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393 thoughts on “Contato

  1. Esquece, já subiu lá.

    1. Eu sei, acabei de recuperá-lo. 🙂

  2. Ah, sim. Bem, imagino que já deva ter desconsiderado o outro.
    Há como eu saber que meu comentário não foi perdido para sempre e será lido por você? Porque aqui não teve nenhum aviso…

    1. Eu costumo responder quase todos os comentários. Quando mais de 20 comentários são postados antes que eu os leia, eu uso o sistema de moderação de comentários para ter certeza que li todos, ao invés de me guiar pela coluna à esquerda do blog. Mas ás vezes até mesmo assim alguns escapam. Garantia total de que eu li, só se eu comentei.

  3. Alguém me perguntou em algum lugar se eu posso saber se ele lê o blog caso ele não comente. Isso teoricamente seria possível com a instalação de um software que fizesse o log dos IPs que acessam o blog e gerasse uma tabela-referência que cruzasse os IPs com as prévias identificações dos internautas, mas não seria lá muito eficiente, porque IPs dinâmicos mudam o tempo todo.

    Nunca ouvi falar de alguém que fizesse isso. Fiquei imaginando que motivação e que nível de paranóia levariam um blogueiro a tentar saber se alguém específico leu seus artigos e não quis comentar. Acho que isso seria doentio. :-/

    Bom… Pra ser objetivo: não. 😉

  4. Ah… Eu não acho que seria doentio. Seria uma maneira de analisar como os leitores reagem a certos artigos e o comportamento da sua audiência, se os artigos são provocantes ou não e para quem. Mas tudo bem. Esperando a resposta ao meu comentário e o seu próximo artigo.
    Até.

    1. Mas para isso existem estatísticas de acesso. O blogueiro sabe quantos internautas visitaram seu blog, quanto tempo permaneceram lendo, quantos voltaram e quantos não voltaram, qual a origem do tráfego (se foi um clique no Facebook ou uma pesquisa no Google), qual o percentual de acessos por computadores e por smartphones, etc. O que não dá para saber é qual foi o internauta específico que fez o quê.

      Sim, as estatísticas seriam mais detalhadas se desse para saber sexo, idade e localização geográfica de cada internauta, mas acho que os riscos à privacidade seriam altos demais em relação à utilidade da informação. Já basta os governos violando nossa privacidade, lendo nossos e-mails e ouvindo nossos telefonemas.

  5. Arthur, estou sempre perguntando sua opinião sobre algo então lá vai novamente, rs.
    Encontrei esse artigo do Daily Mail, o próprio título já diz tudo: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2545465/Forget-global-warming-worry-MAGNETOSPHERE-Earths-magnetic-field-collapsing-affect-climate-wipe-power-grids.html

    Liga a mudança climática à alteração do campo magnético do planeta. Já que você debate bastante aqui sobre esse tema, queria saber sua opinião quanto a plausibilidade dessa ideia.

    Um abraço!

    1. Vou ler com calma e depois comentarei. 🙂

  6. Arthur, qual a sua opinião sobre as ideias do Instituto Luwig von Mises?
    Vez ou outra tenho lido textos deles, tanto nacionais quanto os internacionais e ainda não tenho opinião formada a respeito (e provavelmente levarei um bom tempo para formá-la) mas, no geral, me parecem ter bastante coerência e seriedade. No mínimo me agradaram mais do que as ideias de esquerda.
    Em que ponto você acha que eles faltam ou falam abobrinha? (Se é que você acha isso).

    Abraço!

    1. Não sei qual é seu background. Eu estive em uma situação parecida com a sua há alguns anos: sentia muito antipatia pela esquerda. E os textos vindos da escola austríaca pareciam razoáveis. Li um livro-texto de introdução a economia, e não ajudou muito, visto que só aprendi modelos qualitativos, mas já aí ficou claro que havia um reconhecimento por parte do mainstream dos acadêmicos em economia de que os modelos clássicos de mercado têm limitações. Não precisa ir muito longe para enxergar isso. Esses modelos geralmente assumem várias coisas sobre os mercados. http://en.wikipedia.org/wiki/Market_failure

      Após isso, passei a usar uma heurística para avaliar tradições de pensamento de áreas especializadas: uma tradição tem mais chance de estar errada quanto mais longe estiver do pensamento mainstream de sua área.

      Claro, essa é só minha história e não tem porquê você se privar de ter contato com o que te interessa e estudar tanto quanto quiser.

