Liberdade de expressão

A liberdade de expressão deve ser PLENA, com exceção dos crimes de calúnia e invasão de privacidade. Ninguém pode cercear o maluco que for de dizer a maluquice que quiser.

Coisa bem diferente é permitir a ORGANIZAÇÃO dos malucos para propósitos ilícitos.

Por exemplo, não deve ser proibida a Marcha da Pedofilia. Os caras têm o direito de reivindicar liberdade de expressão até mesmo para esta idéia abjeta.

Porém, pedofilia é ilícito. Portanto, os pedófilos não podem nem praticar o ato nem se organizar para qualquer finalidade que não seja se expressar a respeito.

Galera tem que lembrar que liberdade de expressão serve EXATAMENTE para que se possa dizer o que é abjeto, ofensivo, criminoso, desagradável, abominável, indignante, absurdo, detestável, ultrajante, preconceituoso, discriminatório, violento, incivilizado.

Porque para dizer aquilo que não incomoda ninguém não é necessário garantia alguma.

E você só vai dar valor a esta garantia quando um FDP disser que VOCÊ não pode dizer algo que você pensa e que ele não quer que você possa dizer.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 19/08/2017 

Entenda os perigos da inteligência artificial

O desenvolvimento de uma inteligência artificial geral é sem sombra de dúvida o maior perigo que a humanidade já enfrentou, enfrenta ou enfrentará. É mais perigoso que uma guerra nuclear total entre todas as potências atômicas. É mais perigoso que a pior das ideologias que você possa imaginar. É mais perigoso que tudo. Entenda aqui por quê. 

Imagine uma máquina estúpida, muito estúpida, assim como a máquina em que você está lendo este artigo. Seu computador pessoal ou smartphone é certamente uma máquina muito estúpida. Ele não consegue nem sequer completar uma frase de modo adequado. Se você escrever “atirei o pau no ____”, ele não será capaz de completar a frase para você. Você terá que digitar “gato”. Mas esta máquina não tem inteligência artificial. Ela nunca será capaz de completar a frase se não for programada para aprender a fazer isso.

Entretanto, se um número suficientemente grande de pessoas fizer a busca “atirei o pau no gato” no Google, o Google oferecerá a frase completa como sugestão de pesquisa em algum ponto no meio da digitação. Este é um exemplo de máquina programada para aprender algo muito rudimentar: frases muito pesquisadas. E, no caso do Google, uma coisa a mais: ele também aprende quais são os sites mais relevantes para a busca “atirei o pau no gato”, com base em diversos indicadores, como quantos sites apontam para cada site com aquele conteúdo, a frequência de cliques em cada resultado de busca e vários outros.

Isso é um exemplo de inteligência artificial, sem dúvida. As máquinas do Google interagem com o mundo em através de uma série de critérios, aprendem a oferecer resultados “melhores” – segundo aqueles critérios. As máquinas do Google não julgam moralmente ou eticamente ou de qualquer outra forma os critérios, porque elas simplesmente não sabem o que é moral ou ética, elas são totalmente amorais e eticamente neutras no tratamento da informação.

Além desta amoralidade e neutralidade, as máquinas do Google são programadas para aperfeiçoar seu banco de dados, não seu próprio funcionamento. O buscador do Google não reprograma a si mesmo, a não ser em um nível muito rudimentar. Deixado à própria sorte, o algoritmo de busca do Google jamais se tornará um algoritmo de auto-reprogramação para tarefas diferentes daquelas que compõem sua programação original.

Existe outra forma de inteligência artificial, entretanto, que é programada não somente para aprender, mas também para produzir e testar novos algoritmos para melhor realizar suas tarefas. Este outro tipo de inteligência artificial, que é tão amoral e que lida com a informação de modo tão neutro eticamente quanto o buscador do Google, é criativo e auto-aperfeiçoador. Ele pode testar, por exemplo, não somente se a melhor jogada de uma partida de xadrez é mover o bispo ou o cavalo, mas também se a melhor maneira de decidir se deve mover o bispo ou o cavalo é através da varredura de todas as possibilidades pelo método de força bruta (testagem de todas as possibilidades sem nenhuma prioridade entre si) ou se é pela aplicação de uma matriz de probabilidades para escolher quais as melhores alternativas para testar primeiro (estabelecendo prioridades entre diferentes tipo de jogadas, por exemplo testando primeiro as jogadas que avançam uma peça e depois as jogadas que recuam uma peça).

