Michel Temer e Gilmar Mendes foram burros

Ao invés de perpetrar aquela farsa pornográfica no TSE, Michel Temer e Gilmar Mendes tinham a sua disposição uma estratégia muito melhor para exorcizar de vez o fantasma da aliança com o PT, cassar os direitos políticos da Dilma, evitar a desmoralização do ministro do STF, livrar a cara do presidente da República e ainda mantê-lo no cargo com legitimidade redobrada.

A solução era muito simples: cassar a chapa Dilma-Temer no TSE, cassando os direitos políticos de Dilma mas não o de Temer, e então, na eleição indireta que necessariamente seria chamada para escolher o novo presidente da República para um mandato-tampão até o final de 2018, reconduzir Michel Temer ao cargo. Acordão por acordão, este teria sido uma manobra de alta categoria.

Michel Temer lançaria “uma pá de cal oficial” no discurso do golpe, imputando a queda da chapa exclusivamente à corrupção do PT, conferiria total legitimidade ao restante de seu mandato e se reempoderaria como presidente da República, consolidando sua aliança com o Congresso Nacional e abrindo caminho para a aprovação de todas as reformas que seu governo deseja fazer.

Gilmar Mendes, por sua vez, não precisaria bancar o jagunço para defender o mandato de Temer, não se desmoralizaria daquele modo vergonhoso e não queimaria desnecessariamente aquele imenso cartucho, podendo defender o sinhozinho mordomo de filme de terror por mais algum tempo com alguma credibilidade.

O Brasil teria a arena política pacificada, a economia estabilizada e metade da mídia dando piti, metade dando risada.

Nada mal, né? 

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 29/06/2017

Teori Zavascki foi assassinado?

Eu não sei, você não sabe e se foi o caso ninguém jamais saberá. Mas é possível e foi muito conveniente para uma grande quantidade de corruptos poderosos. Como é que esse otário se mete num teco-teco? Teori Zavascki tinha a Lava-Jato nas mãos, não podia ter dado um mole desses. Ou vocês acham que não existe assassinato político no Brasil? Que só o que se assassina aqui são reputações?

Vou repetir para ter certeza de que você entendeu: eu não sei, você não sabe se foi o caso ninguém jamais saberá. Haverá luto oficial. O mandante, se houver, vai discursar sobre como o ministro Teori Zavascki era honesto, íntegro, capaz, defensor da democracia e do Estado de direito. Seus colegas do STF farão loas ao falecido independentemente de sua real opinião sobre ele. Os peritos serão “sutilmente” lembrados do caso Celso Daniel e vão dar um laudo de que o avião em que estava o Teori Zavascki sofreu uma pane mecânica, teve uma dor de barriga ou foi atingido por um disco voador, e a grande mídia inteira dirá “amém”, enquanto inúmeros corruptos dirão “aleluia”.

Jamais saberemos a verdade. Que até pode ter sido, sim, uma falha mecânica. Mas também pode ter sido um assassinato político. Você é perito em acidentes aeronáuticos e está lá para analisar? Não, né? Pois bem, quero apenas que você tenha bem claro em mente que a história oficial é previsível, mas não necessariamente realista, e que deve haver muita coisa que juramos que foi de um jeito e que na verdade foi de outro jeito. Ou não.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 19/01/2017

Atualização dia 20/01/2017: dados interessantes surgiram.

Os “coxinhas” não piraram

O comentário ridículo abaixo sobre os “coxinhas” mostra, para quem tiver o trabalho de pensar um pouco a respeito, o esgotamento completo de uma visão de mundo anacrônica, equivocada e sobretudo maldosa. Nem mesmo um completo débil mental é capaz de acreditar a sério que alguém vai protestar contra si mesmo. Para dizer ou concordar com uma coisa assim, há que ter uma grande dose de corrupção moral.

protestar-contra-si-mesmo

A esquerda há três décadas e meia vem dizendo que o Brasil passou 500 anos sendo explorado pela “direita”, atualmente identificada com os “coxinhas”. Obviamente, “direita” ou “coxinhas” para a esquerda é “tudo que não sou eu”, mas tanto faz. Vamos dar de barbada que fosse. Pois bem, em 500 anos o Brasil nunca teve três anos seguidos de recessão, exceto quando a esquerda assumiu o poder. Nunca perdemos tantas empresas, tantos postos de trabalho, tanto dinheiro e tanto prestígio internacional quanto nos 13 anos do PT na presidência da República.

