Eu sei como resolver. Mas não conto!

Crianças que morrem esquecidas dentro de automóveis poderiam ser salvas por um dispositivo que custa menos de R$ 50,00. Agências bancárias podem ser protegidas de ataques armados ou com dinamite por um dispositivo muito barato capaz impedir a concretização do furto. O CUB de uma construção pode ser reduzido com facilidade aumentando o valor do imóvel. Eu sei como fazer tudo isso, mas não vou contar como. 

Criança esquecida no carro morre

Eu pretendia escrever um artigo sobre cada um destes assuntos (e mais alguns outros). Depois de muito pensar, decidi não contar no blog como resolver estes e diversos outros problemas para os quais eu tenho soluções. Por quê? Por dois motivos. 

Primeiro, porque eu já ofereci muitas soluções para quem não quer soluções e isso é muito frustrante. 

Segundo, porque alguém vai usar minhas idéias para ganhar dinheiro e não vai me dar um centavo. 

Então a coisa fica assim: se eu divulgar as soluções e ninguém se interessar por elas, eu ficarei frustrado; mas se eu divulgar as soluções e alguém se interessar por elas, eu não ganharei nada. 

Como eu não sou um ricaço como o Alberto Santos Dumont, que podia se dar ao luxo de trabalhar pelo bem da humanidade sem se preocupar com o próprio sustento, por que eu deveria publicar estas idéias? 

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 20/08/2014 

Projetos arthurianos (6): o autorama urbano

Desde a década de 1980 eu sabia que o transporte se tornaria um fator importantíssimo na qualidade de vida de todos os centros urbanos. O autorama urbano foi desenvolvido naquela época e ainda hoje permanece um projeto futurista, mas eu acredito firmemente que veremos algo semelhante funcionando nas próximas décadas, eu adoraria se em conjunto com os túneis de casulomóveis. 

Autorama Urbano

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Projetos arthurianos (5): a fiscalização voadora

Houve uma época em que eu participei de ações voluntárias de fiscalização do desmatamento dos morros de Porto Alegre junto com um pessoal da AGAPAN, percorrendo os morros de carro. Depois de ser corrido uma vez a facão e outra vez a bala, comecei a pensar em estratégias mais razoáveis de fiscalização ambiental. 

paramotor-1
Esta é a foto de um paratrike em primeiro plano, com um paratrike e uma bela paisagem ao fundo, tirada a partir de outro paratrike. O objetivo desta foto é mostrar como é possível usar este equipamento para fazer fiscalização ambiental voando com um equipamento simples e barato e fazendo filmagens ou tirando fotografias nítidas das mais diversas altitudes.

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Projetos arthurianos (4): os túneis de casulomóveis

A grande vantagem do transporte individual é a liberdade de destinos e horários. A grande vantagem do transporte coletivo é liberação de espaço nas vias. A grande vantagem do transporte sobre rodas é a capacidade de mudar de rota. A grande vantagem do transporte sobre trilhos é o trânsito rápido e desimpedido. Que tal poder juntar todas estas vantagens em um sistema só? Eu fiz isso com os casulomóveis. 

Casulomóvel moderno
Um casulomóvel moderno seria semelhante aos carrinhos da montanha-russa da Ferrari no Ferrari World em Abu Dabi: pequeno, aerodinâmico, com espaço para quatro passageiros e um porta-malas regular, MAIS um sistema guia para se manter nos trilhos (que poderia ser embutido e ter acionamento hidráulico) e magnetos em toda extensão para propulsão como um trem-bala. O cockpit seria fechado, como um carro comum.

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Projetos arthurianos (3): as locomotivas de bicicletas

Nenhuma cidade no mundo foi programada para o deslocamento eficiente e seguro de bicicletas. E nenhuma cidade no mundo tem condições de implantar ciclovias que atendam de maneira realmente adequada as necessidades dos ciclistas. Mas há muitas coisas que poderiam ser feitas para tornar mais eficiente e seguro o uso de bicicletas nas cidades – e uma delas é implantar um sistema de locomotivas de bicicletas. 

Locomotiva de bicicletas

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Projetos arthurianos (2): o Parque do Dilúvio

O Arroio Dilúvio é um arroio de Porto Alegre que foi fixado pela construção de uma avenida em cada margem. É o Rio Tietê de Porto Alegre, digamos assim. E corta uma grande extensão da cidade. 

Arroio Dilúvio 1 - vista aérea da bacia hidrográfica
Vista aérea da bacia hidrográfica do Arroio Dilúvio

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Projetos arthurianos (1)

O artigo anterior, “Mais de duas décadas à frente do meu tempo“, fez com que eu me recordasse de diversos projetos que desenvolvi e que jamais suscitaram interesse nem mesmo em seus maiores beneficiários. Alguns foram rejeitados tão logo apresentados, outros nem mesmo conseguiram espaço para serem apresentados. Mas eu continuo acreditando em todos eles. 

Professor-Pardal-e-Lampadinha

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