É de [xxxxx] a paciência do vivente. Acabo de ser expulso do segundo maior grupo sobre diabetes do Facebook, 72 horas depois de ter sido expulso do primeiro. O motivo? Divulgar educadamente informação científica atualizada de alta qualidade, tentando evitar sofrimento. 

urko
Humano bom é humano morto!

A crença fundamentalista dos malditos macacos falantes estúpidos e fascistas que controlam aqueles grupos – e que vão ficar cegos, sofrer amputações, ter ataques cardíacos, derrames, hipertensão, doença hepática gordurosa não alcoólica, risco aumentado de câncer e inúmeras outras doenças que produzem alto sofrimento – é de que diabéticos precisam se entupir do veneno que os torna doentes e de um monte de medicamentos injetáveis cheios de efeitos colaterais, além de se matar fazendo exercícios inutilmente. 

Divulgar educadamente informação científica atualizada de alta qualidade que conteste a “sabedoria” destes malditos macacos falantes estúpidos e fascistas é crime passível de pena de ostracismo sem direito a prévia discussão e análise de quaisquer dos argumentos. E com isso milhares de indivíduos que poderiam ser informados dos mais recentes avanços da ciência ficaram privados da informação e do debate – nenhum dos quais, obviamente, vai defender meu retorno aos grupos. 

E eu querendo criar um Partido Iluminista e um blog de Saúde Baseada em Evidências e dedicar um tempo e um esforço imensos para lutar pelo bem dessa macacada estúpida e fascista. 

Que otário que eu sou. Burro, burro, burro! 

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 22/03/2015 

34 thoughts on “Não jogueis pérolas aos malditos macacos falantes estúpidos e fascistas

  1. acalme-se… há verdades que escapam para alguns e, por não entenderem, é melhor dizer que não existem…

    1. Só que eu não estava falando de coisas para as quais eu não tinha provas. Provas científicas de nível 1 de evidência. Resultados de estudos clínicos prospectivos randomizados com grupo controle.

  2. Por acaso essa informação científica atualizada de alta qualidade é sua dieta das cavernas?

    1. Não é minha. É da espécie humana. Mas sim, eu estava falando de restrição de carboidrato para controle da diabetes e duas ou três idiotas começaram a cacarejar “que absurdo” pra lá, “que absurdo” pra cá. Aí eu expliquei o mecanismo fisiológico com toda a calma e em detalhes, falei que tinha artigos científicos para comprovar a informação e fui bloqueado antes que pudesse postar os artigos, só consegui postar um único.

  3. O título do post diz tudo.

    1. Eu podia ter informado mais de seis mil pessoas diretamente interessadas e diretamente afetadas. Mas bastaram dois imbecis com um mouse na mão para deixar milhares de pessoas sem a informação.

  4. Joaquim Salles

    22/03/2015 — 21:09

    Olá Arthur,

    Bem vindo ao maravilhoso e fantástico mundo “dos que não querem saber de nada” e pro-você-sabe-o-quê 🙂

    Abraços

    1. Pro-inferno? Pro-raio-que-as-parta? Pra-PQP?

  5. Joaquim Salles

    22/03/2015 — 21:14

    Olá Arthur,

    Seu texto fêz-lembrar do seguinte texto:

    Ao ver o comentário citando a Bíblia de “tacar pérolas ao porcos ( ou ao gorilas)”, um amigo falou-me sobre o provérbio Zen da “Ponte de Joshu” e o texto da Rev. Shundo Aoyama Roshi que segue mais abaixo. O provérbio diz que “pela ponte passam pessoas boas como Budas, como também ladrões, assassinos, gente perversa e louca. A todos permite atravessar, sem pedir nada em troca, sem selecionar. Nela passa burro, passa cavalo” e também porcos e adicionaria gorilas fanáticos.

    Noto, que este blog, entre outras coisas, é uma “ponte” para trocar informações, para mostrar a outra margem do rio, porém cada um decidir o que fazer, se atravessa a ponte e usa as informação e a transforma em conhecimento ou ignora por completo. “Talvez sejam muitos os que não saibam que há uma Outra Margem”, assim devemos mostrar que há uma outra margem, uma outra possibilidade. Como é dito no Kalama Sutta “após a sua própria análise, acredite apenas no que você experimentar e reconhecer como correto, no que for bom para você e para todos os outros seres.

    Lembro de um debate interessante, numa lista de discussão, em que um amigo disse:

    “Trago um conhecimento que me parece muito valioso, mas sujeito à polêmica, pois aparentemente contraria os princípios que regem o debate virtual.

    Encontra-se este ensinamento num livro de Suleyman Raphael (pseudônimo de um grupo de estudos sobre os ensinamentos do sábio caucasiano Gurdjieff, em São Paulo).

