Por que tanto medo de dizer a verdade como ela é?

Eu tenho ganas de esganar estes frescos que se apresentam como jornalistas mas não conseguem dar uma única notícia como ela realmente é.

Tenha santa paciência, quem a estas alturas do campeonato – a não ser os criminosos e criminófilos que o apoiam – ainda pode chamar Nicolás Maduro de “presidente” ao invés do que ele realmente é, ou seja, ditador, tirano e criminoso?

Que palhaçada é essa de “respeitar o cargo” de alguém que obviamente não respeita o cargo? Que inversão de valores cretina é essa de evitar chamar um óbvio criminoso de criminoso? Precisam todos de mil fru-frus e trique-triques para dizer obliquamente aquilo que está escancarado para qualquer um ver? De onde vem tanta covardia? Estão todos com receio de ofender quem não tem receio de mentir, violar a lei, matar o povo de fome, armar milícias para cometer assassinatos e dominar um país através do terror?

Será que não tem mais um único Homem no jornalismo? Que o “politicamente correto” dos pervertidos transformou a todos em vermes incapazes de opinar com firmeza e efetividade? Que estão tão confusos ou se tornaram tão depravados que não sabem mais distinguir “neutralidade entre o partido A e o partido B” de “neutralidade perante a lei e o crime”? Que maldita porcaria está se passando na cabeça desta gente que não são mais capazes de diferenciar entre “ter opinião diferente” e “cometer crimes”?

Nicolás Maduro não é “o presidente da Venezuela”, é um golpista, um canalha, um criminoso, um assassino, um ditador, um tirano. Não é difícil ver o óbvio, não é difícil dizer aquilo que todos que estão minimamente informados sabem, não é difícil saber que a verdade precisa ser dita claramente e não mascarada.

A imprensa brasileira presta um desserviço imenso à democracia e ao entendimento do mundo por parte de nosso povo ao sonegar a informação clara e objetiva sobre a quadrilha criminosa que domina a Venezuela através da mentira, da usurpação institucional, da violência e do terror. E este é apenas um exemplo grave entre muitos outros que demonstram a existência de um padrão de péssimo jornalismo que precisa ser modificado.

Parem de maquiar a realidade usando um vocabulário que não representa a verdade, jornalistas! Abandonem a novilíngua. Rasguem essa cartilha pervertida. Parem de ser frescos e de colaborar com o mal através dessa omissão abjeta de qualquer posicionamento moral. Não sejam poltrões. Informem a verdade como ela de fato é, com honestidade intelectual, com coragem e com clareza!

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 31/07/2017

Que bobagem é essa de “saudação extremista”?

Anders Behring Breivik, o autor do massacre na Noruega, repetidamente apresentou a saudação fascista ao entrar no tribunal ou aparecer perante as câmeras. Mas a grande imprensa – ao menos em língua portuguesa – utiliza o esdrúxulo termo “saudação extremista”. Na blogosfera, entretanto, é amplamente utilizada a terminologia correta. Por que essa diferença?  Continue reading “Que bobagem é essa de “saudação extremista”?”

Para que serve o Jornal Nacional?

A TV estava ligada no Jornal Nacional lá na sala e eu ouvi a edição de ontem. Lá pelas tantas tive um insight e fiz algumas anotações no celular. Vamos analisar o “conjunto da obra” para avaliar a utilidade do jornal mais assistido no país? Pense comigo.  Continue reading “Para que serve o Jornal Nacional?”

Fraude nas bombas de gasolina – os criminosos agradecem ao Fantástico

Ontem o Fantástico apresentou uma denúncia bombástica: há mais de dois anos, espalhado pelo Brasil inteiro, existe um esquema de fraude tecnológica de difícil detecção nas bombas de gasolina que permite que os postos abasteçam nossos automóveis com uma quantidade de combustível inferior à que é mostrada na bomba. Os criminosos agradecem ao Fantástico por preveni-los e permitir que eliminem todos os vestígios de fraude antes que a fiscalização possa tomar providências. Continue reading “Fraude nas bombas de gasolina – os criminosos agradecem ao Fantástico”