Depoimento da leitora Nívea, no artigo Se EU não gostei, então ELE tem que se retratar

Confesso.

Ao ler o artigo, amadureci minha mente.

Recentemente, fui muito ofendida num grupo do qual faço parte no facebook, por ter postado minha opinião. Deixei bem claro que era o que EU PENSAVA!

Na hora fiquei muito chateada, com todos os xingamentos, e comuniquei ao administrador do grupo, que terminou retirando minha publicação.

Enfim, ainda triste com o ocorrido, fiquei pesquisando sobre situações parecidas, e encontrei este artigo, que li pausadamente, juntamente com todos os comentários.

A lição que tiro para mim é: Ninguém é o dono da verdade.

Neste mundo, cada um diz o quer, na hora que quiser. É FATO!

NÃO PODEMOS PROIBIR!

NÃO PODEMOS CALAR O OUTRO!

Por mais ofensivas, injustas, preconceituosas e erradas, que sejam as palavras, são as opiniões de cada ser humano. Ninguém é perfeito!

Cabe a cada um de nós aceitar ou não. Eu pensando melhor após ler este artigo, decidi não aceitar. Não sou o que eles disseram. EU SEI O QUE SOU, AMO O QUE SOU, O QUE TENHO, E ME MANTENHO! 

Fim de Papo. 

Obrigado pelo depoimento, Nívea. 

E parabéns! Teu amadurecimento é mérito todo teu. 

Fico muito contente por ter proporcionado a “faísca” que acendeu essa chama. 

UM depoimento como este vale pelas incompreensões, agruras e dificuldades de escrever um blog inteiro! 

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 1°/04/2014 

7 thoughts on “Um depoimento emocionante

  1. Muitos 'grupelhos' das redes sociais são apenas extensões do Ego de quem os funda. E, admitem apenas 'améns e loas' em seus vaticínios vaidosos. Leitora de uma clareza mental raríssima, e, sim, deve ser não apenas premiada com a divulgação de sua postagem, mas, defendida em seu direito de defender os que dela discordam, igualmente. Perfeito.

  2. Depoimentos como este dão gosto de escrever um blog. 🙂

  3. Existe um artigo do Olavo de Carvalho que li faz algum tempo (eu sei que o Arthur adora ele, sim, e mesmo assim o citarei por desvincular a ideia do sujeito) em que ele cita uma biografia que leu em que o sujeito retratado diz que a primeira vez que sentiu vergonha de si mesmo foi quando tinha por volta de 4 anos, uma abelha o picou e ele começou a chorar incessantemente, assim os pais dele e os vizinhos vieram acudi-lo. Porém, depois de um tempo ele percebeu que a dor já tinha passado e mesmo assim ele estava chorando, porque gostava da atenção que estava recebendo, e, percebendo a situação, sentiu vergonha de si por não estar sendo honesto.
    O interessante nesse caso (assim como diz Olavo) é que ele e apenas ele era testemunha da própria vergonha, ninguém além dele poderia saber da desonestidade e, mesmo assim, ele admitiu vários e vários anos depois que aquilo o incomodava, aquela ideia de ter sido desonesto ainda o deixava desconfortável.Daí chega a conclusão, entendo que só aquele que consegue ser rígido consigo mesmo e, por vezes, contra si mesmo, consegue ser justo e honesto ao julgar ideias alheias ou atos alheios, deixar o sentimentalismo de lado é parte desse processo de amadurecimento, creio ser a verdadeira faceta da honestidade intelectual.
    Isso é o que mais acho difícil encontrar atualmente e a sua leitora aparentemente é uma dessas pessoas, gente honesta em analisar ideias alheias e com consciência o suficiente para fazer uma auto-crítica verdadeira.
    Parabéns Nívea e Arthur, me fizeram ganhar o dia, rs

    1. Com tanta gente pra citar, Gelson, tu me aprontas justo o “genial” Olavão?! Estamos mal de personalidades famosas no Brasil, raios… 😛

      Mas é isso aí, honestidade intelectual dá gosto! 🙂

  4. Eu aceito :)!

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: