Um Resoluto, Realizador e Realista ano novo! Seu 2015 será feliz e próspero se – e somente se – você assumir as rédeas de seu destino com convicção (resoluto) e fizer o que tiver que ser feito (realizador) do jeito certo (realista) para construir a sua felicidade e a sua prosperidade. 

The-Real-R2D2
Este é o R2D2. O que tem ele a ver com o título desta postagem? Nada. É um papel de parede legal para o seu computador. 😉 (Clique na foto para abri-la em tamanho real em outra janela e fazer o download.)

Minhas resoluções de ano novo: 

Nunca mais me preocupar com as pessoas mais do que elas se preocupam consigo mesmas. 

Nunca mais tentar convencer quem quer que seja de coisa alguma. Não confia em mim? Problema seu. 

Nunca mais sacrificar minha saúde ou bem estar para não ser chato ou parecer radical. 

Ano novo, Arthur novo. A vida continua a mesma. Eu estou mudando. 

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 01/01/2015 

14 thoughts on “Um RRR-2015 para você!

  1. Tudo de bom pra você em 2015!

    1. Valeu, Mateus. Para ti também. 🙂

  2. Um 15 legal. E, me adiantando um pouco e certamente sendo inédito, um feliz 2016!

    1. Isso é que eu chamo de ser proativo. 😛 Valeu, feliz século XXI! 🙂

  3. Boa tarde, seu moço

    Nossa, eu visitava esse site há uns 3 anos atrás.
    Me perdi por um tempo desse site, mas me lembrei do nada e queria dizer que tem uma fã. 🙂
    E além de elogiar a maneira divertida e clara como escreve, pedir algo.
    Claro, somente se quiser, puder, tiver tempo e interesse em ajudar com dicas, me explicando o seu modo de pensar, o que acha sobre determinados assuntos… (Quem sabe pode até TE ajudar com novos temas pra posts)
    Acho que ai vai aparecer meu e-mail, se me responder a uma das muitas dúvidas que tenho, já serei feliz por mais um momento.

    1) De acordo com aquilo que acredita, como devemos praticar a fé? (sem seguir nenhuma religião que massacre), como podemos fazer para agir de forma mais paciente e menos orgulhosa/egoísta com nosso semelhante? Isso é TÃO difícil, saber aplicar no dia a dia, nas pequenas coisas, gestos e palavras de amor! Isso está acabando comigo, porque eu sei que independente de religião, fazer o bem, é isso que devemos, para progredir de maneira justa e merecedora.
    Acho que esse ensinamento, se apenas me der uma direção, já é um passo. 🙂

    Não me ache doida demais, pois não sou, apenas acho você inteligente e capaz de me auxiliar nessas questões espirituais que me afligem!!

    Bru

    Ou

    1. Bruna, obrigado pelos elogios. 🙂

      Respondendo tua pergunta, eu simplesmente não recomendo ter fé alguma. Ter fé significa acreditar em coisas que não podem ser provadas. Eu só acredito em coisas para as quais há evidências observáveis e testáveis – coisas que podem ser provadas – ou, com um pouco de otimismo e um certo grau de temeridade, coisas para as quais há pelo menos bons indícios, lógica consistente e plausibilidade.

      Seres humanos são macacos que evoluíram a partir de macacos ancestrais e divergiram filogeneticamente dos chimpanzés há cerca de cinco milhões de anos? Há evidências abundantes, observáveis e testáveis para isso. Enquanto não havia tais evidências, esta já era uma boa hipótese, para a qual havia bons indícios, lógica consistente e plausibilidade.

      Seres humanos foram criados por um ser imaterial, onisciente, onipresente e todo-poderoso, a partir do barro, e se tornaram vivos com um sopro? Dá um tempo. Não somente não existem evidências como a hipótese é descabida, ilógica e implausível.

      Não precisamos acreditar em nada sobrenatural para “agir de forma mais paciente e menos orgulhosa/egoísta com nosso semelhante”. Estas coisas são boas em si mesmas e nós temos sensibilidade e capacidade intelectual para perceber e testar isso e decidir praticar isso sem que isso seja o comando de um suposto deus. E digo mais: se um suposto deus tivesse dito para sermos impacientes, orgulhosos e egoístas, deveríamos combater esse monstro mesmo ao preço de nossas vidas.