      Esse link contem uma crítica de um economista libertário à escola austríaca http://econfaculty.gmu.edu/bcaplan/whyaust.htm

      Esse site é uma coletânea de críticas ao libertarianismo em geral, achei muita coisa interessante aí http://world.std.com/~mhuben/libindex.html

      Inclusive esse livro-texto http://www.amazon.com/Contemporary-Political-Philosophy-An-Introduction/dp/0198782748 que li. Achei seu capítulo sobre libertarianismo particularmente interessante. Não trata especificamente da escola austríaca, mas tem argumentos muito convincentes para mostrar porque, na filosofia política analítica contemporânea, o libertarianismo de direita não é a posição mais bem representada. A tradição mais forte seria o ralwsianismo.

      Acho importante notar que, ao que me parece, poderia ser que as políticas econômicas libertárias fossem as melhores, do ponto de vista liberal, mesmo que a filosofia política libertária não seja razoável. Ou seja, as políticas libertárias poderiam, em princípio, conduzir a maior igualdade (no sentido ralwsiano) entre os indivíduos; mesmo que a filosofia moral proposta pelo libertarianismo seja fraca.

      Saber qual política melhor conduz à igualdade seria uma questão empírica.

      Pessoalmente, dadas as evidências que me são acessíveis, me parece que algumas políticas sociais são desejáveis (ou seja, me parece que nem mesmo pragmaticamente o libertarianismo é acertado). http://www.equalitytrust.org.uk/

      E, por fim, quero notar que há uma tradição de pensamento conservador/neo-reacionário na internet que considero bem tratada por esse texto http://slatestarcodex.com/2013/10/20/the-anti-reactionary-faq/

      Estou compartilhando essas informações na esperança de te ajudar a pensar, e não de te doutrinar. Divirta-se 🙂

    2. Muito instrutivos esses links do Elvis! Obrigado. Li poucos e vou ler mais depois.

    3. Não mencionei no comentário anterior porque essas críticas também se aplicam aos modelos neoclássicos, mas a tradição de pesquisa em ciência cognitiva chamada heurísticas e viéses também põe em xeque os modelos austríacos. (Curiosidade: o nobel de economia de 2009 foi para o Daniel Kahneman pela sua pesquisa pioneira nessa área) http://en.wikipedia.org/wiki/Heuristics_in_judgment_and_decision-making

      A escola austríaca constrói modelos teoréticos com base em postulados que parecem plausíveis para seus criadores. Em vários casos, esses postulados já foram demonstrados como falsos por pesquisadores em diversas áreas das ciências cognitivas. Estou lendo um livro dessa área, e li um livro-texto de psicologia social em que vi muita coisa que me fez perceber que “humans act and manifest their preferences through action”, por mais plausível que pareça em princípio, é uma visão extremamente simplista e equivocada da natureza humana.

      Porém não tenho nenhum link mastigadinho para compartilhar sobre isso. Posso até recomendar artigos acadêmicos e livros-texto, se quiserem, mas são leituras mais pesadas e talvez não compense fazer. Um livro popular que sumariza pesquisa nessas áreas é esse http://www.amazon.com/Thinking-Fast-Slow-Daniel-Kahneman/dp/0374533555

    4. Arthur e talvez outras pessoas que acompanham o blog há anos vão se lembrar de como eu tinha me apaixonado por algumas tradições de direita. Minha grande influência na época foi o Flavio Morgenstern.

      Hoje considero esse tipo de pensamento um pouco amador. Não tenho muitas opiniões a respeito de política, pois sinto que careço de evidências, e não quero mais uma vez aderir a um grande sistema teórico sem fundamentos empíricos. Por isso, mesmo que um argumento qualitativo seja muito plausível e pareça sensato que sua conclusão seja verdadeira, não aceito sua conclusão, apenas marco mentalmente aquele argumento como plausível e sensato.

      (Por argumento qualitativo, quero dizer argumentos gerais que não fazem previsões específicas. Ou pior, argumentos que logicamente só permitem conclusões gerais e qualitativas, mas que são usados para fazer previsões mais refinadas. Ex.: alguém diz “o problema do cálculo econômico invibializaria o socialismo”. Mas o argumento que ele dá para isso só permite concluir que esse problema acarretaria em ALGUMA ineficiência no socialismo; sem permitir concluir que a ineficiência seria grande o suficiente para inviabilizá-lo. Claro, esse é um exemplo ilustrativo que vi se não me engano no artigo do Caplan que postei, não estou querendo dizer que acho que o socialismo funciona.)

