei como quem fica indignado com mandos e desmandos, paga impostos e quer saúde, educação, segurança, probidade e não quer ver corrupção na política, alianças espúrias e fisiológicas, e nem impunidade. Quem paga impostos e quer que este dinheiro, ou parte dele, venha de retorno a ele(contribuinte) em melhorias públicas e se manifesta quando suas demandas não são atendidas é chamado na Inglaterra por um motivo muito simples.

O Chef, um membro ativo na comunidade, mora na Inglaterra. 

Como no Brasil quem fica indignado com mandos e desmandos, paga impostos e quer saúde, educação, segurança, probidade e não quer ver corrupção na política, alianças espúrias e fisiológicas, e nem impunidade. Quem paga impostos e quer que este dinheiro, ou parte dele, venha de retorno a ele(contribuinte) em melhorias públicas e se manifesta quando suas demandas não são atendidas é chamado de…TFP, integralista, nazista, golpista, alienado e tals…

Eu queria ver se isso acontece no mundo todo. Pelo que o Chef disse, na Inglaterra isso não acontece. Fico aliviado. 8)

Roberto e Amelio – arthur.bio.br – 24/06/2013 

12 thoughts on “Uma pergunta ao Chef

  1. Quando eu leio, logo no começo, algo como “30 anos atras eram os canhotos relinchando” já fico com um certo receio do que virá pela frente. Pode ser preconceito, mas é muito parecido com o estilo do Olavo de Carvalho.
    Nas questões miúdas temos muito a aprender com os ingleses. Mas com toda essa ética e cidadania, a Inglaterra andou injetando dinheiro público em empresas com modus operandi bem suspeitos, fora as participações esdrúxulas nas guerras Bushobamanianas. Fica parecendo um tipo de ética muito comum entre professores universitários, que eu chamo de ética da bagatela. Conheço vários professores muito ciosos que fazem questão de devolver um troco que veio a mais na compra do salgadinho na cantina, mas se sentem bem à vontade para fraudar um concurso de provas e títulos para contratação de um docente.
    Num sistema de 2 partidos é relativamente fácil formar maiorias e garantir alguma governabilidade. O ideal seria que o Brasil caminhasse para algo assim. Embora seja muito difícil, nosso congresso tentou impor regras que dificultassem ainda mais a pulverização partidária (numa época em que a Marina ainda estava no PV). O que aconteceu? O STF (rasgando a constituição) bagunçou tudo, e os defensores do absurdo ainda querem fazer crer que é uma conspiração anti-Marina.
    Quanto ao fechamento do Roberto: imbecis tem com todas as cores, talvez tenha mais esquerdistas imbecis visto que são mais numerosos, tendem a ser mais pobres e pobre tende a ter uma escolarização mais precária.

    1. André, o Chef não tem nada a ver com Olavo de Carvalho. O Chef é intelectualmente honesto e procura ser coerente, o que já o coloca em uma categoria totalmente distinta do Olavão. Que certos esquerdistas relincham não é bem assim uma coisa muito difícil de constatar na comunidade de onde tirei o texto… 🙂

      E que direito achas que os deputados têm de impedir a formação de novas legendas para concorrerem contra eles? O STF não rasgou a CF, neste caso o STF deu uma no cravo meio de tantas outras na ferradura.

    2. Eu não conheço o Chef, acredito em você quando diz que ele não é um Olavo de Carvalho. Mas se um texto desse me aparecesse pela frente, sem uma indicação de alguém que eu respeito, eu teria parado de ler naquele ponto.
      Com relação à “reforma política”, há muito anos a imprensa, os cientistas políticos e uma parte da população vem criticando a proliferação de partidos nanicos, legendas de aluguel (rola um certo pleonasmo aqui) e a infidelidade partidária. Quando o congresso consegue fazer algo nessa direção (depois de muita discussão) vem o STF e desfaz tudo. Ok, pode ser que havia alguma inconstitucionalidade na lei. Então o congresso reinicia a discussão e vem um ministro do STF e barra a tramitação do projeto (interferência absurda e indevida de um poder no outro). Ao final da tramitação a lei pode até se tornar um lixo, mas até o momento ela não impede a criação de partidos apenas, impede que políticos infiéis levem consigo o tempo de TV e o fundo partidário, o que eu acho muito justo.

    3. Se tiveres Orkut eu passo o endereço da comunidade caso tenhas interesse em ver a metralhadora anti-esquerdista do Chef em ação. 🙂

      Mas, sabe, eu sou da opinião de que deveríamos FACILITAR a criação de novos partidos. Não me incomodo de mudar as regras de propaganda eleitoral, desde que seja preservado e facilitado o acesso à organização de todo grupo que de fato considerar que tem motivo válido e importante o suficiente para constituir uma organização partidária.

