Este é um relato extremamente pessoal. Trata-se do que eu fiz nos últimos cem dias para recuperar minha saúde e dos resultados que eu obtive. Mas, se você também é da espécie Homo sapiens, o que eu aprendi e fiz também vale para você (salvo uma ou outra rara exceção devida a uma extrema individualidade bioquímica). 

Dizem que uma imagem vale por mil palavras… OK, aqui estão quatro imagens da minha dieta que valem por vários artigos… 

Janta de terça-feira:

Comida light 1
Quatro chuletas bovinas fritas na banha de porco, três ovos de galinha cozidos, alguns pepinos em conserva. Se estiver faltando alguma chuleta na imagem é porque eu a comi antes de bater a foto. 🙂

Almoço de quarta-feira:

Comida light 2
Três sobrecoxas e meia de frango com pele fritas na banha de porco, quatro ovos de galinha cozidos, alguns pepinos. O repeteco dos pepinos foi porque esqueci de passar no supermercado para comprar alface.

Janta de quarta-feira:

Comida light 3
Omelete de coraçãozinho de galinha com quatro ovos e meio quilo de coraçãozinho, um pratinho delicado de alface e o líquido com gelo é água mineral sem gás.

E de sobremesa ou mais raramente de lanche (porque eu só faço almoço e janta e não sinto fome quase nunca) às vezes eu como algumas destas: 

Nozes - Castanhas do Pará - Amêndoas
Nozes, Castanhas do Pará e Amêndoas – estas fotos eu peguei na internet para ilustrar o artigo só porque estava sem os produtos em casa.

Só faltou postar uma foto de algum prato com peixe, que também faz parte de meu cardápio com freqüência e eu recomendo muito, de queijo, de brócolis e de couve-flor. Fora isso, só tenho comido tomate e cebola no molho. E temperos como sal, orégano, salsa, cebolinha, hortelã e óleo de oliva. 

Nada de carboidrato. Nada de cereais, muito menos de trigo e seus derivados, porque isso é veneno. Nada de frutas, que são cheias de açúcar. Nada de sucos. Até o leite, que eu bebia como se fosse água, saiu da minha dieta, porque tem açúcar. E nada de margarinas ou óleos vegetais (soja, milho, canola, etc.), que são outro veneno (exceto os de oliva e coco). 

Radicalizei totalmente, para emagrecer e recuperar plenamente a saúde. E obtive ótimos resultados, sem nenhum sofrimento. Nunca passei um minuto de fome. Nunca tive ânsia por carboidratos. De vez em quando, quando dá vontade de comer (porque fome eu quase não sinto), eu como uma fatia de queijo prato bem amarelo ou algumas nozes ou castanhas do Pará. Quando eu tiver atingido meus objetivos, pensarei em reintroduzir algumas frutas na dieta, por mero prazer. 

Eu emagreci 8 kg entre 1°/12/2014 e 15/03/2015 comendo assim

Mas será que foi um emagrecimento saudável? 

Bem, vejamos os resultados dos meus exames médicos… 

Peso em novembro de de 2014: 100 kg. 

Peso hoje: 92 kg e caindo. 

Glicemia de jejum em novembro de 2014: 195. 

Hoje: 114 e caindo. 

Hemoglobina glicada em novembro de 2014: 9,8%. 

Hoje: 6% e caindo. 

Insulina em jejum em novembro de 2014: 24. 

Hoje: 20 e caindo. 

Cálculo do HOMA-IR em novembro de 2014: 8,3. 

Hoje: 5,8 e caindo. 

Triglicerídeos em novembro de 2014: 258. 

Hoje: 149 e caindo. 

Proteína C Reativa em novembro de 2014: 0,63. 

Hoje: 0,37 e caindo. 

Colesterol HDL em novembro de 2014: 33. 

Hoje: 35 (variação irrelevante). 

Colesterol total em novembro de 2014: 170. 

Hoje: 174 (variação irrelevante). 

Minhas calças jeans em novembro de 2014: no primeiro furo da cinta, justinhas. 

Hoje: no terceiro furo da cinta e caindo. 🙂 

Só o que está subindo – e com muita relevância – é minha saúde, minha disposição e minha auto-estima.

Os números estão perfeitos?

Ainda não. Mas eu comecei a dieta há apenas 100 dias. Até o final do ano todos os parâmetros estarão muito melhores. 