    5. O Instituto Mises está muito a minha direita. Aqueles caras formam a base filosófica do LÍBER, o partido anarco-capitalista para quem não deve existir Estado, vale tudo na economia menos dar porrada e o aborto é uma mera questão de direito de propriedade. Eu sou liberal-solidário, ou liberal-social, ou alguma nomenclatura próxima disso.

  7. Obrigado por compartilhar sua visão, Elvis!
    Ainda sou iniciante no tema, queria saber exatamente onde devo ir com cuidado pra não sair por aí defendendo teorias já batidas. O material que você indicou com certeza vai me render um bom tempo de leitura.

    1. Também vou ler isso. 🙂

  8. Esse texto http://raikoth.net/libertarian.html
    recebe meu amor pelo seu cientificismo! O autor é psiquiatra e não economista, mas é extremamente inteligente (li uma caralhada de textos seus, e costumam ser muito bem pensados e com frequência cheios de referências) e tem a opinião que questões empíricas devem ser discutidas com base em dados, e não em meros argumentos plausíveis.

    1. Aliás, é o mesmo autor do texto sobre Neo-Reaction que eu postei 🙂

    2. Valeu de novo! Interessante desde a primeira linha!

  9. Arthur!

    Eu participo de um grupo de discussão sobre Centrismo no Facebook, e lá existem várias pessoas que defendem a Monarquia como uma forma de governo. Eu sei que você não considera a Democracia um regime razoável. Você acha que a Monarquia é uma forma viável de governo para o Brasil?

    1. Não. A monarquia só faz sentido enquanto Reality Show, como existe na Inglaterra, em que uma família vive a função de Programa Big Brother permanente para dar margem a fofocas (entretenimento) e turismo (pelo ridículo do exotismo). Onde quer que uma família tenha poder real – com duplo sentido – a coisa sempre degringola.

  10. Mas qual regime você defende, então?

    1. Isso é o que eu vou descrever ao longo dos próximos meses no blog.

  11. Arthur, não sei se você conhece essa “rede social”: http://www.skoob.com.br
    Eu criei uma conta lá e achei bem legal. Ia sugerir pra você criar uma conta pra poder compartilhar com os leitores do blog suas opiniões sobre os livros que têm lido. Só uma sugestão, achei que seria bem interessante.

    Grande abraço!

    1. Vou conferir. Valeu a dica! 🙂

  12. Uma outra sugestão, Arthur, essa talvez você queira perguntar aos outros leitores. Normalmente quando indico um texto seu pra alguém falo pra ler os comentários depois que terminar o texto, percebi que muitos (e inclusive eu faço isso às vezes) ao entrar na seção de comentários lêem a página atual (por exemplo, tem 5 páginas de comentários, a pessoa lê a quinta) e depois percebe que pegou a discussão no meio. Talvez fosse bom se você colocasse os comentários que aparecem logo após o texto em ordem crescente, começando do 1º comentário da 1ª página e assim por diante.
    Uma pequena mudança mas que pode fazer a diferença entre um leitor novo ficar e debater, na emoção dos comentários, ou desistir pois os comentários não faziam sentido e ele só percebeu que pegou o bonde andando quando chegou no final.

    Abraço!

    1. Este é um problema de difícil solução. 🙁

      Se eu colocasse todos os comentários em uma única página, alguns artigos se tornariam bem pesados para carregar, porque recebem muitos comentários.

      Se eu colocasse a ordem dos comentários invertida, para aparecer sempre o último em primeiro lugar, além de fiocar desagradável para ler, daria confusão, pois as respostas a comentários permaneceriam na ordem direta. (Além de que eu acho isso horroroso e difícil de acompanhar – foi só por este motivo que eu abandonei o Observador Político, apesar do grande potencial de visibilidade que o site tinha. Mas eu mandei três vezes a sugestão de deixar tudo em ordem direta e não recebi sequer resposta, então pulei fora.)

      E se eu deixar como está, que era o que me parecia mais simples (pegar a discussão na ordem direta, mas sem ter que passar por todas as páginas), tem este problema que citaste… Realmente não vejo como resolver.

  13. “Se eu colocasse a ordem dos comentários invertida, para aparecer sempre o último em primeiro lugar”

    Não sei se me fiz entender ou se estou te entendendo errado. O que eu eu quis dizer acho que foi o contrário, o 1º comentário do artigo (o mais antigo) apareceria em primeiro, logo após o texto, o restante seguiria em várias páginas da mesma forma como acontece hoje. Assim a pessoa que está lendo o artigo pela primeira vez poderá simplesmente continuar descendo a página para acompanhar o debate. Aqueles que já estavam acompanhando podem clicar no número e buscar página com o comentário mais recente.

