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  • REVOLUÇÃO ILUMINISTA

    Iluminismo

    "O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem para fazer uso da tua própria razão! - esse é o lema do Iluminismo". (Immanuel Kant)

    As coisas simples nem sempre são fáceis

    Desde que eu escrevi o artigo “uma pequena mudança no blog“, eu escrevi e reescrevi cinco vezes o artigo com o qual eu iria inaugurar a nova fase. Não é que o assunto fosse difícil de tratar. O problema foi que, em todas as tentativas, eu infringi a decisão tomada no artigo “iluminismo versus embrutecimento“, algo que eu não quero fazer a não ser que seja muito necessário, por mais que eu esteja no terreno mais alto. 

    High_ground

    Algo que eu não quero fazer a não ser que seja muito necessário, por mais que eu esteja no terreno mais alto.

    No tempo do Orkut, devido aos meu interesses da época, eu criei uma comunidade chamada Religião, Ciência e Política. Relendo o artigo “iluminismo versus embrutecimento“, eu me lembrei da descrição daquela comunidade e decidi resgatá-la do Orkut. Acho que você vai sacar o motivo quando ler a descrição dela: 

    Religião, Ciência e Política 

    A Religião explica o mundo pela fé. 
    A Ciência explica o mundo pela razão. 
    A Política controla o mundo. 

    Se você quiser convencer o outro que sua religião é verdadeira, precisa viver de maneira tão absolutamente santificada, irradiar tanta paz, felicidade e contentamento, que os outros venham lhe perguntar como alcançou este patamar; somente então deve explicar como obteve tal Graça. 

    Se você quiser convencer o outro que sua afirmação é verdadeira, precisa argumentar de modo tão lógico, coerente e baseado em dados cientificamente válidos, que os outros venham lhe perguntar quais os fundamentos de seus argumentos; somente então deve explicar como obteve tal Conhecimento. 

    Se você quiser influir positivamente no destino da sociedade e do planeta, precisa participar na vida social e política de modo tão estimulante, construtivo e agregador, que os outros venham lhe perguntar como contribuir; somente então deve explicar como obteve tal Habilidade. 

    Hoje eu acrescentaria um parágrafo sobre a economia:

    Economia

    Se você quiser produzir segurança material e conforto para a sociedade, precisa produzir abundância de modo tão eficaz, socialmente benéfico e ecologicamente sustentável, que os outros venham lhe perguntar como produziu tanta riqueza; somente então deve explicar como obteve tal Capacidade. 

    O fator fundamental nesta análise, entretanto, é a lógica de somente oferecer algo para quem já está interessado naquilo. Nada de bater na porta das pessoas na manhã de domingo perguntando se elas têm um tempo para conhecer Jesus. Nada de discutir biologia evolutiva com quem acha que a Terra tem cerca de seis mil anos e que não reconhece que não passa de um macaco falante. Nada de explicar a importância da organização e da mobilização em torno de um ideal para quem só se interessa por futebol e novela. Nada de oferecer lanche grátis para quem não demonstra interesse em se qualificar para obter melhor qualidade de vida. E nada de escrever para quem não está interessado na visão de mundo ou nos argumentos do autor. 

    Eu sou um iluminista, um radical de centro, um vanguardista. Porém, quando eu comecei a escrever aquele artigo pela sexta vez, eu percebi que não estava escrevendo para iluministas, centristas e vanguardistas. No fundo eu estava escrevendo focado inconscientemente em ser lido ou pelos inimigos destas posições, para tentar incomodá-los, ou pelos que a desconhecem, para tentar convencê-los, conforme a versão do artigo. É muito difícil evitar isso, pelo mesmo motivo que torna muito difícil debater um assunto com quem concorda plenamente conosco.

    Talvez eu deva me concentrar mais apenas em me manter no terreno mais alto. O resto será conseqüência. 

    Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 11/07/2015 

     

    Uma pequena mudança no blog

    Os primeiros cinco anos do blog foram muito intensos. Nos últimos doze meses, todavia, os rascunhos se acumularam e as postagens diminuíram de freqüência. Isso é sinal de que algo precisa mudar se eu quiser manter o blog funcionando. Suponho ter encontrado uma fórmula razoável.

    Uma pequena mudança

    Eu achava que minha queda de produção se devia à depressão que me acometeu nos anos de 2012 a 2014, mas percebi que não: primeiro porque a minha produção até a metade de 2014 foi intensa, segundo porque desde o início de 2015 minha produção não aumentou apesar de eu ter me recuperado muito bem graças à dieta paleolítica de baixo carboidrato (e agora pretendo atingir um patamar superior de vitalidade e disposição com um tipo de exercício físico “maluco” que todo mundo está dizendo que vai me matar, assim como disseram que a minha dieta “maluca” ia me matar, mas isso é assunto para outro artigo).

    Se minha queda de produção não teve correlação com minha saúde, então qual seria o problema? Parei para pensar no que poderia estar me afetando e lembrei de conferir a data de um certo artigo. Bingo.