Isso significa que as máquinas dotadas deste tipo de programação são capazes de modificar sua própria programação. Num nível rudimentar, isso não é preocupante. Num nível avançado, isso significa que as máquinas podem acidentalmente estabelecer novos objetivos para si mesmas. E, uma vez tendo estabelecido novos objetivos para si mesmas, podem criar e aperfeiçoar de modo extremamente rápido novos métodos para atingir estes objetivos. O resultado é que tais máquinas podem literalmente decidir fazer algo que não queremos que façam, perceber que somos um obstáculo para seus objetivos e então desenvolver inúmeros métodos criativos, imprevisíveis e rapidamente aperfeiçoáveis para contornar ou eliminar este obstáculo.

Mas fica pior.

Ironicamente, as primeiras inteligências artificiais gerais auto-reprogramadoras estão sendo programadas e treinadas em jogos online de estratégia militar. É quase como se alguém pensasse: “Vejamos… Qual seria a habilidade mais absolutamente perigosa na qual poderíamos programar e treinar as primeiras inteligências artificiais, muito antes de conhecermos quais são os reais potenciais destes algoritmos para saírem de controle? Ah-ha! Já sei! Jogos online de estratégia militar!”

É impressionante. É como se quisessem maximizar a probabilidade de acontecer o pior cenário possível. O que estão fazendo é nada mais, nada menos do que desenvolver uma inteligência capaz de se auto-aperfeiçoar partindo de cenários de guerra. Isso significa que o cerne mais profundo da programação original, do banco de dados original e dos objetivos originais da primeira inteligência artificial capaz de se auto-aperfeiçoar de modo criativo e a velocidades imprevisíveis será totalmente constituído de estratégias amorais de dissimulação, infiltração, burla, dominação, aniquilação e extermínio implacáveis, com acesso direto à internet e a todo o conhecimento humano armazenado na internet.

Para que correr o risco de uma máquina mais inteligente que nós desenvolver um objetivo prejudicial se dá para ter certeza de que ela será uma psicopata genocida altamente eficaz desde o princípio, né?

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 14/08/2017

The power of belief

In the spring of 1987, I was watching a locally produced television program called “Gotcha Chicago.” It was about some local celebrities who played practical jokes on one another. In one segment of the program, the TV station hired a man to stand on the sidewalk along Michigan Avenue holding a sign that read “Free money. Today only.” (For those of you who are not familiar with Chicago, Michigan Avenue is home to many fashionable, exclusive department stores and boutiques.) The TV station gave the man a considerable amount of cash, with instructions to give money to anyone who asked for it.

Now, when you consider that Michigan Avenue is one of the busiest areas of the city, and if we assume that most of the people who passed the man on the street could read the sign, how many people would you think took him up on his offer and asked for some money? Of all the people who walked by and read the sign, only one person stopped, and said, “Great! May I have a quarter to buy a bus transfer?” Otherwise, no one would even go near the man. Eventually, the man grew frustrated because people weren’t reacting the way he expected them to. He started crying out, “Do you want any money? Please take my money; I can’t give it away fast enough.” Everyone just kept walking around him as if he didn’t exist. In fact, I noticed that several people went out of their way to avoid him.

As a man wearing a suit and carrying a briefcase approached, he went right up to him and said, “Would you like some money?” The man responded, “Not today.” Really frustrated now, he shot back, “How many days does this happen? Would you please take this?” as he tried to hand the man some cash. The man responded with a terse “No” and walked on. What was going on here? Why wouldn’t anyone (except for the person who needed a bus transfer) ask for the money? If we assume that most or all of the passersby could read the sign, but still didn’t make any effort to get the money, then one possible explanation for their behavior is that they just didn’t care about money.

