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Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.com. br – 1°/04/2014 

47 thoughts on “50 anos da ditadura

  1. E digo mais! XxxxxXXx xXXX XXXX XXXxxxxxx xx xxxxx xxxxxx x xx x x!

    1. Você não mais nem menos, você não diz nada. Teje preso féladaputa subersivo.

  2. Mefistófeles Sucks

    01/04/2014 — 10:37

    Não concordo nem discordo. Muito pelo contrário!

  3. hahahahahaha

  4. Vejam isso:

    1. Eu só vi o cara criticar a “ideologia vermelha” que eu também critico. Daí a “tentar homenagear a ditadura” vai uma longa distância. Só assisti uma vez, e o som estava ruim, mas tudo que eu ouvi foi “Em 1964…” e aí ele foi interrompido. Ele citar a data do golpe não permite que ninguém infira que ele ia “tentar homenagear a ditadura”.

      Eu adoraria conhecer a opinião desses que interromperam a aula sobre as ditaduras de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte e China…

  5. Eu entendi que a manifestação teria sido agendada por algum antecedente do professor. Inferi que deviam saber o conteúdo da fala dele. Mas, como o vídeo é recente, em breve irão aparecer novos esclarecimentos na net.

    1. Pois é, pelo grau de organização, com máscaras, musiquinha cantada em coro e tudo o mais, deve mesmo ter sido uma ação planejada.

      Aguardemos os comentários lá no vídeo para conhecer os dois lados da história… Se é que serão todos aprovados.

    2. Dizem que todo Dia da Mentira ele dá a mesma aula.

    3. Hehehehe… Seria um troll refinado. 🙂

  6. “Eu adoraria conhecer a opinião desses que interromperam a aula sobre as ditaduras de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte e China…”

    Transcrevo a resposta para você.

    “Nesses países não há ditadura,é revolução”

    1. Normal. Se a direita tivesse metade da cara-de-pau que a esquerda tem, diria que não houve golpe de Estado em 1964 e sim uma “intervenção militar constitucional” para “manter o primado da lei e da ordem, contra o desmonte da democracia pelos comunistas”. Mas a sério.

  7. Mateus Folador (Fola)

    01/04/2014 — 22:45

    O site do Exército Brasileiro chama o golpe de 1964 de “Revolução Democrática de 1964″…

    1. Encontrei 20 ocorrências das palavras “Revolução”, “Democrática” e “1964” no mesmo documento, mas… “Você não tem permissão para acessar essa página”. Muito democrático.

    1. HAHAHAHAHA!!! O cara é uma besta, mesmo. Não fui além da primeira página – é desnecessário. Já podia ter parado de ler em “direitismo”.

      Mas sabes o que é que me dá mais raiva dos direitistas? É que estas bestas defendem coisas tão revoltantes que acabam jogando os jovens nos braços da esquerda, que defende coisas ainda piores do que o que a direita defende.

      É uma briga de bandidos, que inferno…

  8. Se não fosse os militares, hoje provavelmente a maioria aqui não teria acesso a internet para expressar sua indignação contra o governo, a maioria já estaria morto ou trabalhando até a inanição em algum campo de concentração comunista pelo país ou entrando em filas de racionamento de comida.

    1. Ou as reformas de base, devidamente ponderadas no Congresso, juntamente com as muitas cabeçadas decorrentes do processo democrático nos tornariam um social democracia ao estilo europeu. Se em 1980 estivéssemos mais ou menos no mesmo nível que estamos hoje, quem sabe hoje não seríamos uma sociedade um pouco mais civilizada?

    2. André M.A., conhecendo o Brasil e a nossa esquerda acho que o presente alternativo do João é bem mais provável que o seu.

      Em 64 eu tinha 6 anos. Passei toda a ditadura votando contra ela e acreditando na maioria das coisas que a oposição dizia. Hoje, vendo o modus operandi dos comunistas me pergunto a sério de realmente o golpe não foi o mal menor.

    3. BRIGA DE BANDIDOS. Esse é o melhor termo que define o embate entre direita e esquerda. O grande erro a que somos induzidos é acreditar que há um lado certo e um lado errado quando bandidos brigam entre si. Não há.

      Eu acredito nas boas intenções de muitas pessoas de ambos os lados: são os idiotas úteis. Acham horrível a exploração capitalista e se lançam nos braços do marxismo assassino. Acham horrível a opressão socialista e se lançam nos braços do reacionarismo intolerante. Não se importam em cometer abusos opostos aos abusos que repudiam. Não são contrários a abusos, apenas preferem outro tipo de abuso.

      Rejeitar os abusos de todos os lados, afirmar a primazia do indivíduo e de todo indivíduo, lutar contra o sectarismo egoísta tanto quanto contra o sectarismo coletivista, ter como ideal uma sociedade fraterna, harmônica, livre e justa, isso pouquíssimos fazem. Estes poucos são os que eu gostaria de reunir em um partido “radical de centro”, iluminista, capaz de e comprometido a elevar a sociedade brasileira a outro patamar civilizatório.