Sem qualquer medicamento. 

Sem fazer exercícios.

(Mas pretendo começar a me exercitar depois que emagrecer um pouco mais, porque há outros benefícios que não o emagrecimento, como a melhora da sensibilidade à insulina e obviamente a melhora do condicionamento cardiorrespiratório e o aumento da força e da disposição física e mental.) 

Em novembro de 2014 eu estava obeso e deprimido, incapacitado para o trabalho há dois anos, terminando minha licença (não remunerada) sem perspectiva alguma de melhora. 

Aí eu comecei a “dieta maluca” paleolítica de baixíssimo carboidrato e 100 dias depois estou 8 kg mais magro, com todos os exames médicos melhorando, com boa disposição física e mental e melhorando a cada dia. 

Com a palavra os médicos, nutricionistas, educadores físicos e qualquer um que ache que a dieta paleolítica de baixíssimo carboidrato e regada a carne, ovos e gordura animal que estou fazendo “não funciona” ou “é perigosa”. 🙂 

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 19/03/2015 

44 thoughts on “Como comer para emagrecer e para curar a diabetes

  1. Parabéns, Arthur!

    Eu comecei na paleo/primal faz uns 45 dias mas fui mal informado no início, cortei açúcar e cereais mas não os substituí por outras fontes de carboidratos, acabei entrando em cetose e perdi 4 quilos nas três primeiras semanas (o que não foi bom, já que sou magro naturalmente e já estava um pouco abaixo do meu peso ideal). Pra ajudar contraí Dengue na semana seguinte e perdi mais uns 6 quilos (perdi o apetite totalmente). Depois da mlhora reintroduzi os caboidratos (inhame, batata doce, frutas, etc.) e estou agora recuperando o peso perdido. Pretendo iniciar exercícios para hipertrofia assim que tiver “tempo” $$.
    Minha família e conhecidos sempre encanaram com a dieta argumentando que “magro não precisa fazer dieta”, e eu sempre tentando explicar que a Paleo/Primal não é um regime, mas um estilo de vida.
    Uma coisa que notei e foi muito forte pra mim (viciado em açúcar) é que foi extremamente fácil deixar de comer doces quando deixei de comer carbs. Eu já havia tentado antes mas ficar duas semanas sem comer doces era sempre um grande sacrifício, diferente do que foi desta vez. Agora que reintroduzi os carbs a vontade de doces bate de vez em quando, mas ainda está bem mais tranquilo de aguentar.

    1. Tenta introduzir mais nozes e castanhas e evitar as frutas de maior índice glicêmico (laranja, banana), pelo menos em grande quantidade, e come as frutas mesmo, evita os sucos, porque líquidos doces são uma paulada no pâncreas. Obviamente é desnecessário falar sobre refrigerantes…

      O principal conselho que eu dou para todo mundo é eliminar o trigo da dieta. Isso é um pouco difícil, porque praticamente tudo tem trigo: pão, massa, pizza, lasagna, torta, bolo, salgadinho… Mas farinha de trigo é uma bomba de carboidrato e ainda tem o problema do glúten.

  2. Thiago Schueler

    19/03/2015 — 22:09

    Arthur,

    todas essas medições que você mostrou (peso, glicemia, colesterol, triglicerídeos, insulina etc.) são suficientes para
    ter certeza de que se está em boa saúde?

    1. Não, Thiago. Estes exames servem para verificar se alguém tem síndrome metabólica ou diabetes (e em que grau) e para aferir o risco cardíaco, principalmente. Mas eles também servem para a gente saber se está correndo alguns outros riscos difusos. Por exemplo, quem tem diabetes tem um risco muito aumentado de infarto, hipertensão, derrame, doença gordurosa não alcoólica do fígado, câncer, parkinson e alzheimer. Não é uma boa idéia ficar diabético… Por isso tratei de fazer uma mudança radical de alimentação.

      Uma coisa interessante que descobri com minhas leituras – especialmente com o livro do Dr. David Perlmütter, “A dieta da mente” – é que o excesso de carboidratos e especialmente o trigo é responsável por uma ampla gama de disfunções psiquiátricas e doenças do cérebro, sendo que muitas vezes ocorre uma melhora significativa de vários sintomas (e em alguns casos remissão completa das doenças) simplesmente através da restrição de carboidratos e da eliminação do trigo e do glúten da dieta. Por exemplo, eu descobri que uma dieta cetogênica (com baixíssimo carboidrato) é tratamento padrão para alguns casos de esquizofrenia, mesmo em crianças.