    Às vezes, quando leio pérolas de sabedoria veiculadas nesta lista, me bate a dúvida de que talvez seja realmente inócuo e até mesmo nocivo discutir a frio sobre idéias esotéricas que condensam grande
    quantidade de sabedoria em palavras simples e enigmáticas. E estes ensinamentos falam sobre isso.

    Como dizem… quem tem ouvidos para ouvir, que ouça, mas mesmo assim, podemos discutir. O conteúdo é polêmico, pois contraria (pelo menos aparentemente) inclusive a sua própria difusão. Portanto peço: quem tiver algo a dizer, por gentileza, diga, mesmo que os preceitos recomendem o contrário.

    Abraços

    Joaquim

    1. Tudo que eu posso fazer é transmitir a informação que eu considero correta, pelos critérios que eu considero adequados, propor que se pense sobre o assunto e abrir o debate. É muito raro eu postar algo e não admitir o debate (como fiz uma vez em um artigo sobre mudanças climáticas para evitar que o assunto fosse desviado pelos negacionistas). Mas a atitude dos dois gorilas que me expulsaram daqueles grupos não foi refutar minhas informações, foi apenas me calar. E eles vão reforçar as informações ERRADAS e ULTRAPASSADAS que vão fazer milhares de pessoas terem cegueira, amputações, infartos, derrames, hipertensão, doença hepática, obesidade e outras condições limitantes ou fatais e sempre geradoras de muito sofrimento. Por quê? Por estupidez e fascismo.

  6. Joaquim Salles

    22/03/2015 — 22:09

    [ http://www.nextis.com/zen/texto.html ]
    Do livro “Utsukushi Hitoni¹, da Rev. Shundo Aoyama Roshi,
    Abadessa do Mosteiro Aichi Senmon Nisodo (Nagoya – Japão)
    Certa vez, folheando os anais dos monges Zen da dinastia T’ang, ao ler o provérbio “Ajudar burros a atravessar, ajudar cavalos a atravessar”, fiquei muito surpresa pela semelhança do provérbio com meu trabalho. Devo ser como uma ponte, possibilitando a todos atravessar. No grupo que dirijo, existem pessoas em diferentes estágios de prática e, mesmo monges, são pessoas comuns, com momentos de delusão. Estas palavras surgiram quando ainda tinha muitas dificuldades na função, e elas passaram a ser um preceito para mim.
    Anos mais tarde, quando soube que o Imperador Showa escolhera a palavra “ponte” para o tema de poesias de Ano Novo, na festa do Palácio Imperial, lembrei-me do provérbio. Não fui convidada para a festa, mas escrevi um poema sobre o tema, incorporando o provérbio.
    Ajudar burros a atravessar
    Ajudar cavalos a atravessar:
    Gostaria de ser esta ponte,
    Entretanto, estou sendo ajudada a atravessar.
    Durante a dinastia T’ang, na China, o grande mestre Zen Joshu Jushiro Zenji era abade do templo Kannon-in. Para chegar ao seu templo era necessário cruzar uma ponte, que foi chamada de Ponte de Joshu. Certa vez um monge noviço perguntou: “A Ponte Joshu, o que é?” Ele não estava mencionando a ponte para se chegar ao templo, mas sobre a prática budista de Joshu. Joshu respondeu: “Passa burro, passa cavalo.”
    Há pessoas das quais gostamos e pessoas das quais não gostamos, amigos e inimigos, Pela ponte passam pessoas boas como Budas, como também ladrões, assassinos, gente perversa e louca. A todos permite atravessar, sem pedir nada em troca, sem selecionar. Há quem reclame “que ponte ruim, que ponte mal feita, difícil de passar”, vão reclamando, batendo os pés, dando chutes, e pode haver até aqueles que urinem na ponte. Poucos atravessam com gratidão dizendo “Obrigada” ou “Graças a você pude atravessar”. Seja qual for a maneira que atravessem, a todos a ponte permite passar sem fazer discriminação. Joshu em sua prática de grande bodisatva ‚ o símbolo dessa ponte, a imagem dessa ponte.
    E eu? Cavalo atravessa… Burro nao… Pessoa que gosto sim, pessoa que não gosto não. Fico escolhendo, selecionando de acordo com minhas conveniências. Quero que me elogiem “Que ponte bonita!”, “Obrigada”, “Graças a você”. Fico mal humorada e não quero deixar atravessar aqueles que me xingam ou urinam na ponte.
    No meu trabalho encontro sempre monjas, noviças, praticantes leigos e tenho de lembrar-me sempre do provérbio “Ajudar burros a atravessar/ Ajudar cavalos a atravessar”, como se estivesse inúmeras vezes invocando o nome de Buda. Certo dia ocorreu-me que ser uma ponte não era suficiente… Mesmo que poucas pessoas utilizem o Ponte do Budismo, preciso fazer com que as pessoas deludidas percebam a Outra Margem, e que é necessário atravessar esta ponte.
    Talvez sejam muitos os que não saibam que há uma Outra Margem. É preciso despertar neles o desejo de alcançá-la.- se querem fama, dar-lhes fama; se querem pão, dar-lhes pão; se querem dinheiro, dar-lhes dinheiro; se querem relacionamento, dar-lhes relacionamento, até perceberem que este é um universo maravilhoso. Para isso é preciso ter o coração de avós bondosos, ser capaz de despir o hábito monástico, sujar as mãos com excrementos, estar entre todos, chorar, ficar deludido, rir juntos, até fazê-los perceber o Verdadeiro Caminho e puxá-los para cá.
    Esse é o meu voto simbolizado pelas trinta e três faces e cem corpos de Kanon. Está escrito no Sutra de Kanon: “Nas terras do universo nao há local onde não se manifeste.” Sempre e em toda parte, a atividade de Kannon se revela. Abrindo o olho do coração-mente, vejo que a pessoa da qual penso não gostar existe para que eu perceba meu próprio ego – é Kanon se revelando. Doente, fracassada ou separada de quem amo devo abandonar minhas auto-indulgências e perceber que a verdade da vida é atividade de Buda.
    Vendo tudo pela perspectiva de Buda fiquei envergonhada da minha própria arrogância e pude perceber que ao invés de ser uma ponte, estou sendo ajudada a atravessar.
    ¹ “Utsukushii hito ni” = para as pessoas belas