    4. Mas no sistema atual, em que se vota no partido, não se deve permitir que um político eleito mude de partido depois de eleito. Se ele acha que a ideologia ou as práticas do partido não o representam mais que renuncie. Ou se acabe com o sistema partidário.
      PS: não tenho orkut nem feici.

    5. Pô, faz um perfil lá no Facebook pra participar do grupo Revolução Iluminista e ajudar a desenvolver os debates e ajudar na organização. O Facebook tem sido a ágora da democracia moderna em tempos virtuais. (O Orkut tem muito melhor estrutura para isso, é verdade, mas o site foi assassinado pela própria Google com seu descaso pela qualidade e pela experiência do usuário e agora lá só tem uns gatos pingados remanescentes da era de ouro.)

      Acabar com o sistema partidário não seria uma boa idéia. Partidos surgiriam informalmente, em torno dos mais poderosos. Precisamos de instituições sólidas que sustentem idéias coerentes e que coordenem os esforços pela construção de um Estado ético, transparente e eficaz.

  2. As bergamotas do meu vizinho são mais suculentas, os médicos de Cuba são mais baratos, os políticos japoneses são mais honestos, a esquerda polonesa de Lech Walesa era mais simpática e a teocracia do Irã pode capar até o Ahmadinejad. Realidades diferentes são de difícil comparação. A Inglaterra já era uma senhora idosa, com mais de quinhentos anos, quando o Brasil foi descoberto, e, diga-se, não por ingleses! Tenho colegas que vivem em Londres que contam maravilhas da assistência social de lá, mas um Campos adotou o nome Fields, e um Carvalho chama-se Oaks, ou isso ou a xenofobia pega, embora a coisa não seja tão pesada como no resto da Europa. Nem tudo são rosas nos canteiros de Tia Beti.

    Num país grande como o nosso, que não é uma ilha, é possível esconder qualquer delito, em qualquer direção, a uma distância maior que cinco inglaterras. O que vale no pampa não se aplica na caatinga, a não ser talvez, a língua, se não considerarmos o sotaque. Nós não somos um país. Somos no mínimo cinco. Vai demorar um pouco mais para termos a educação e a cultura de um inglês.

    Concordo que devemos observar e aprender com as coisas boas que outros povos desenvolveram em cima de seus erros mais centenários que os nossos. Mas devemos ter em mente que o que serve para nós só pode ser feito por nós. Cada um de nós. Votando de forma consciente. Não fechando os olhos. Exigindo moralidade. E promovendo uma corrente informativa sobre os direitos e deveres de cada brasileiro. Eu, a Dilma, e quem mais achar que deve.

    1. Uma coisa que eu não gosto nesta comparação dos “temos apenas 500 anos, enquanto eles têm muito mais” é que nós fomos “descobertos” e colonizados por povos que tinham aquele mesmo muito mais, ou seja, nós já começamos com uma grande bagagem – a mesma que eles tinham. Mas o importante é outra coisa.

      Por mais que seja difícil comparar laranjas e cenouras, não é tão difícil assim identificar qual é o melhor alimento entre uma laranja podre e uma cenoura boa, ou entre uma cenoura boa e uma laranja podre. O fato é que os índices de corrupção – de podridão – entre as nossas laranjas e as cenouras deles são bem diferentes.

      O que eu quero dizer é que seria uma excelente medida passar a eliminar aquilo que estiver podre, seja lá o que for. No nosso caso, para piorar as coisas, temos a podridão atingindo até mesmo os pepinos e abacaxis. Está demais da conta. Bem que faríamos algo bom aprendendo com os ingleses pelo menos a manter a cozinha limpa de podridão, seja lá qual for o rango que quisermos produzir e o tempero que quisermos usar. 😉

  3. Deixa esclarecer(mei tarde) porque o episódio se deu no orkut entre eu e o Le Chef, brasileiro citado pelo Arhur que é chef de cozinha em Londres. O fato dele falar “canhotada” tem 2 explicações; A primeira é que todo radicado na Europa que estuda a história do continente e tem lado humanista forte vai detestar qualquer tipo de socialismo. E quem faz parte da comunidade aonde se deu a pergunta sabe que tem que tomar engov e rivotril cada vez que um esquerdista resolve defecar pelos dedos.

    E a pergunta é pertinente justamente por isso. Bastou a petelhada(não confundir com petralhada) levar o devido pé na bunda das manifestações que tomaram as ruas, pelo seu oportunismo e falta absoluta de simancol, que os canhotos do pedaço passaram a chamar o povo que protestava de fascista, golpista e boyzinho. Dai a minha pergunta ao Emerson e sua satisfatória resposta.

    Valeu Arthur! 🙂

    1. Afinal, o Chef é Émerson ou é Amélio?

  4. Só queria que Arthur lesse o texto, ficou muito grande, Arthur, quando ler apague.. obr..

    1. Óbvio que eu ia apagar, Nelson. Não faz mais isso. Põe o link para o texto e diz do que se trata. Textos eu abro em qualquer site, só não abro vídeos.

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