Feliz 2017!

Não estou num bom dia depois de ter atropelado um lagarto e ter que matar o coitado a marretadas para ele não agonizar por horas até a morte. E está quente demais para eu pensar numa mensagem longa. Portanto, fiquem aí com o tro-lo-ló de sempre que vocês já ouviram milhares de vezes desde o natal e vão ouvir muitas vezes ainda nos próximos dias: que seus sonhos se realizem, muito dinheiro no bolso, saúde, paz, amor, blá-blá-blá aquela encheção toda. Grunf.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 1º/01/2017

O retorno do Jedi (3)

Saudações! O Pensar Não Dói está ativo novamente! O blog funcionou por seis anos ininterruptamente e então ficou seis meses sem postagens. É hora de explicar os motivos disso e como as coisas vão ficar a partir de agora. 

Jedi Master

O último artigo que publiquei, em 15/11/2015, foi sobre o embrutecimento político. E foi o embrutecimento político que me levou a tirar férias do blog. Quando percebi que meu nível de indignação com a terrível rota política, econômica e cultural em que o país foi colocado nos últimos anos estava impedindo que eu escrevesse do modo como eu queria e que o blog estava se transformando em uma praça de guerra, decidi dar um tempo por aqui e postar somente no Facebook. Agora que o país está muito mais respirável, decidi voltar para o blog e também para o Twitter

O retorno do blog será marcado por apenas (duas mudanças estruturais) uma pequena mudança estrutural:.

A (primeira) mudança é evidente: substituí o tema do WordPress. Antes era o Athaualpa, agora é o Decode. O motivo é simples: a versão que eu usava do tema Athaualpa não tinha “layout responsivo“, ou seja, não mudava a formatação conforme o tamanho da tela em que o internauta lia o blog, o que se tornou problemático quando os acessos via smartphone se tornaram a maioria dos acessos. O tema Decode resolve este problema e dá um ar mais sóbrio ao blog. Infelizmente, a imagem do Darwinito serrando o galho sobre o qual está sentado não é compatível com esta sobriedade, mas ela não será totalmente descartada, apenas deslocada: vou colocar aquela imagem em algum lugar do blog com uma explicação adequada.

A segunda é o sistema de comentários: adotei o plugin social do Facebook. Antes era o sistema de comentários nativo do WordPress, agora é aquele integrado ao Facebook. E o motivo também é simples: é um sistema robusto e que dá maior visibilidade ao blog. Mas tem um problema…

Alerta de Gambiarra: como não é possível importar os comentários nativos do WordPress para o plugin do Facebook, eu tive que deixar os dois plugins ativos para que os comentários antigos possam ser lidos. Para comentar os novos artigos, entretanto, somente o plugin do Facebook ficará habilitado.

Eu ainda preciso pensar no que fazer, se volto ao sistema antigo ou se elimino o widget de comentários recentes, porque ele só funciona com os comentários nativos do WordPress e vai ficar mostrando comentários desatualizados eternamente. Opine a respeito, por favor.

OBS: Os parágrafos acima foram riscados porque o plugin social do Facebook não funcionou como esperado e eu recoloquei o sistema de comentários nativo do WordPress.

Quanto ao conteúdo, o Pensar Não Dói continuará mais ou menos o mesmo. Mais maduro, espero, mas com a mesma orientação. Nos próximos dias vou postar novamente sobre os assuntos pertinentes às diversas categorias do blog, um pouco para retomar o ritmo, um pouco para apresentar com um formato um pouco mais sóbrio alguns temas que foram tratados em momentos de stress. Acho que será interessante.

Que bom estar de novo com vocês.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 20/05/2016

Aviso aos leitores

Hoje tornei indisponíveis uns vinte e poucos artigos do Pensar Não Dói. Esta decisão foi tomada de modo absolutamente espontâneo e voluntário, em nome do bem estar de terceiros. Pelos mesmos motivos, não prestarei esclarecimentos em público. Lamento o inconveniente. 

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 18/08/2015 

Recadinho aos amigos

Meu notebook sempre teve uma estranha tendência de ter os piripaques dele ao mesmo tempo em que eu tinha os meus. Em geral ele voltava mais rápido do conserto que eu, mas desta vez foi diferente: eu estou legal e ele está na UTI, praticamente desenganado, à espera de um transplante de placa-mãe. (É um Intelbrás de oito anos.) Eu estou de volta à ativa. Oremos para que surja um doador compatível… 

Recadinho aos amigos

Pessoal, desculpem a demora em responder os comentários das últimas semanas, mas eu ando numa fase de muita introspecção, tentando definir mudanças drásticas de rumo na minha vida, o que está monopolizando minha atenção. Está tudo bem, só ando precisando pensar, pensar, pensar.