    1. Apaguei o errado e deixei o certo?

  7. Encara como seleção natural e segue em frente, Arthur. Os mais aptos sempre sobrevivem, não é? Se o cidadão não quer ler mais sobre sua condição de saúde e se informar sobre métodos alternativos – principalmente à insulina, porque deve ser um pé no saco levar agulhada todo santo dia pelo resto da vida – e prefere engolir um comprimido do tamanho de um bonde (eu fico pasma com o comprimido de metformina até hoje) e comer coisas que vão matá-lo mais rapidamente, azar o dele…

    1. O que me deixa louco é que havia várias pessoas se interessando pelo que eu estava dizendo. Só três me adicionaram. Havia seis mil somando os grupos. E ninguém mais terá acesso ao que aparentemente somente eu tive conhecimento e interesse em divulgar. Os grupos estão cheios de gente que tem filhos com diabetes. Crianças. E estas crianças não terão a chance de terem pais e mães minimamente bem informados por um bom tempo ainda, até que o número das evidências seja tão imenso que a posição tradicional seja desbancada. Mas isso pode demorar uma década. Quantos mais vão sofrer e morrer por causa dos estúpidos fascistas incapazes de argumentar que simplesmente calam quem está falando algo com o que eles não concordam?

  8. Joaquim Salles

    22/03/2015 — 23:51

    Olá Arthur,

    Grato pela correção. “Sigo o voto do relator ( no caso você)”. Fico chateado também…continue com sua batalha…

    Abraços

    1. Haverá mudanças de rumo.

  9. Repita comigo Arthur:

    1
    2
    3
    4
    5… até se acalmar. Ou dormir. Ou rir.

    Não adianta.

    Dá raiva. Você quer ajudar. Mesmo quem discorda deveria pelo menos discutir tuas ideias. Apagar é o recurso dos covardes.

    Mas não adianta.

    Cuide do fígado. Não só do pâncreas.

    E da capo:

    1
    2
    3
    4
    5…

    1. 28.534.071
      28.534.072
      28.534.073
      28.534.074
      28.534.075
      28.534.076
      28.534.077
      28.534.078
      28.534.079
      28.534.080
      28.534.081
      28.534.082
      28.534.083
      28.534.084
      28.534.085…

    2. UAHAUHAUHAUHAUHA!

    3. É, tá difícil…

  10. Curioso mesmo.

    Não vi como foi postado no Facebook, mas os artigos aqui estavam bem escritos, ainda que eu não faça qualquer ideia se corretos.
    De toda forma, estava apresentado como uma metodologia de estudo e poderia ser tranquilamente falseado ou refutado.

    Sem nem conhecer tais grupos, imagino que não sejam grupos onde o debate acadêmico/científico seja apreciado, pois o temor por uma visão/informação desafiadora ao status quo e eventualmente revolucionária fez os moderadores TUTELAREM os demais participantes decidindo por eles RETIRAR a ideia revolucionária (correta ou estúpida, pouco importa) sem apreciação por parte da “massa”.

    Parece que junto com a universalização da informação, existe uma busca feroz pelo poder de tutorear os informados.