A calamidade das contas públicas chegou a tal ponto que até mesmo o PMDB, parceiro do PT nas duas últimas eleições, percebeu que o país estava indo para um buraco tão grande, tão rápido, que não seria possível esperar até 2018 para chutar a bunda da esquerda e começar a recuperar o país. O parasita precisa que o hospedeiro sobreviva para poder continuar sugando seu sangue, mas a esquerda chafurdou no sangue do hospedeiro como um vampiro sedento que não se alimentava há séculos. E os “coxinhas” foram para a rua exigir o impeachment e o fim da corrupção.

Veio o impeachment, abençoado impeachment. Veio o episódio vergonhoso do conchavo do presidente do Senado com o presidente do STF para evitar a perda dos direitos políticos da presidente da República deposta. Vieram as eleições e o povo virou “coxinhas” e deixou claro que não quer saber de nada que venha do PT, impondo-lhe uma derrota acachapante e um encolhimento de cerca de 60% nas urnas. E vieram então à tona muitas das falcatruas do período de corrupção do país pelo PT – ou talvez eu deva inventar o neologismo “corruptização” para deixar mais claro que corrupção é uma atuação transformadora.

A esquerda não se limitou a roubar como fizeram todos os outros que o precederam. Não. Todos os partidos de esquerda possuem um fetichismo pelo autoritarismo absoluto, travestido de alguma ideologia porca que é usada para enganar os incautos de que a esquerda necessita para chegar ao poder. Uma vez atingido o poder, entretanto, o que vemos é o que aconteceu em Cuba, com mais de meio século de ditadura e milhares de fuzilamentos por divergência de opinião, ou na Venezuela, com a população morrendo de fome, comendo lixo, sem itens básicos de higiene, sem medicamentos, elegendo um Congresso de oposição e tendo sua vontade negada por um ditador que se aliou a um tribunal farsesco que anula todos os atos do Poder Legislativo, ou na Coréia do Norte, com uma quadrilha sanguinária de comando hereditário que perpetra os mais abomináveis crimes contra a humanidade sem que ninguém interfira. Graças a Deus, portanto, pelos corruptos de hoje, que nos livraram de destino muito pior.

Só que eles demoraram demais.

Se a cacarecada partidária toda que virou casaca tivesse peitado a esquerda quando perceberam que ela estava indo com sede demais ao pote, se os ladrões mais experientes tivessem avisado que “não é assim que se rouba”, o país não teria sido desmanchado ao ponto que foi, não teria sido necessário cortar tão fundo para o parasita evitar a morte do hospedeiro, não teria havido tanta revolta e tanta mobilização. Por isso a mobilização continua. Por isso o povo está indo às ruas hoje.

Não se trata, portanto, de “coxinhas” protestando contra si mesmos, afirmação ridícula e despropositada que nem mesmo um quadrúpede levaria a sério. Trata-se de uma revolta legítima contra a traição a que o povo foi submetido pela esquerda e por seus aliados, que gostaram tanto do novo nível de roubalheira inaugurado pela esquerda que se lançaram a ele e se lambuzaram como nunca antes na história deste país. Trata-se do mesmíssimo sentimento que levou os “coxinhas” a realizarem a maior manifestação da história do Brasil contra o PT, da mesmíssima revolta e da mesmíssima impaciência perante o escárnio com que a classe política tem tratado a honestidade, a decência, a competência administrativa e a qualidade de vida do povo brasileiro. E contra os mesmíssimos atores.

Eu tenho cá minhas ressalvas quanto aos objetivos das manifestações de hoje, penso que é uma armadilha perigosa confiar no mesmo Judiciário que não fez nada contra a corrupção nas últimas décadas, mas compreendo sua lógica e os sentimentos por trás dela. Os “coxinhas” não piraram, o povo está simplesmente exausto de viver mal e ainda ser feito de palhaço.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 04/12/2016

Por uma escola sem partido político ou ideologia degenerada!

Rápido, pessoal! Compartilhem e votem a favor, porque a esquerda se mobilizou para obter votos contra e passou à frente tentando defender o “direito” de doutrinar nossos filhos com sua cartilha pervertida marxista feminazi racista politicamente correta coitadista mimimizenta! 

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Clique aqui para votar a favor da Escola Sem Partido!

E, por favor, use os botões abaixo e compartilhe este artigo nas redes sociais! No momento em que estou postando, precisamos de 15.715 votos para reverter esta enquete distorcida pela mobilização esquerdista totalmente contrária à opinião majoritária da população brasileira!

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 15/11/2016

Política meritocrática e democracia negativa

Entre todas as propostas de reforma política possíveis para o Brasil, há uma que eu considero que seria a mais produtiva, eficaz e indolor para a nossa realidade. Não vai acontecer, porque mudaria completamente o perfil dos políticos eleitos e portanto os atuais políticos jamais aprovariam esta proposta, mas vou descrevê-la para nos divertirmos com o debate.