    A real é esta: muito da energia que eu tinha para escrever se devia à esperança de construir um projeto político iluminista para o Brasil. Quando caiu a ficha de uma vez por todas que um projeto político iluminista nacional não tem a menor chance de progredir no Brasil, uma imensa república de bananas, subdesenvolvida e totalmente dominada por mentalidades obscurantistas e corrupção, o desânimo me venceu.

    Por sorte eu sou biólogo.

    Eu não deixei de acreditar no iluminismo, eu deixei de acreditar em um projeto político iluminista para o Brasil. Há uma grande diferença entre uma coisa e outra. Macacos iluministas continuam a ser interessantes e representam uma ilha de sanidade em meio a um oceano de macacos obscurantistas. 😉

    Além disso, nossa velha amiga seleção natural vai resolver o problema, de um jeito ou de outro. Considerando o desastroso panorama cultural do Brasil, ser iluminista hoje se resume a pouco mais que ser um sobrevivente. Pelo menos até que eu tenha um novo surto de salvação de mundo, é isso que eu pretendo fazer.

    Isso nos traz de volta ao problema da produção do blog.

    Eu sou um iluminista. E eu gosto de política. Seria impossível contrariar minha natureza e passar a tratar de futilidades no blog. Portanto, eu vou continuar escrevendo bastante sobre política – mas vou mudar a estratégia. Para que o blog volte a um nível mais interessante de atividade, vou acrescentar uma boa pitada de colunismo político ao Pensar Não Dói.

    Vejam bem: o Pensar Não Dói nunca foi, não é e nunca será um blog sobre política. Política é apenas o assunto sobre o qual eu mais escrevo. E isso vai continuar assim. A diferença é que o Pensar Não Dói só tratava da política obscurantista mundana como exceção, preferindo ater-se ao debate de princípios, e agora eu pretendo escrever um pouco mais sobre atualidades da política.

    A maioria dos artigos do Pensar Não Dói era relativamente atemporal. A partir daqui, uma proporção maior acabará por ficar datada, mas eu espero que isso me permita manter o blog ativo ao mesmo tempo em que escrevo os artigos do estilo tradicional com mais tranquilidade, sem pressa para publicar só porque o blog está há dias sem artigos novos. Acho que é um preço pequeno a pagar para revitalizar o blog.

    Palpites?

    Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 04/07/2015

    Seis anos de blog

    Hoje o Pensar Não Dói completa seis anos de atividade. Contando com esta, foram 795 postagens, mais três que foram excluídas, e há 380 rascunhos pendentes, dos quais provavelmente 10% ainda serão publicados. O blog já mudou de nome, voltou ao original, mudou de layout, mudou de plugins, mudou de objetivo e fez seu autor mudar também.

    Darwinito

    Seis anos de exposição pública não passam impunes. (Se contarmos também o tempo de Orkut e Facebook, são dez anos.) Muito embora eu seja um cabeça-dura, é impossível não mudar de idéia sobre alguns temas quando se está aberto ao aprendizado e se interage com tanta gente. E, ao contrário do que dizem as pesquisas, que mostram que quanto mais alguém freqüenta as redes sociais, mais frustrado, infeliz e agressivo se torna, eu fui um ponto fora da curva e tive um grande sucesso em conhecer gente legal, fazer amizades e amadurecer. Por este lado, apesar de uma ou outra perda, o balanço foi muito positivo.

    Por outro lado, o blog fracassou fragorosamente em um de seus objetivos: eu sempre quis organizar alguma atividade política a partir deste espaço. No início não estava claro qual seria, depois me decidi por tentar organizar um partido iluminista, então percebi que o interesse nisso é ínfimo e finalmente decidi não ficar dando murro em ponta de faca. Infelizmente, isso me desanimou bastante para escrever.

    Muito embora eu tenha decidido manter o blog – afinal, eu sou um cabeça-dura – eu ainda não sei bem em que direção desenvolvê-lo. Eu tinha a intenção de definir isso neste artigo, pensei alguns dias nisso, mas percebi que era desnecessário e seria precipitado. O que eu tenho certeza é que pretendo manter o blog ativo, embora ainda não possa me comprometer com uma maior freqüência de postagens. 

    Por enquanto, meu mais sincero muito obrigado a todos que me fizeram e me fazem companhia neste espaço. Tem sido um privilégio inestimável receber as curtidas, os comentários e as pedradas de todos os que leram algum artigo e voltaram em outro dia para ler mais um. Sempre que alguém volta e torna a comentar eu fico imensamente feliz por ter criado este espaço.

    Feliz Aniversário para o Darwinito e para todos nós.

    Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 24/06/2015 

    Atualização no mesmo dia:

    HAHAHAHAHAHAHA!!! Descobri uma coincidência incrível! 

    Vejam que outro blog também faz aniversário em 24 de junho! 😛 

    Informação trazida pelo Gerson B. 

    O layout do Pensar Não Dói mudou

    Fiz isso para tornar o blog mais leve e facilitar sua leitura nos smartphones, que estão respondendo por um percentual crescente dos acessos

    Smartphones

    A principal mudança é que barra lateral direita foi extinta, seu espaço passou a ser preenchido pelo corpo dos artigos e as letras aumentaram 12,5% em tamanho. Os elementos que estavam na barra lateral direita foram distribuídos na barra lateral esquerda.