    1. Nos dois casos eu me apresentei e contei o meu histórico e os resultados dos meus exames. Nos dois casos eu fui simplesmente expulso e bloqueado sem que tenha havido qualquer atrito ou reclamação ou aviso prévio. Num dos grupos duas ou três imbecis começaram a fazer zoeira e eu simplesmente expliquei a fundamentação fisiológica do que estava dizendo. Estava claro até mesmo para um macaco com cérebro de ameba que eu sabia do que estava falando.

      Ao invés de me questionar, preferiram me calar. Muito medíocre e autoritário.

  11. Experimente tirar o dedo do gatilho da metralhadora e dar um tiro de cada vez!

    1. Acabo de comprar uma bateria nova para minha taser.

    2. “Experimente soprar mais devagar, furacão!”
      “Experimente explodir mais devagar, supernova!”

      Isso não ia mesmo dar certo, Romacof.

    3. Eu peguei leve. Fui educadíssimo. Postei meus dados pessoais para mostrar que tenho uma experiência muito positiva com o assunto do grupo. Expliquei toda a fisiologia envolvida no que estava dizendo em termos bem simples. Postei links para artigos científicos para mostrar que o que estava dizendo tinha base científica. E fui expulso duas vezes.

      Não fiz nada errado. Fui alvo de estupidez e fascismo, só isso. Estupidez de quem é diabético e não se dá o trabalho de pesquisar nada na internet sobre a própria doença. Fascismo de quem tem um poderzinho de merda de expulsar alguém de um grupo e não se dá o trabalho de contra-argumentar ou conversar antes de usar seu poderzinho de merda.

  12. Antes de tudo, parabens pelos seus 100 dias de dieta ,agora mais, até. Participo da sua tristeza frente à ignorância e medo. Pelo menos,me convenceu a diminuir minha ingestão de carbohidratos. Inacreditável! Esnife, minha papinha de bolinhas de tapioca… Não parar, pois ainda acredito que cereais, leguminosas, raízes, tubérculos e frutas fazem também parte da nossa dieta evolutiva ha muito mais tempo do que a invenção da agricultura.
    Alem disso, nosso caminho evolutivo me parece mais nômade que sedentário, portanto acredito também ser necessário se movimentar de um ponto para outro quase que diariamente. Nado e remo 4 vezes por semana, no minimo. Porque ainda não começou a mexer seus quilinhos, ô Arthur?

    1. Gordo não fica gordo porque é guloso e preguiçoso, gordo fica guloso e preguiçoso porque engorda. O efeito fisiológico de engordar é aumentar a fome e reduzir a disposição física. Conseqüentemente, o efeito fisiológico de emagrecer é diminuir a fome e aumentar a disposição física.

      Eu já perdi duas décadas de disposição física. Não serão mais dois ou três meses que farão grande diferença. Então, vou emagrecer um pouco mais antes de começar a fazer exercícios, torcendo para já começar com melhor disposição física.

      Além disso, eu quero ver até onde essa dieta vai me levar sozinha. Para mim tem sido um experimento científico n=1. Se eu incluir o exercício no experimento agora, jamais saberei qual foi o efeito da dieta e qual foi o efeito dos exercícios.

      Estou sem fazer exercícios em nome da ciência. 😛

      (Gordo arranja cada desculpa… Mas eu caprichei, hein?) 🙂

  13. Joaquim Salles

    23/03/2015 — 23:49

    Olá Arthur,

    agora uma duvida: o leite. Pode ou não pode ? Segundo o Atkins derivados com pouca lactoses pode e na paleo como fica? Já vi varias vez artigos do tipo em http://veja.abril.com.br/201206/p_112.html dizendo que “Há poucos milhares de anos, uma mutação genética permitiu o consumo de leite entre pessoas adultas”. Isso é verdade?

    Abraços

    Joaquim

    1. Joaquim Salles, achei esse artigo interessante:
      http://www.lowcarb-paleo.com.br/2015/02/laticinios-low-carb-versus-paleo.html

      Não só pelo assunto “leite”, que eu aprecio muito, mas tambem por mostrar a variedade de opiniões.

    2. Eu ia responder com este link que o Gerson postou. 🙂

      Com uma ressalva: discordo do Souto quando ele diz que a longevidade é definida por “uma combinação aleatória de genética e acaso”. Se fosse assim, para que nutrição adequada? Para que medicina? O Souto exagerou nessa frase.

  14. Joaquim Salles

    25/03/2015 — 14:30

    Olá Gerson e Arthur,

    Também gostei do artigo.

    Obrigado,

    Joaquim

  15. Joaquim Salles

    25/03/2015 — 19:05

    Oi Arthur,

    Parece que a dieta palio confirma ( ou pelo menos não nega) o que esta em http://www.arthur.bio.br/2014/04/05/ciencia/estudo-cientifico-mostra-que-vegetarianos-sao-menos-saudaveis#more-3558

    Lembra desse post:)

    Abraços

    1. Claro que lembro. 🙂

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