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A coisa toda é extremamente simples. Seriam necessárias apenas duas pequenas mudanças na legislação e toda a dinâmica política do país seria alterada profundamente em um intenso efeito borboleta.

Filtros meritocráticos

Haveria dois filtros distintos, um filtro fraco para o Poder Legislativo e um filtro forte para o poder Executivo.

O filtro do Poder Legislativo seria meramente um filtro de experiência: todo interessado em construir uma carreira política teria que começar como vereador. Para poder disputar um mandato de deputado estadual, teria que ter concluído no mínimo um mandato de vereador primeiro. Para poder disputar um mandato de deputado federal, teria que ter concluído no mínimo um mandato de deputado estadual primeiro. E, para poder disputar um mandato de senador, teria que ter concluído no mínimo um mandato como deputado federal E um mandato como prefeito de uma cidade com segundo turno ou dois mandatos quaisquer no poder executivo.

O filtro do Poder Executivo seria um filtro mais meritocrático: todo interessado em concorrer a um mandato de prefeito teria que ter concluído no mínimo um mandato como vereador. Para poder concorrer a um mandato de governador, teria que se destacar como um dos 10% melhores prefeitos de seu estado no último mandato de prefeitos (sendo garantida a participação dos três melhores prefeitos de cada estado no caso dos estados com menos de trinta municípios). E, para concorrer a um mandato de presidente da República, teria que se destacar como um dos cinco melhores governadores no último mandato de governadores.

Como definiríamos quem são os 10% melhores prefeitos e os 5 melhores governadores? Com critérios objetivos implacáveis. Teria que ser construído um índice numérico, como por exemplo o crescimento relativo da média harmônica dos índices normalizados dos indicadores de saúde, educação, moradia, saneamento, transporte e segurança dos municípios de duas categorias, com e sem segundo turno, sendo garantidos 5% das vagas para cada categoria. Ou algum outro critério igualmente mensurável e auditável, segundo os interesses do país. O índice também poderia ser aprimorado ao longo do tempo, conforme as necessidades do país mudem. O fundamental é que o índice seja igual para todos os prefeitos e governadores do país.

Pareceu complicado? Não é: concorreria a um cargo mais alto no Poder Legislativo só quem já tivesse experiência e no Poder Executivo só quem já tivesse demonstrado ter a mais alta competência administrativa comparada com seus pares. Entre os qualificados, o povo continuaria a ter ampla liberdade de escolha. O método apenas reduziria o ímpeto dos aventureiros puxadores de voto nas eleições proporcionais e tiraria do caminho os populistas mais convincentes porém menos capazes nas eleições majoritárias.

Democracia negativa

Esta parte é ainda mais simples: todo membro do Poder Executivo pode ser deposto a qualquer momento pela maioria absoluta (50% + 1) de qualquer casa parlamentar da mesma esfera, ou por recall obrigatório realizado de dois em dois anos juntamente com as eleições ordinárias, pelo simples motivo de “insatisfação”, obviamente sem perda de direitos políticos neste caso. Se o Brasil tivesse esta regra, o estelionato eleitoral praticado nas eleições de 2014 teria feito com que a candidata reeleita nem sequer assumisse o segundo mandato, tendo sido deposta duas semanas após as eleições. O Brasil teria sido poupado do sangramento de muitos bilhões de dólares e já estaria em franca recuperação.

Uma alternativa extra de democracia negativa seria a possibilidade de a população civil exigir um recall com um número razoável de assinaturas, nem tão baixo que tivéssemos um recall a cada seis meses, nem tão alto que fosse necessário a coordenação de um movimento político de escala nacional e um ano de coleta de assinaturas para conseguir chamar o recall.

Obviamente, os parlamentos não precisariam e não deveriam ter limites de tempo para chamar votações para depor o chefe do Poder Executivo: uma votação destas poderia ocorrer até mesmo diariamente e demoraria só um minuto, não seria nada que atrapalhasse a rotina dos parlamentos. Para não haver surpresas a la Brexit, tudo o que seria necessário seria exigir a validação da deposição numa segunda votação após uma semana de debates.

Observe que em qualquer dos casos pode haver um período de debates prévio mas não é necessário haver um fato jurídico para a deposição do chefe do Poder Executivo. Basta a insatisfação da maioria absoluta (50% + 1) de uma casa parlamentar ou da população.

Simplicidade e praticidade

Esta proposta poderia ser implementada com uma única lei com meia dúzia de artigos, sem alterar absolutamente mais nada na legislação nacional, na estrutura dos partidos, no funcionamento ou no relacionamento entre os Poderes da União, enfim, sem trauma algum. Só daria trabalho definir o índice numérico para filtrar as candidaturas ao Poder Executivo. A fiscalização e auditoria do índice seria livre para os partidos políticos e para a sociedade civil organizada, o que significa que partidos, sindicatos e federações de indústria e comércio fiscalizariam e auditariam vorazmente cada detalhe, garantindo o bom funcionamento do sistema e impulsionando uma disputa verdadeiramente meritocrática que catapultaria a política brasileira a um patamar de qualidade inédito.