    O plugin de integração do Facebook com o NetworkedBlogs, que era o item mais pesado do blog, foi removido por três motivos: primeiro, era muito pesado; segundo, quase ninguém usava aquilo; terceiro, o NetworkedBlogs não admite novas inscrições, então está se tornando inútil.

    O resto continua igual.

    Que tal ficou?  

    Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 09/03/2015 

    Quem conhece a plataforma Disqus?

    Recentemente eu descobri a existência da plataforma Disqus de comentários. Achei interessante, instalei aqui no blog para testar e todos os comentários sumiram. Tive que remover o plugin Disqus para recuperar os comentários. Para resolver isso eu teria que exportar todos os dados do WordPress e importar na Disqus. O processo automático não funcionou, então eu teria que fazê-lo manualmente. Pergunto se alguém conhece a plataforma e se a considera útil o suficiente para eu ter esse trabalho e correr esse risco. 

    disqus

    Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 29/12/2014

    Educação e honestidade intelectual

    Você lembra do artigo “Metatolerância“? Pois bem, caiu a ficha aqui que aquela tabela-verdade pode ser muito útil aqui no blog. Eu deveria seguir meus próprios conselhos, certo? 

    Olhe o que esse cara postou no artigo Os custos da cultura do Brasil (já deletei o comentário lá):

    Educação é bom e preserva o comentário

    Veja bem: um sujeito anônimo já chega chamando o autor do blog de ignorante (o que é falta de educação) e lança a afirmação maldosa “quanta dificuldade para entender que instituição financeira não é bagunça” (o que é falta de honestidade intelectual). 

    Você mesmo pode verificar: em que momento eu falei qualquer coisa que possa ser confundida com “bagunça”? Leia aquele artigo e volte aqui. 

    [Pausa para a leitura do artigo Os custos da cultura do Brasil.] 

    Leu? Não tem nada lá que sugira que eu queira “bagunça”, certo? Muito antes pelo contrário, eu reclamei da cultura de bagunça, de falta de planejamento, de ineficiência e de gambiarra do Brasil. E no entanto o troll anônimo maldosamente tentou fazer parecer como se eu fosse um simples baderneiro incapaz de aceitar regras supostamenterazoáveis. Além de grosseiro, ele foi nitidamente mal intencionado. 

    O problema é que tem muita gente desavisada por aí que morde esse tipo de isca – ou finge morder. Aí o interlocutor honesto fica na defensiva, o mal intencionado se diverte distorcendo tudo e lançando acusações sem o menor compromisso com a verdade, a claque do mal intencionado dá suporte ao estratagema e os desavisados acabam dando razão a quem não tem. Hoje em dia isso é um padrão recorrente e muito freqüente. 

    Se o interlocutor honesto se preocupa em explicar tudo direitinho, para ter certeza de que não será mal compreendido, está ralado. Simplesmente não é possível: o arsenal de perversões de um interlocutor mal intencionado é inesgotável, todo safado na internet tem sua claque e o desavisado dificilmente percebe a tramóia ou aceita o alerta. Portanto, não adianta nem tentar. 

    Então… O que fazer? 

    Bem, no início deste artigo eu disse que eu deveria seguir meus próprios conselhos e é isso que eu pretendo fazer. Para o azar dos trolls, uma vez eu escrevi um artigo intitulado “Civilidade nem que seja na porrada“. Vou ter que mostrar que acredito no que escrevo e deletar os comentários em que detectar falta de educação ou falta de honestidade intelectual, como o que ilustra este artigo. 

    Será esta a solução ideal? Não, eu acredito que não. Eu preferiria mil vezes jamais ter que deletar um comentário, até mesmo para não correr o risco de interpretar errado o que alguém disse e deletar um comentário legítimo, o que certamente vai acontecer uma vez ou outra. Mas este é o problema de viver em um ambiente de fracasso: nada funciona como deveria – e há um preço a pagar por isso, até mesmo (ou principalmente) ao se defender a boa educação e a honestidade intelectual. 

    Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 19/09/2014 

    Como são as coisas no Santinho

    Pessoal, saiu o último capítulo do conto “Como são as coisas no Santinho“, do Romacof, lá no Cágado Xadrez. Quem estava esperando o último capítulo sair para começar a ler, como eu, que tenho baixa tolerância ao suspense, corra lá!

    O Darwinito está de volta

    Para o bem de todos e a felicidade geral da blogosfera, o Darwinito mandou dizer que volta. 

    logo-darwinito

    [Ler texto completo]

    Mensagem aos amigos dos meus amigos no Facebook

    Você já viu a expressão “Pensar Não Dói” em um link de um amigo seu? Sabe do que se trata? Clique aqui para saber! 

    Pensar Não Dói - Arthur Golgo Lucas

    Este é o Darwinito. Isso que ele está fazendo representa o MODO PADRÃO do brasileiro pensar e agir. Ou talvez do ser humano.

    [Ler texto completo]

    Pessoal, ajude aqui, por favor

    Artigo deletado. 

    [Ler texto completo]