Uso de “força proporcional” na legítima defesa

A questão do que seja uso de “força proporcional” para a legítima defesa, no meu entender, é normalmente muito mal interpretada. Se alguém ameaçá-lo com um canivete e sua única opção de defesa for sacar um 38 e atirar no atacante, isso seria considerado “força excessiva”? No meu entender, não. Continue reading “Uso de “força proporcional” na legítima defesa”

Sofrer violência justifica desejar violência?

Em uma comunidade do Orkut eu li um cara alegar que “acha pouco” as ilegalidades e crimes diversos cometidos por policiais contra supostos bandidos porque ele teve uma arma apontada contra ele uma vez e “nada vai fazer ele esquecer o que sentiu”. Não sei se é pra rir ou pra chorar esse nível de argumentação. Continue reading “Sofrer violência justifica desejar violência?”

Desmascarando a repressão hipócrita da maconha

Alguém ainda acha a sério que o motivo pelo qual a maconha é proibida é porque ela faz mal à saúde? Ou porque haveria um suposto aumento no custo de financiamento do SUS? Ou porque maconha é coisa de vagabundo? Ou porque é “pecado” fumar maconha? Ou porque a legalização traria prejuízos ao país? Pfff… Continue reading “Desmascarando a repressão hipócrita da maconha”

Como privatizar os presídios e penitenciárias com ótimo resultado!

Eu sempre fui o maior opositor do mundo às privatizações, até que me tornei funcionário público. Depois de conhecer a realidade do serviço público, em que todo mundo só quer saber do seu salariozinho no final do mês, e está pouco se lixando com a economia de recursos, a qualidade da gestão e a excelência no atendimento, eu quero mais mesmo é que seja tudo privatizado. Cheguei à conclusão que o lucro do capitalista sai mais barato que a ineficiência administrativa, o descaso com o dinheiro do Estado e a completa falta de iniciativa e resolutividade do (des)serviço público. Continue reading “Como privatizar os presídios e penitenciárias com ótimo resultado!”

Sexo com extraterrestres verdinhos

Este artigo poderia se chamar “Sexualidade e Direitos Humanos”, mas não teria o mesmo apelo. O fato é que as comunidades de Direitos Humanos têm sido palco de inúmeros tópicos supostamente interessados em discutir a relação entre Sexualidade e Direitos Humanos mas na prática todos eles acabaram apenas gerando conflito. Está na hora de avançar um pouco nesta temática. Continue reading “Sexo com extraterrestres verdinhos”

Adultério não é crime, mas pode custar caro!

Tem gente aí me chamando de machista e de alienado. Normal, estou acostumado com os ad hominens sempre que discordo da cartilha dos intolerantes, que se distribuem principalmente entre os seguintes grupos: as feministas, que acham que a culpa é sempre do homem; os racistas-de-sinal-trocado, que acham que a culpa é sempre do branco; os esquerdistas, que acham que a culpa é sempre do capitalismo; e os politicamente corretos, que acham que a culpa é sempre de quem discorda deles. Neste artigo eu ofereço um prato cheio para os defensores do oba-oba, que acham que a culpa é sempre de ninguém: eu afirmo que sim, as pessoas devem ser penalizadas quando ferem conscientemente a dignidade alheia. Aproveitem para me chamar de conservador e retrógrado. Continue reading “Adultério não é crime, mas pode custar caro!”

Nem todo ladrão é “bandido”

Uma vez fui assaltado por um ladrão muito bem-educado: ele me abordou na rua, pediu licença, desculpou-se pelo transtorno causado, informou que se tratava de um assalto, pediu que eu por favor não reagisse e falou que se tivesse mais do que R$ 50,00 na carteira eu poderia ficar com a diferença, que ele não achava justo sobrecarregar uma pessoa só com uma subtração excessiva, preferia distribuir o ônus deste tipo de “contribuição compulsória” por mais pessoas para que ninguém fosse obrigado a passar pelas dificuldades que ele enfrentava! Continue reading “Nem todo ladrão é “bandido””

Meus filhos não irão à escola!

Eu considero péssima a educação formal brasileira. O currículo do MEC é um show de alienação sem fundamento nem rumo. A formação dos profissionais da área da educação é precária. A filosofia de ensino, quando existe, é “politicamente correta”, voltada para a ineficiência. A qualidade do ensino público e privado é sofrível. Eu não estou disposto a permitir que meus filhos sejam obrigados a perder um tempo precioso, que será muito melhor aproveitado sob minha supervisão direta, para enfrentar este caos. 

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