Como eu disse no início, não vai acontecer, mas eu escrevi o artigo porque acho que será divertido debater a idéia.

Opine.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 09/07/2016

E o zoológico virou zona

Postei hoje no Twitter:”Prezado presidente @MichelTemer: que o sr. não presta eu já sabia, por ter sido vice do PT. Mas que era BURRO eu descobri hoje. Lamentável.” Gente, pelo Amor de Deus, como é que o Brasil ainda está em pé depois de ter sido presidido pela jararaca, pela anta e pelo burro? 

Jararaca Anta Burro

Era para ser um longo artigo, mas eu deletei tudo o que escrevi. Decidi fazer apenas o registro abaixo:

Eu esperava por um milagre, mas não espero mais. Eu esperava que, apesar de ter sido vice da anta parida pela jararaca, o burro pudesse nos surpreender e se revelar um estadista. Entretanto, Temer sabia que seu governo seria alvo do mais intenso escrutínio e das mais intensas sabotagens e traições e mesmo assim montou um ministério com vários tubarões investigados e com o rabo preso. Graças a esta quadrupedice monumental, mais um traíra soltou uma gravação e agora assistimos a porcosfera pogressista (sic) cacarejando crocodilagem aos urros e bramidos e corremos o risco real de ver a anta voltar e nomear a jararaca ministro.

É dose pra mamute.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 23/05/2016

O que significa o recuo de Temer no caso MinC?

Resuminho: o Brasil por muito tempo teve o MEC, Ministério da Educação e Cultura; as pastas foram separadas no governo de José Sarney; o presidente Michel Temer refundiu as pastas; os artistas tiveram um piripaque e saíram difamando o Brasil pelo mundo; Temer recuou e recriou o Ministério da Cultura. A pergunta sobre a qual #PensarNãoDói é: o que significa isso no atual cenário político?

Ocupa MinC

A resposta não é óbvia. Por um lado, isso pode indicar fraqueza de Temer; por outro lado, isso pode indicar uma avaliação estratégica para evitar desgaste comprando uma briga de longo prazo com uma classe artística ideologicamente comprometida com seus adversários políticos, com alta visibilidade e grande capacidade de mobilizar multidões contra o governo.

Se o recuo foi mera demonstração de fraqueza, estamos ferrados. Um governante que já na primeira semana recuasse em medidas anunciadas sob holofotes internacionais por não querer se incomodar com cantores, atores e cineastas em meio a um déficit orçamentário de R$ 170.000.000.000,00 e onze milhões de desempregados não chegaria ao final do primeiro ano de governo. Eu prefiro acreditar que não seja assim. Espero não estar me enganando.

Se o recuo foi estratégico, ótimo! Um governante capaz de se adaptar rapidamente e de tomar decisões estratégicas difíceis em pouco tempo será muito bem-vindo ao país. Se Temer optou pelo recuo numa questão pouco relevante para poder se concentrar naquilo que realmente importa, é sinal de que teremos finalmente um governo que saberá atuar com prioridades claras. Esperemos que seja assim na maior parte das vezes.

Em qualquer dos casos, a medida terá um efeito colateral negativo para o qual Temer terá que se preparar. O PT e a esquerda em geral certamente não vão elogiar o presidente por sua sensatez e disposição democrática, eles vão aproveitar o recuo de Temer para criticá-lo ainda mais e para mobilizar suas bases alegando que “basta pressionar que o golpista cede” e coisas do tipo.

Este episódio pode vir a nos mostrar uma característica positiva do presidente da República, mas de qualquer modo terá sido um erro que custará ao governo críticas, desgaste e acirramento de ânimos e obstinação de seus adversários. Temer precisa de uma assessoria para assuntos estratégicos melhor.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 21/04/2016 

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Eu quero uma revolução! Quem vem comigo?

Eu quero construir um país em que o pior dos políticos tenha no mínimo a envergadura moral de um Mahatma Gandhi. Eu quero construir um país em que a ética e a boa vontade sejam a regra e a transgressão e o descaso sejam a espantosa exceção. Eu quero construir um país que o mundo inteiro admire e procure imitar devido ao altíssimo bem estar e insuperável qualidade de vida de seu povo. Eu quero construir um país que exporte cérebros não porque aqui eles não são valorizados, mas porque o mundo inteiro pede nossa ajuda para atingir o que aqui se tornou corriqueiro. Eu quero construir um país onde é maravilhoso viver. Quem quer construir este país comigo? 

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