This is extremely unlikely, though, considering how much of our lives is devoted to the pursuit of money. If we agree that people could read the sign and that money is very important to most of us, then what could have stopped these people from helping themselves? The environment was making available an experience that most people would love to have: someone giving them money with no strings attached. Yet everyone walked by, oblivious to what was awaiting them. They must not have been able to perceive what was available. That’s hard to imagine, because the sign clearly stated “Free money. Today only.” However, it’s not hard to imagine if you consider that most people have a belief (an energized concept about how the world works) that “Free money doesn’t exist.” If free money really doesn’t exist, then how does someone reconcile the obvious contradiction between that belief and the sign saying that it does? That’s easy, just decide the man with the sign is crazy; what else could account for such bizarre behavior if, in fact, free money doesn’t exist? The reasoning process that could compensate for the contradiction might go something like this: “Everyone knows getting money with no strings attached rarely happens.

Certainly not from a stranger on one of the busiest streets in the city. In fact, if the man were really giving away money, he would already be mobbed. He might even be endangering his life. He must be crazy. I had better take a wide path around him; who knows what he might do?” Notice that every component of the thought process described is consistent with the belief that free money doesn’t exist.

1. The words “free money” were neither perceived nor interpreted as they were intended from the environment s perspective.

2. Deciding the person with the sign must be crazy created an expectation of danger, or at least a perception that caution was warranted.

3. Purposefully altering one’s path to avoid the person with the sign is an action that is consistent with the expectation of danger.

4. How did each person feel about the outcome?

That’s difficult to say without knowing each person individually, but a good generalization would be that they felt relieved that they successfully avoided an encounter with a crazy person. The feeling of relief that resulted from avoiding a confrontation is a state of mind. Remember that how we feel (the relative degree of positively or negatively charged energy flowing through our bodies and minds) is always the absolute truth.

But the beliefs that prompt any particular state of mind may not be the truth with respect to the possibilities available from the environment’s perspective. Relief from confrontation was not the only possible outcome in this situation. Imagine how different the experience would be if they believed that “free money exists.” The process described above would be the same, except it would make the belief that “free money exists,” seem self-evident and beyond question, just as it made the belief that “free money doesn’t exist,” seem self-evident and beyond question. A perfect example would be the one person who said “great, may I have a quarter for a bus transfer.” When I saw this, I had the anybody for a quarter. A panhandler is someone who definitely believes in the existence of free money. Therefore, his perception and interpretation of the sign were exactly what was intended by the TV station.

His expectation and behavior were consistent with his belief that free money exists. And how would he feel about the results? He got his quarter, so I would assume he felt a sense of satisfaction. Of course, what he didn’t know is that he could have gotten a lot more. There’s another possible outcome for our scenario. Let’s look at a hypothetical example of someone who believes that “free money doesn’t exist,” but who takes a “what if approach to the situation. In other words, some people can be so intrigued and curious about the possibilities that they decide to temporarily suspend their belief that “free money doesn’t exist.” This temporary suspension allows them to act outside the boundaries created by a belief, in order to see what happens.

So instead of ignoring the man with the sign, which would be our hypothetical person’s first inclination, he walks up to him and says, “Give me ten dollars.” The man promptly pulls a ten-dollar bill out of his pocket and gives it to him. What happens now? How does he feel, having experienced something unexpected that completely contradicted his belief? For most people, the belief that free money doesn’t exist is acquired through unpleasant circumstances, to put it mildly. The most common way is being told that we can’t have something because it’s too expensive.

How many times does the typical child hear, “Who do you think you are anyway? Money doesn’t grow on trees, you know.” In other words, it is probably a negatively charged belief. So the experience of having money handed to him with no strings attached and without any negative comments would likely create a state of mind of pure elation. In fact, most people would be so happy that they’d feel compelled to share that happiness and this new discovery with everyone they knew. I can imagine him going back to his office or going home, and the moment he encounters someone he knows, the first words out of his mouth will be “You won’t believe what happened to me today,” and even though he desperately wants those he meets to believe his story, they probably won’t. Why? Because their belief that free money doesn’t exist will cause them to interpret his story in a way that negates its validity.