    4. Gerson, não havia a menor possibilidade de um golpe comunista vingar. Tanto que a reação ao golpe foi pífia. Eu não tenho a menor ideia de como estaríamos hoje, minha única certeza é que, sem 30 anos de autoritarismo e sem o fantasma do golpe militar para justificar os radicalismos da esquerda, estaríamos melhor do que estamos.

    5. André, isso depende da definição de “golpe comunista”. Não há necessidade de uma ruptura institucional enquanto os absurdos comunistas vão sendo implementados com apoio popular através de eleições.

      Jango estava implementando um grande plano de desapropriações. O PT está implementando um grande plano de coitadismocracia – no qual o único legítimo representante dos coitadinhos é, obviamente, o próprio PT. Sabendo disso, lê o Manifesto Comunista. 😉

    6. Arthur, e a solução é abolir o povo? O que o Jango pretendia (mas ainda podia ser modulado pelo Congresso) era a desapropriação (portanto, indenizada) de grandes propriedades ao longo de uma faixa relativamente estreita das estradas e fontes de água financiadas por recursos federais. Isso me parece bastante justo, ainda mais num país onde mal se pagava salários. Se formos adotar soluções de força por causa de más-intenções ou de possibilidades não concretizadas vamos ter que viver alternadamente entre ditaduras de esquerda e de direita.

    7. A solução é abolir a estupidez e a corrupção, mas isso infelizmente não pode ser feito por decreto. Eu sempre digo que não existe sistema que funcione melhor que os elementos que o compõem. Basta observar os critérios com os quais o povo vota, o quanto se interessa pela política e a “razoabilidade” das análises políticas que a gente vê por aí – no Facebook, por exemplo – para entender por que a política está do jeito que está.

      Se tivéssemos voto facultativo, CNHE, um sistema de ficha limpa eficaz e um “vestibular para candidatos” com uma nota de corte razoável, a coisa já melhoraria muito. E bota muito nisso.

  9. Não sei se dá para comparar. Acredito que a esquerda de 60 não é a mesma da década de 80. Muito menos, se sabe ao certo se haveria a tomada do poder pela esquerda, ou se descambaria para uma ditadura. Enfim, tudo conjecturas sem muito fundamento. A ‘esquerda’ que foi alçada ao poder pelo voto de nosso povo, é populista, o foi por identificação, também. Contextos tão distintos.

    1. O grande problema é que tanto direita quanto esquerda são duas ladeiras escorregadias. Para a direita, “avanço” é um passo mais a direita. Para a esquerda, “avanço” é um passo mais a esquerda. Estão sempre tendendo aos extremos. E tanto no extremo da direita quanto no extremos da esquerda o que existe é autoritarismo, opressão, miséria econômica para a maioria exceto uma casta de privilegiados (na direita, empresários, na esquerda, a cúpula do partido e seus protegidos), degradação moral e infelicidade.

    2. Acho a direita bem menos Ladeira Escorregadia que a esquerda. Como você mesmo disse, Arthur, muitas vezes a direita (por enfatizar a Liberdade) deixa margem pra comportamentos divergentes. A esquerda praticamente nunca (por enfatizar a Igualdade não tolera divergências). Não são simétricas.

    3. Não, não são simétricas. Eu já disse isso em algum lugar. Mas são ambas ladeiras escorregadias. O que muda é o grau de inclinação da rampa. E a quantidade de gillettes coladas aqui e ali no escorregador…

  10. Concordo com você Arthur! Em nossa sociedade,tanto em âmbito acadêmico,político e social,temos que tragicamente escolher entre cair nos braços de uma esquerda patética ou uma direita medíocre.

    Abraça-se os erros e absurdos de uma ideologia para fugir dos erros e absurdos de uma outra ideologia.

    Nas universidades temos que praticamente escolher qual dos dois filósofos frustrados deveremos estudar:
    Karl Marx ou Olavo de Carvalho?

    As coisas estão se complicando nesses “tempos da histeria”,se correr o bicho pega se ficar o bicho come.

    1. Eu gostaria de saber quem se sentirá mais ofendido, se as marxetes ou as olavetes, pela comparação entre Marx e Olavão. 🙂

      Mas é isso aí, se correr pra direita o bicho pega, se ficar na esquerda o bicho come. O espectro ideológico foi reduzido a uma polaridade maniqueísta. E isso é interesse de ambos os lados…

  11. Também concordo com a questão direita x esquerda. Mas na minha percepção, a direita tem uma leve diferença que a torna menos podre: A capacidade de reconhecer seus erros, e tentar não repeti-los – ao menos da mesma forma.

    Já que o assunto ditadura está em destaque, vou usa-lo como exemplo dessa minha percepção.

    A ditadura teve pontos bons isoladamente, mas no balanço geral foi péssimo. O custo x beneficio não compensa. Por isso, a direita esclarecida, não quer a volta dos militares como alternativa ao comunismo iminente.
    E esse comunismo é iminente, justamente porque a esquerda não consegue separar o lado ideológico do pratico, ou seja, não aprenderam ainda que o comunismo alem de ser um regime opressor, é economicamente inviável.