      Quando eu digo estas coisas, normalmente as pessoas acham que eu sou ateu. Não sou. Ateu é um cara que acredita que não existe um deus. Eu simplesmente não sei se existe ou não existe um deus. Eu me defino como agnóstico. Vou acreditar totalmente em Deus… Se Ele falar comigo. Esse papo de um ser com todo o poder que Ele supostamente tem precisar de intermediários e de donativos para Sua obra é uma piada ridícula e de mau gosto.

      Se Deus existe, com certeza ele não é nada parecido com o que as mitologias que existem por aí dizem que Ele é. Um ser com tamanha sabedoria e discernimento não vai me condenar – pelo contrário, vai me elogiar ou premiar – por eu não acreditar em alegações sem provas apresentadas por safados manipuladores e iludidos manipulados. Portanto, o que temos que fazer é sermos éticos e praticar o bem, independentemente se a morte é uma baldeação ou um fim de linha.

      Não é necessário esforço para não fazer o mal. Fazer o bem requer mais esforço, mas pode ser treinado como qualquer habilidade. Tudo o que precisamos fazer é começar aumentando nossa atenção, questionar o que é certo fazer em cada ocasião e então simplesmente fazer o certo, sem choramingar em função dos benefícios imediatos de atitudes convenientes mas erradas. Com esta simples ferramenta abrimos um mundo incrivelmente amplo de desenvolvimento espiritual, ou ético e moral, o que para mim dá na mesma.

  4. CA – RA – CA

    Preciso digerir.

    Obrigada Arthur, e me identifico. Mais ou menos…
    É meio estranho tirar Deus da história… Mas é isso mesmo,”Não precisamos acreditar em nada sobrenatural para “agir de forma mais paciente e menos orgulhosa/egoísta com nosso semelhante”.”
    Doendo de pensar.

    1. Ei… Eu não tirei Deus da história… Só tirei a certeza sobre ele, porque afinal tudo que temos são alegações de outras pessoas que nunca apresentam provas. Se Deus existe ou não, eu não sei, e aposto que ninguém sabe.

      Mas observa pelo seguinte ângulo: se existe um Deus, ele com certeza não é o psicopata cósmico descrito na Torá, na Bíblia ou no Corão. Fala sério, um ser capaz de criar isto (vídeo com linguajar religioso escolhido propositadamente para mostrar a contradição citada a seguir) iria se preocupar em exigir entranhas de carneiro como sacrifício, ou mutilações sexuais como sinal de aliança, ou com ordenar que as mulheres rezem com a cabeça coberta, ou mandá-las vestir-se como se fossem sacos de batata ambulantes? Deveria haver limites para o ridículo!

  5. Arthur, você não é mais budista?

    1. Nunca tomei refúgio. Meditei com a sangha do lama Padma Samten por três anos e meio, estudei o Dharma, mas sempre interpretei os ensinamentos como descrito neste artigo. Neste sentido, interpretando o budismo como filosofia de vida, eu sou um pouco budista, mas como crente ou fiel eu nunca consegui me converter (embora tivesse vontade em uma certa época, em busca de um caminho) e definitivamente não sou budista, especialmente depois da descoberta que me levou a escrever este outro artigo.

  6. Bom ano novo, Arthur!

    Relativo à sua resposta à Bruna: Já assistiu “Alienígenas do passado” do History Channel? É uma série que analisa as coincidências entre mitologias religiosas e supostas interferências alienígenas na humanidade. Não existem muitas evidências concretas, a série se baseia mais em interpretações, mas é bem interessante, vale a a pena conferir. Digo isso pois acho muito mais plausível (apesar de tão improvável quanto) do que as história do deus amorfo, onisciente, onipresente e onipotente, etc.

    1. Não assisti, mas conheço a fama do Alien Channel. 🙂 O problema destas histórias sobre alienígenas é que elas não explicam nada. Digamos que a vida na Terra tenha sido criada por alienígenas. Neste caso, quem criou os alienígenas? Simplesmente transferimos o problema da criação, ou as origens da evolução, para outro ponto do espaço.

    2. De fato, não explicam nada, rs.

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