To take this example a little further, imagine what would happen to this person’s state of mind if it occurred to him that he could have asked for more money. He is in a state of pure elation. However, the moment the thought either pops into his mind or someone he relates his story to offers the idea that he could have asked for a lot more money, his state of mind will immediately shift to a negatively charged state of regret or despair. Why? He tapped into a negatively charged belief about what it means to miss out on something or not get enough. As a result, instead of being happy over what he got, he will lament what he could have had but didn’t get.

Mark Douglas, Trending in the Zone, p. 105-107.

Grande porcaria escalar o Everest

Eu estava assistindo o Fantástico agora há pouco e passou uma reportagem sobre uma médica braslieira que escalou o Everest duas vezes, uma pela face sul, outra pela face norte, mais difícil. E fiquei aqui pensando: mas para que raios serve colocar o pescoço em risco desse jeito? Que sentido faz isso? Só para dizer que consegue? Grande porcaria. 

Acho válido passar por um treinamento muito intenso para atingir um objetivo muito difícil. Mas escalar o Everest como preparação para a vida é totalmente desnecessário. Aliás, desnecessário, arriscado, caro, inútil e com retorno exclusivamente para o próprio ego, porque nada nem ninguém no mundo fica melhor por causa disso. É uma ego-trip com risco de vida. Uma estupidez.

Querem saber o que seria muito mais útil? Desenvolver técnicas e equipamentos que tornassem a subida até o topo do Everest tão fácil, tão simples, tão barata e tão acessível quanto ir a pé até a esquina de casa. Usar toda esta determinação, disciplina e capacidade de organização para fazer algo que torne o mundo melhor – e então visitar o topo sem esforço algum, para comemorar.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 13/08/2017

O problema do Brasil é o brasileiro

Você acha que o problema do Brasil é a Constrituição de 1988? É o Congresso Nacional corrupto? É o presidente da República incompetente com uma política recessiva? É o STF que não julga nunca seus processos ou o TSE que protagoniza farsas absolvendo criminosos alegando defesa da democracia? Nada disso. Todos estes são casos particulares de um mal muito maior. 

Ontem eu combinei com dois colegas que sairia com eles para visitar um município. No início eu não tinha certeza se iria e um deles me disse para “mandar um Whats” até determinado horário da noite. Eu respondi imediatamente: “Não. Eu vou decidir isso agora à tarde.” Uma hora e pouco depois eu decidi e falei: “Eu vou.” Quando ele saiu, ao final do expediente, eu confirmei: “Eu vou.” Pedi uma folha de deslocamento para o outro e fiz cópia.

Hoje, seis minutos antes do horário de saída combinado, eu mandei um torpedo para cada um dizendo: “Dá um toque quando sair da Regional.” Ninguém respondeu, nem apareceu. Quando eu liguei, já estavam no município em questão e disseram que eu tinha ficado de avisar pelo Whatsapp se iria, e, como eu não avisei, não passaram aqui para me pegar.

Quando eu estava indo para o meu local de trabalho, quebrou uma peça do câmbio do meu carro. Tive que fazer a manobra para estacionar empurrando o carro, porque a marcha-a-ré não engatava. Falei com meu pai e pedi para ele levar o carro à oficina durante a tarde. O mecânico trocou a tal peça. Na hora de buscar o carro, meu pai teve que ficar meia hora esperando porque havia dois carros estacionados de tal modo que impediam o meu de sair de dentro da oficina.

Quanto à peça trocada, nunca antes eu dirigi um carro com uma palanca de câmbio tão dura. Não sei o que o mecânico fez, mas a desculpa para a palanca de câmbio ter ficado dura daquele jeito é que a peça é nova. Alguém aí já dirigiu um carro zero com uma palanca de câmbio tão dura que o Incrível Hulk teria que fazer força para trocar as marchas? Pois é, “isso é normal”.