      Eu nunca imaginei que pudesse haver tanto dano em função do consumo de excesso de carboidratos, afinal todos nós estamos acostumados a isso desde sempre. Mas isso é porque temos uma espécie inteira trilhando um caminho aventureiro na nutrição, completamente em desacordo com sua biologia evolutiva. Depois que cai a ficha, ou que Colombo coloca o ovo em pé, fica muito fácil perceber isso. Na verdade, fica apavorante.

  3. Eu não consigo pensar em me privar totalmente de carboidrato (amo batata), mas ando precisando de uma dieta mais saudável, porque tá difícil comer direito ultimamente (e também raramente sinto fome…).

    1. Eu adoro batata-frita. Um veneno total, com alto carboidrato e óleo vegetal, mas delicioso. E eu gosto daquelas batas-fritas molengas, que a gente pega por uma ponta e dobram em arco, acho muito melhor que as crocantes. Tanto faz se com sal ou sem sal, mas se jogar um queijo ralado em cima e ele derreter e colar nas batatas fica melhor ainda. Hmmm…

      #SóQueNão. Por mais que eu goste desta bomba, prefiro recuperar minha saúde. 😉

    2. Mas pesquisa “dieta low carb paleo”. Ou vai direto em http://www.lowcarb-paleo.com.br – eu já li o blog inteiro. Ou nos outros que eu citei no artigo “Corrigindo a dieta para matar diabéticos.” Tá cheio de boa informação por lá.

  4. Joaquim Salles

    20/03/2015 — 12:06

    Oi Arthur,

    Lembra muito a dieta “Atkins” ( ela contem varias fases, na primeira fase existe uma forte restrição de carboidratos tipo menos de 20g por dia). Nos links que passou alguns falam também da dieta atkins e outras low-carb.

    Não sei se passou por essa, mas o “credo” pró-carboidratos e pró trigos e açucares, é fortíssimo.Muitos se calam quando verificam que os seus índices metabólicos melhoram. Outros não pois consideram as low-carb heresia.

    Já experimentou “Macadâmia”? Sei que na “Atkins” pode mas dieta palio como fica, pode? (http://www.dietaesaude.com.br/dietas/alimentos/510-macad%C3%A2mia uma das muitas tabelas que falam da quantidade de carb da net)

    Fico feliz em saber que esta “melhorando” os seus indicadores sanguíneos.

    1. Nunca ouvi falar em Macadâmia.

      Eu já li tanto a respeito de dietas – apesar de nunca ter tentado seguir nenhuma delas, eu simplesmente comia de acordo com as recomendações nutricionais vigentes, a única exceção era o refrigerante – que pensei que no dia que tentasse fazer alguma teria que fazer dez mil cálculos cuidadosos de quanto disso e quanto daquilo estou comendo, que teria que ter uma BALANÇA DE PRECISÃO para pesar as porções, que teria que usar um cronômetro para tocar o alarme e comer na hora certa… BULLSHIT!

      Tudo que é necessário fazer para emagrecer é parar de estimular a produção do principal hormônio da engorda – a insulina. E para fazer isso basta cortar os carboidratos.

  5. Vou continuar observando o paciente. Caso sobreviva com melhoras mensuráveis baterei palmas. Caso contrário forneço o atestado de óbito pesaroso.

    1. É um pouco por ai. Tenho receios. Torço. Se algo der errado (toc toc toc), que haja tempo de corrigir. A dieta LCP parece fazer sentido. Mãssss…

      E estou diminuindo os carboidratos e aumentando as proteínas da minha comida. Mas devagar.

    2. Como eu disse no Facebook: a coisa toda já deu muito certo. Todos os índices estão melhorando. O que poderia ser melhor do que isso?

      O único que me preocupa é o HDL, que eu não estou conseguindo fazer aumentar significativamente. Mas eu sei o motivo: a carne que consumo é de supermercado, provavelmente deve ser de animais criados predominantemente com grãos, em crianção intensiva, e portanto deve ter baixos teores de ômega-3. Eu vou aumentar a quantidade de peixe pescado na dieta, que contém muito ômega-3, e com isso provavelmente vou conseguir elevar o HDL.

