Por que é mesmo que deveríamos tolerar os intolerantes e proteger os vândalos? 

AAA: xô mau humor.

Piano é destruído na Praça Sete de BH 

Durou pouco o piano colocado à disposição da população, na Rua Rio de Janeiro, no quarteirão fechado da Praça Sete, Centro de Belo Horizonte. O projeto iniciado pelo músico Gabriel Guedes, inspirado pelas manifestações de junho, buscava popularizar a prática do instrumento e incentivar um melhor uso de espaços públicos pela cidade. Inicialmente, a manutenção dos pianos seria realizada pela própria comunidade, o que não ocorreu. Ninguém sabe nem viu quem destruiu o instrumento (foto), que foi também pichado e transformado em depósito de lixo. Uma mensagem se destaca: “Sou tão burro que destruo o piano”. O próximo certamente será o que foi colocado na Praça Diogo de Vasconcelos, na Savassi.

Solução simples e prática

Colocar este cartaz ao lado do piano: 

E cumprir a promessa, óbvio.

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Algum problema? 

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 07/09/2013 

15 thoughts on “Solução para o Brasil: um piano e um fuzil

  1. É lamentável. Não me admira que qualquer brasileiro que sai do país é alvo do preconceito ou é destratado lá fora. Graças aos poucos animais que existem aqui.A estupidez de alguns seja ser atroz, um insulto para aqueles que cultivam o respeito e a dignidade alheia.
    Infelizmente gente dessa laia mereça uma coisa dessas, não precisa ser alvejado, basta que decepem os polegares.

    1. Afff… Apareceu um mais indignado que eu! 😮

      Mas não, é anti-econômico! Uma bala custa baratinho, cortar os polegares dá prejuízo por muito tempo…

      😛

  2. E se quiser continuar com essa estupidez que cortem os dedos restante. Que fique de sobreaviso.

  3. A turba ia destruir o piano à procura do sniper que esconderam dentro dele. Se perguntarem se não tem medo do sniper, a maioria vai dizer que a diabetes tá normal e um sniper só não faz mal.

    1. Olha só que excelente oportunidade didática! 🙂

  4. Hahahaha!!!
    Esse pessoal mesmo que seja alvejado, dificilmente aprenderá a lição. Provavelmente sentirá mais estimulado a destruir. Pode ser que seja anti-econômico, no entanto se o pessoal não está nem ai com a quantidade de pessoas deficientes que produzimos com acidentes de trânsito, negligência na segurança, exemplos como Santa Maria ou o desabamento numa construção irregular na Zona Leste de São Paulo. Por que raios se importariam com uns polegares desses delinquentes?

    1. Mas quem disse que a didática é para instruir o pessoal alvejado? Lê de novo o cartaz. 🙂

    2. E por que alguém teria medo de ser alvejado? Carinha já vive na merda, levar um banho de QBoa não vai fazer mal.

  5. Hahahaha!!!
    A questão não é a minha leitura diante do cartaz, aliás nem chegaria perto do piano, contemplaria em apenas olhar numa distância bastante segura. Não sou o típico brasileiro que “vê com as mãos”. Como temos um contingente de analfabetos funcionais que admite a própria tolice.Deveria ter os polegares decepados e jogados nos países onde grupos extremistas proíbem acesso a qualquer tipo de música.

  6. Arthur, como faço pra colocar uma foto minha no lugar desse monstrinho?

  7. Advogado reúne toda a legislação tributária do Brasil e publica livro de 6 toneladas

    http://charlezine.com.br/legislacao-tributaria-brasil-vira-livro-de-6-toneladas/

    Haja solução

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