    1. Acho que és muito otimista tanto em relação à direita quanto em relação à esquerda.

      Se a direita tivesse a capacidade de reconhecer seus erros, não teria se jogado de cabeça na sanha de exploração a que se lançou após a queda do Muro de Berlin, o que fez crescer com incrível força inúmeros movimentos de esquerda em todas as partes do mundo onde ele estava enfraquecido.

      E as cúpulas da esquerda sabem que o comunismo é um regime opressor e economicamente inviável, mas não estão nem aí, o negócio deles é manipular os idiotas úteis para chegar ao poder e depois pisar no pescoço deles sem o menor remorso.

      Para mim direita e esquerda são apenas duas facções das mesmas forças obscurantistas. E no Brasil elas estão muito bem aliadas entre si e com os fisiológicos, numa gigantesca Quadrilha Geral que domina o Estado brasileiro.

  12. O Abismo Entre Individualismo e Coletivismo
    Excelente texto: http://www.espada.eti.br/futuro-1.asp

    1. Interessante. Vou ler depois. Eu APOSTO que o autor deve confundir individualismo com egoísmo, mas vou dar o benefício da dúvida e analisar com calma.

    2. Vai direto na tabelinha no final do texto que você evita desperdiçar seu tempo.

    3. Ai, ai, ai…

      O cara apresenta um exemplo excelente para explicar a fonte da legitimidade do direito de matar alguém para salvar a própria vida e depois aplica o mesmo raciocínio a uma situação absolutamente não-análoga com o objetivo de deslegitimar a regulamentação trabalhista perante o abuso de poder econômico. Grandessíssimo filho-da-puta.

      Mas é o tal do negócio: direita e esquerda são apenas dois tipos diferentes de obscurantismo mal intencionado.

      O interesse do autor não é defender o individualismo, mas o egoísmo. Muito convenientemente, ele esquece que todo indivíduo que está em posição vulnerável ou enfraquecida também deve ter seus direitos garantidos, e não ser jogado à própria sorte para “competir e lutar por sua felicidade”.

      O verdadeiro individualismo implica e exige valorizar e proteger todo e qualquer indivíduo, não apenas os que puderem impor sua vontade.

      Aliás… Pelo próprio argumento destes egoístas travestidos de individualistas é perfeitamente possível justificar o coletivismo em qualquer forma, inclusive o comunismo mais ferrenho. Afinal de contas, se os indivíduos são livres para “competir e lutar por sua felicidade” sem se preocuparem com a felicidade dos outros, então os comunistas têm todo o direito de se associarem e através desta associação dominar politicamente um país e imporem o que bem entenderem.

      No popular: o mesmo direito que permite aos capitalistas exercerem opressão econômica com proteção do Estado também permite aos comunistas exercerem opressão política com proteção do Estado.

    4. O que mais me irrita nesses safados de direita é que eles desenvolvem 99% do raciocínio corretamente e então acrescentam uma colherzinha de veneno na massa do bolo.

      O argumento individualista para decifrar a origem do direito de matar em estado de necessidade ou em legítima defesa é corretíssimo – mas não pode ser aplicado à regulamentação trabalhista, porque seria o equivalente a autorizar a matar não por estado de necessidade ou em legítima defesa, mas por mera conveniência.

      Isso mostra que o autor não está realmente interessado no individualismo, mas no “individualismo de quem pode”, ou seja, a nossa velha conhecida direita egoísta, concentradora de poder econômico, exploradora e anti-solidária que defende a “liberdade de esmagar a liberdade pela dominação econômica, mas não pela dominação política”.

    5. A esquerda, por sua vez, defende a “liberdade de esmagar a liberdade pela dominação política, mas não pela dominação econômica”.

      São dois grupos de canalhas lutando pelo poder, sem nenhuma intenção de defenderem aquilo que dizem defender, fazendo malabarismos conceituais para enganar o maior número de pessoas possível e assim promoverem a dominação de sua preferência.

      Quem defende a liberdade necessariamente tem que rejeitar tanto a lei das selvas quanto a lei do cupinzeiro. E isso implica rejeitar tanto a direita quanto a esquerda.

  13. “E as cúpulas da esquerda sabem que o comunismo é um regime opressor e economicamente inviável”

    Não só na vertentes comunistas como nas vertentes democráticas as políticas de esquerda são inviáveis como explica Rothbard.

    1. E o estado de bem estar social dos países escandinavos?

    2. Toda vez que os Estados de Bem Estar Social começam a adotar políticas de esquerda eles entram em crise. Só funcionam bem quando mantém políticas centristas.

      Diga-se de passagem, eu só vejo sentido em falar em EBES com políticas de centro. Temos que lembrar sempre que as outras duas faixas do espectro ideológico são ladeiras escorregadias: elas tendem inapelavelmente a “avançar” cada vez mais em direção aos extremos, propondo cada vez mais do mesmo veneno para solucionar os problemas que elas mesmas criam.

      Só se consegue manter uma sociedade funcionando bem quando existe suficiente estabilidade de princípios para que haja segurança jurídica e material para todos os indivíduos – inclusive os criminosos, que devem ter segurança jurídica e material em cana.

    3. Não entendi, o que seriam as políticas de direita, centro e esquerda numa concepção de EBES?

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