    3. Acho que o que preocupa o Romacof, pode ser talvez o mesmo que me preocupa: o efeito a longo prazo.

    4. Gente, fiquem tranquilos… A dieta paleolítica de baixo carboidrato tem no mínimo três milhões e duzentos mil anos de aprovação incontestável. O que eu poderia fazer melhor do que estou fazendo? 😉

  6. Olá Arthur, tenho uma dúvida: como ficam as vitaminas e minerais com essa dieta? Eu tenho que me preocupar com isso? Pois vou cortar o leite, fonte de cálcio, a laranja, fonte de vitamina C, o feijão, cereal que contém ferro…Depois que eu conheci essa dieta eu cortei os industrializados, o açúcar e os derivados do trigo. Não cortei algumas frutas ou o leite, pois parece que vou ficar com carência de alguns nutrientes. O que você acha Arthur?

    1. Minha preocupação é a mesma do Max.

    2. Quem não está acima do peso nem diabético não precisa cortar as frutas. Quem precisa emagrecer e/ou controlar a diabetes precisa reduzir todas as fontes de carboidratos da dieta. Mas isso não significa ficar sem vitaminas e sais minerais. Os esquimós certamente não tomam leite nem comem laranjas. Eles têm uma dieta à base de carne e peixe e não têm carências nutricionais.

      A não ser que precises muito emagrecer ou controlar a diabetes, não precisas passar por provações ou sacrifícios. O objetivo é cuidar da saúde e do bem estar, certo? Então não faça o que não é agradável a não ser que haja necessidade. Eu cortei totalmente as frutas por necessidade e mesmo assim de vez em quando como um morango com nata ou um abacate. Mas só um pouquinho.

      Estudem um pouco o assunto, pessoal. Leiam os sites que eu indiquei neste artigo: http://www.arthur.bio.br/2015/03/02/saude/corrigindo-a-dieta-para-matar-diabeticos#.VQ8bY_GS5o4

    3. Sim, estudem antes de começar. Como eu disse ali acima, comecei o negócio errado e emagreci sem querer. Se informem bem e vejam quais são as suas necessidades antes de começar.

  7. Parabéns Arthur, pela vitória.

  8. Essas dietas calóricas estão com os dias contados, as dietas proteicas veio pra ficar. Hoje com essas novas dietas só é gordo quem quer.

    1. Não é bem “dieta proteica”… É LCHF, Low Carb High Fat, baixo carboidrato e alta gordura. A proporção de proteína no total das calorias não tem como passar de cerca de um terço da dieta, provavelmente na média nem de um quarto. Proteína pura é intragável e nauseante, chega uma hora que não “desce”. Precisa estar misturada com gordura para ser saudável.

  9. Também estou fazendo dieta paleolítica, já perdi 4 kg, o meio maior desafia é cortar o sal da comida, além de fazer mal, retêm muito liquido no corpo, comida sem sal é difícil de descer.

    1. Então tenho uma ótima notícia para ti! 🙂

      O CDC (Center of Disease Control) dos EUA publicou uma retratação em 2010 admitindo de modo aberto e claro que as diretrizes anteriores em relação ao sal estava ERRADAS.

      Não precisas cortar o sal da tua dieta.

      Confere a informação em detalhes:

      http://www.lowcarb-paleo.com.br/2013/05/o-sal.html

  10. Fico feliz pela sua melhora! Inspirador. Quanto à dieta, você poderia postar um artigo com uma lista de referências a respeito. Porque tudo o que achei em meios respeitáveis foram críticas.

    1. Farei isso em breve.

  11. Vi que vc já escreveu mais a respeito. Vou ler com calma 🙂

  12. Só achei que o frango deveria ser mais bem passado, tá quase cru.

    1. Eu gosto mal passado. 🙂

  13. vale lembra pra pessoal Arthur, que dieta paleo, é um estilo de vida, se fizer só com intuito de emagrecer e voltar a comer as mesma coisa ruin de antes, vai ganhar peso tudo de novo. Bom, mas pode segui-la e fazer o dia do lixo,tira um dia de domingo pra comer porcaria. Arthur, uma pergunta, salsicha, salame, presunto podem?

    1. Exato: eu não faço dieta paleo, eu estou me tornando a cada dia mais paleo em todo meu estilo de vida. Isso vai acabar incluindo horários de sono, atividade física e outros itens. É o resultado de uma tomada de consciência geral sobre a saúde.