    1. O problema deste tipo de disposição é que há artigos – como esta página de contato – com mais de dez páginas de comentários. Aí toda vez que alguém quer comentar o seu comentário parece sumir e a pessoa tem que clicar dez vezes ou mais até achar a última página. Quando isso acontece, tem muita gente que acha que seu comentário some, comenta de novo, acha que o novo comentário some também e não comenta mais nem volta para ver as respostas.

  14. Arthur, alguma vez você mudou de opinião em relação a algo que escreveu no Pensar Não Dói?

    Alguma vez você releu um artigo de alguns anos atrás e pensou “caramba, o que eu tinha na cabeça quando escrevi isso?”.

    1. Acho que isso já aconteceu uma vez, mas não me lembro em que artigo foi. Se tiver mudado de opinião sobre algo que falei há tempo e não me lembro, caso eu encontre o artigo (por exemplo, se alguém comentá-lo), eu vou atualizar o artigo comunicando isso.

      O que eu me arrependo, isso sim, foi de ter perdido a calma e escrito algumas coisas de um modo que eu preferiria não ter escrito. Eu gostaria de ter sido mais calmo e ponderado na minha expressão em diversos momentos. Mas acho que estou amadurecendo bastante nessa área, em função de estar recuperando a minha saúde após um longo período em que ela esteve bastante abalada. Tem sido mais fácil evitar provocações, evitar escrever com o fígado e evitar perder a paciência.

  15. Ola, venho por meio desta, me colocar a disposiçao, realizamos serviços para retirada do ar de videos difamatorios no Youtube, blogs e agora temos uma soluçao para sites de Reclamaçao e processual.
    Para maiores Inf. e contrataçao, somente por telefone. / Nao respondemos via email.
    43-3037-1240 / Escritorio Digital

  16. Arthur, qual é sua opinião sobre a reforma política que o PT defende? Ainda não entendi muito bem do que se trata, mas se é defendido pelo PT provavelmente boa coisa não é…

    1. Já adiantaste a minha resposta. 🙂 O que as pessoas precisam entender é que partir da premissa de que o PT é um partido político é o principal erro de qualquer análise. Talvez até já tenha sido um dia, mas com certeza não é mais.

  17. Arthur. Hoje, incluindo aí as suas ideias, como você define o espectro político?

    1. O Arthur anda sumido… Há quase um mês não atualiza o blog. Será um caso de “desistência blogal”?

    2. Verdade. Mas até já acostumei, vez ou outra o Arthur dá uma sumida mesmo, rs.
      Só espero que esteja tudo bem por que das outras vezes que ele deu esses hiatos foi por algum problema pessoal.

    3. Consegui me comunicar. Problemas informáticos.

    4. 😀
      Menos mal!

    5. Esperamos que em breve ele esteja de volta.

    6. Arthur, agora que você está de volta insisto na questão: como você enxerga o espectro político na atualidade?

    7. Gente, desculpem não ter avisado, eu estava sem acesso à internet e envolvido com um monte de questões pessoais, de fato. E eu dei uma mancada: perdi o hábito de conferir a página de contato, a fila de moderação do blog e a caixa de spam. Agora que me dei conta disso, vou tomar mais cuidado.

  18. O link de textos de filosofia da União das Faculdades Separadas por Córregos está quebrado

    1. Adorei a sigla. 🙂

  19. Arthur, dá uma olhada nesse blog: http://consciencia.blog.br/

    É um blog de viés de Esquerda que eu às vezes bisbilhoto só para dar risada.

    O sujeito (autor do blog) acha que é um defensor dos Direitos Humanos, mas não passa de um esquerdista. Acho triste como a Esquerda se apropriou indevidamente do tema Direitos Humanos (pelo menos aqui no Brasil, não sei se em outros países isto também aconteceu). É por causa disso que algumas pessoas um pouco menos instruídas ou mais ingênuas, ao ouvir falar de Direitos Humanos logo associam à Esquerda e, por isso, os repudiam.

    1. Sim, este é um fenômeno comum em toda a América Latina, pelo menos.

  20. Como eu faço para transformar uma palavra em link, como você faz nos textos?

    1. Assim:

      < a href=”http://arthur.bio.br” target=”blank”>Pensar Não Dói< /a>

    2. Essa linha produz este resultado:

      Pensar Não Dói

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