Na categoria Pergunta ao Leitor, vamos inverter as coisas: eu pergunto, o leitor responde. E a primeira pergunta é: que relação você vê entre bem estar social e empreendedorismo? 

50 thoughts on “Pergunta ao Leitor: bem estar social e empreendedorismo

  1. As ações de cada linha custaram, no momento da compra, o equivalente a 5 mil reais, aproximadamente, e me foi permitido resgatá-las, lá pela virada do milênio, por 100 reais. Uma depreciação de 98%. “Reclame para o Papa!” me disseram!

    1. Que delícia um mercado monopolizado, hein? Vender por 5.000 e comprar por 100 dá inveja até em traficante.

  2. Como ocorreu o milagre econômico de Hong Kong – os primórdios
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1803

  3. “O que torna a economia de Hong Kong tão livre são aqueles detalhes que soam como música aos ouvidos de qualquer indivíduo que ama a liberdade: corrupção relativamente baixa; um judiciário eficiente e independente; respeito pleno aos direitos de propriedade; império das leis; um sistema tributário extremamente simples e com baixas alíquotas tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas, e uma carga tributária total de apenas 14% do PIB; ausência de impostos sobre ganhos de capital, de renda de juros e até mesmo de renda obtida no exterior; ausência de impostos sobre vendas e sobre valor agregado; um aparato regulatório quase invisível; um orçamento governamental equilibrado, sem déficits, e com uma dívida pública praticamente inexistente. Ah, e tarifas de importação em praticamente zero. Isso mesmo, zero! “

    1. Não concordo com alguns destes itens. Renda de juros, por exemplo, são um veneno para qualquer economia.

  4. Juros é uma coisa impontatíssima em qualquer economia pata financiar qualquer empreedimento. naõa invenção de Judeu ganancioso e usurário como diz os muçulmanos.

    1. Juros são a multiplicação do representativo de riqueza desvinculada do aumento real da riqueza. Ou seja, se o representativo cresce sem a riqueza aumentar, significa que cada centavo criado pelos juros na verdade deprecia o valor de toda a riqueza real produzida. Para evitar essa depreciação, os produtores de bens são obrigados a elevar os preços das mercadorias, gerando o fenômeno que conhecemos como inflação. A inflação, por sua vez, atua tanto mais intensamente quanto menor a possibilidade de imobilizar capital em sua forma mais líquida, ou seja, moeda corrente. Ou seja, isso atinge mais intensamente quem tem menor possibilidade de fazer aplicações financeiras. Deste modo o sistema financeiro consegue obrigar todo o sistema monetário a se submeter a suas regras, a utilizar-se de seus serviços, e, quanto mais isso acontece, maior é a pressão para que isso aconteça ainda mais. É um sistema devorador de riqueza e insaciável.

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