      Eu não faço dia do lixo. Nunca mais vou comer glúten e só me permito muito eventualmente um carboidrato extra, porque quero derrubar minha resistência à insulina o quanto antes. Já baixei a insulinemia de jejum de 24 para 16. A idéia é baixar de um dígito ainda este ano.

      Salsicha, salame, presunto e salsichão têm horrores de açúcar. Comi dois salsichões em um churrasco e senti o gosto do açúcar explodir na minha boca. Uma hora depois, minha glicemia tinha chegado a 140 mg/dL. Não tem problema para quem não é diabético comer isso de vez em quando, mas cotidianamente não acho uma boa idéia.

  14. Fernando Fernandes

    06/05/2015 — 16:46

    Não sou diabético, mas há um mês resolvi tentar seguir a tal dieta low carb páleo e quase surtei por não poder comer o que eu gosto. A minha família disse que eu estava com um mau humor insuportável. Resolvi que vou continuar comendo como sempre e, se eu tiver que morrer mais cedo por causa disso, paciência. Prefiro viver “menos” fazendo o que gosto do que viver “mais” sem poder comer coisas que eu gosto. Peço desculpas pela falta de persistência, e desejo sucesso aos que continuam.

    Ah, e parabéns pelo blog, Arthur. Sempre leio, mas só hoje resolvi comentar. É bom saber que existe vida inteligente na internet.

    1. Fernamdo, você tem que fazer a dieta 8 ou 80? Eu reduzi os carboidratos e aumentei as proteínas, mas não cheguei a uma lowcarb-paleo. Só que acredito que a alimentação melhorou. Não tem que ser tipo tudo ou nada.

    2. Grato, Fernando. 🙂

      Mas olha só: tudo depende dos nossos objetivos. Quem não é diabético não tem que seguir a dieta que eu sigo. Quem não quer emagrecer não tem que seguir também. Mas de fato há coisas que comemos e que são venenosas, a principal delas e mais difícil de evitar é o trigo e seus derivados – hoje em dia parece que tudo tem trigo, ou seja, glúten, um veneno para todos, independentemente de serem celíacos ou “sensíveis”. Um veneno mais fácil de evitar são os óleos vegetais, fáceis de serem substituídos por banha de porco, óleo de coco e óleo de oliva.

      Desde que escrevi o artigo, eu tornei minha dieta ainda mais restrita: eu parei de comer queijo. Isso sim foi um baque. Mas eu decidi fazer isso porque descobri que o queijo é o tipo de proteína mais insulinogênico. Aliás, vou alertar sobre isso em uma atualização do artigo.

    3. Fernando Fernandes

      14/05/2015 — 08:52

      Arthur, peço desculpas se pareci grosseiro, não foi a intenção.

    4. Ué. 😮 Não pensei isso em nenhum momento, Fernando. Eu que peço desculpas se pareceu isso.

  15. “Quem precisa emagrecer e/ou controlar a diabetes precisa reduzir todas as fontes de carboidratos da dieta.”

    gelatina diet é uma boa pedida no lugar da fruta temporariamente, a Royal é a melhor, zero carbo.

    1. Hoje em dia eu evito tudo que tem rótulo. Ando desconfiado até da água mineral. 😛 (Brincadeira.) Mas ainda bebo iogurtes com probióticos, ainda que em pouca quantidade, porque a indústria mete açúcar em tudo.

  16. Reduzi bastante o carbohidratos (procurei aumentar as proteinas), sobretudo processados e derivados de trigo e/ou açúcares rapidos mas tenho algumas recaídas. No entanto, passei a fazer iogurtes com leite integral orgânico. Meu consumo é de + ou – 500ml/dia. Perdi um pouco de massa gorda e ganhei massa muscular, alem de tonicidade, bom humor e autoestima devido a uma dieta inteligente.

    1. Que ótimo! 🙂

      Muito obrigado por compartilhar este relato! 🙂

  17. Interessante, mas eu sempre achei que para a pessoa emagrecer, ela deveria evitar alimentos gordurosos (apenas o senso comum) e no texto você parece fazer exatamente o contrário. Me esclarece isso Arthur, significa que isso não contribui para o aumento de peso?

  18. Pensar Não Dói » Meta-análise comprova: dieta paleolítica é a mais saudável

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