Adicione

Pensar Não Dói no Facebook Pensar Não Dói no Twitter Pensar Não Dói no Orkut

Leia os artigos no e-mail:

Siga o blog

Educação e honestidade intelectual

Você lembra do artigo “Metatolerância“? Pois bem, caiu a ficha aqui que aquela tabela-verdade pode ser muito útil aqui no blog. Eu deveria seguir meus próprios conselhos, certo? 

Olhe o que esse cara postou no artigo Os custos da cultura do Brasil (já deletei o comentário lá):

Educação é bom e preserva o comentário

Veja bem: um sujeito anônimo já chega chamando o autor do blog de ignorante (o que é falta de educação) e lança a afirmação maldosa “quanta dificuldade para entender que instituição financeira não é bagunça” (o que é falta de honestidade intelectual). 

Você mesmo pode verificar: em que momento eu falei qualquer coisa que possa ser confundida com “bagunça”? Leia aquele artigo e volte aqui. 

[Pausa para a leitura do artigo Os custos da cultura do Brasil.] 

Leu? Não tem nada lá que sugira que eu queira “bagunça”, certo? Muito antes pelo contrário, eu reclamei da cultura de bagunça, de falta de planejamento, de ineficiência e de gambiarra do Brasil. E no entanto o troll anônimo maldosamente tentou fazer parecer como se eu fosse um simples baderneiro incapaz de aceitar regras supostamenterazoáveis. Além de grosseiro, ele foi nitidamente mal intencionado. 

O problema é que tem muita gente desavisada por aí que morde esse tipo de isca – ou finge morder. Aí o interlocutor honesto fica na defensiva, o mal intencionado se diverte distorcendo tudo e lançando acusações sem o menor compromisso com a verdade, a claque do mal intencionado dá suporte ao estratagema e os desavisados acabam dando razão a quem não tem. Hoje em dia isso é um padrão recorrente e muito freqüente. 

Se o interlocutor honesto se preocupa em explicar tudo direitinho, para ter certeza de que não será mal compreendido, está ralado. Simplesmente não é possível: o arsenal de perversões de um interlocutor mal intencionado é inesgotável, todo safado na internet tem sua claque e o desavisado dificilmente percebe a tramóia ou aceita o alerta. Portanto, não adianta nem tentar. 

Então… O que fazer? 

Bem, no início deste artigo eu disse que eu deveria seguir meus próprios conselhos e é isso que eu pretendo fazer. Para o azar dos trolls, uma vez eu escrevi um artigo intitulado “Civilidade nem que seja na porrada“. Vou ter que mostrar que acredito no que escrevo e deletar os comentários em que detectar falta de educação ou falta de honestidade intelectual, como o que ilustra este artigo. 

Será esta a solução ideal? Não, eu acredito que não. Eu preferiria mil vezes jamais ter que deletar um comentário, até mesmo para não correr o risco de interpretar errado o que alguém disse e deletar um comentário legítimo, o que certamente vai acontecer uma vez ou outra. Mas este é o problema de viver em um ambiente de fracasso: nada funciona como deveria – e há um preço a pagar por isso, até mesmo (ou principalmente) ao se defender a boa educação e a honestidade intelectual. 

Arthur Golgo Lucas – arthur.bio.br – 19/09/2014 

Como são as coisas no Santinho

Pessoal, saiu o último capítulo do conto “Como são as coisas no Santinho“, do Romacof, lá no Cágado Xadrez. Quem estava esperando o último capítulo sair para começar a ler, como eu, que tenho baixa tolerância ao suspense, corra lá!

O Darwinito está de volta

Para o bem de todos e a felicidade geral da blogosfera, o Darwinito mandou dizer que volta. 

logo-darwinito

[Ler texto completo]

Mensagem aos amigos dos meus amigos no Facebook

Você já viu a expressão “Pensar Não Dói” em um link de um amigo seu? Sabe do que se trata? Clique aqui para saber! 

Pensar Não Dói - Arthur Golgo Lucas

Este é o Darwinito. Isso que ele está fazendo representa o MODO PADRÃO do brasileiro pensar e agir. Ou talvez do ser humano.

[Ler texto completo]

Pessoal, ajude aqui, por favor

Artigo deletado. 

[Ler texto completo]

Pedido aos amigos e leitores: versão super-simplificada

Vou direto ao ponto: você gastaria cinco minutos para ajudar a divulgar o Pensar Não Dói por todo o tempo em que o Facebook for o site de relacionamentos mais acessado no Brasil? 

o-gato-de-botas-500

[Ler texto completo]

O peso da responsabilidade

Pedir a meus amigos e leitores do blog para autorizarem o compartilhamento automático dos meus artigos em suas Linhas do Tempo do Facebook foi a medida mais ousada e de maiores e mais profundas conseqüências da história do Pensar Não Dói. 

Escritor-Mickey-500

[Ler texto completo]

Um pedido aos amigos e leitores

Vou direto ao ponto: você gastaria cinco minutos para ajudar a divulgar o Pensar Não Dói por todo o tempo em que o Facebook for o site de relacionamentos mais acessado no Brasil? 

o-gato-de-botas

[Ler texto completo]

Urucubaca do bem

A urucubaca de hoje de manhã talvez tenha sido obra o meu anjo da guarda, para eu não publicar um artigo do qual iria me arrepender em 24 horas. 

Ter-paciência-é-bom

[Ler texto completo]

Ah, dá um tempo, urucubaca!

Passei seis horas fazendo cadastros em feeds, e tirando screenshots do processo para escrever um artigo. Quando finalmente o texto estava PRONTO, às sete da manhã, bem na hora de salvar a última atualização, a internet deu algum pau estranho e comeu mais de metade do artigo. 

Facepalm_statue

[Ler texto completo]