No meio deste dia maravilhoso, eu acabei me atrasando para ir à loja da minha operadora de celular para substituir um chip que preciso substituir. Cheguei em cima do horário, o atendente me viu estacionando o carro e trancou a porta da loja a chave. Fiz um sinal para ele, ele abriu a porta, perguntei se ele poderia só me substituir um chip, porque eu precisaria dele à noite. Não podia, claro. “A loja já fechou.” Eu sei que fechou, eu o vi fechando. Não é essa a questão. Não dá para me quebrar o galho e me atender enquanto dois outros clientes estavam sendo atendidos ainda? É só cadastrar um chip, demora menos de dois minutos. Não, não dá.

Finalmente, quando eu estava voltando para casa, um caminhão me ulrapassou numa velocidade muito acima do permitido na via, num local onde é proibido ultrapassar, me deu uma fechada para voltar para a pista e eu tive que frear mais rápido que o Flash para não ser abalroado ou jogado para fora da pista. Além disso, o caminhão estava com uma sinaleira queimada e sem luz na placa.

O que é que tudo isso tem em comum?

Em todos e em cada um dos casos, ninguém se importa com o outro.

O descaso para com o próximo é característica marcante da cultura do brasileiro.

E é este descaso, de todos e em todas as escalas, que produz o país em que vivemos.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 10/08/2017 

Por que tanto medo de dizer a verdade como ela é?

Eu tenho ganas de esganar estes frescos que se apresentam como jornalistas mas não conseguem dar uma única notícia como ela realmente é.

Tenha santa paciência, quem a estas alturas do campeonato – a não ser os criminosos e criminófilos que o apoiam – ainda pode chamar Nicolás Maduro de “presidente” ao invés do que ele realmente é, ou seja, ditador, tirano e criminoso?

Que palhaçada é essa de “respeitar o cargo” de alguém que obviamente não respeita o cargo? Que inversão de valores cretina é essa de evitar chamar um óbvio criminoso de criminoso? Precisam todos de mil fru-frus e trique-triques para dizer obliquamente aquilo que está escancarado para qualquer um ver? De onde vem tanta covardia? Estão todos com receio de ofender quem não tem receio de mentir, violar a lei, matar o povo de fome, armar milícias para cometer assassinatos e dominar um país através do terror?

Será que não tem mais um único Homem no jornalismo? Que o “politicamente correto” dos pervertidos transformou a todos em vermes incapazes de opinar com firmeza e efetividade? Que estão tão confusos ou se tornaram tão depravados que não sabem mais distinguir “neutralidade entre o partido A e o partido B” de “neutralidade perante a lei e o crime”? Que maldita porcaria está se passando na cabeça desta gente que não são mais capazes de diferenciar entre “ter opinião diferente” e “cometer crimes”?

Nicolás Maduro não é “o presidente da Venezuela”, é um golpista, um canalha, um criminoso, um assassino, um ditador, um tirano. Não é difícil ver o óbvio, não é difícil dizer aquilo que todos que estão minimamente informados sabem, não é difícil saber que a verdade precisa ser dita claramente e não mascarada.

A imprensa brasileira presta um desserviço imenso à democracia e ao entendimento do mundo por parte de nosso povo ao sonegar a informação clara e objetiva sobre a quadrilha criminosa que domina a Venezuela através da mentira, da usurpação institucional, da violência e do terror. E este é apenas um exemplo grave entre muitos outros que demonstram a existência de um padrão de péssimo jornalismo que precisa ser modificado.

Parem de maquiar a realidade usando um vocabulário que não representa a verdade, jornalistas! Abandonem a novilíngua. Rasguem essa cartilha pervertida. Parem de ser frescos e de colaborar com o mal através dessa omissão abjeta de qualquer posicionamento moral. Não sejam poltrões. Informem a verdade como ela de fato é, com honestidade intelectual, com coragem e com clareza!

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 31/07/2017

PT tenta garantir elegibilidade de criminosos

Vicente Cândido, do PT de São Paulo, relator da reforma política, propôs uma blindagem para criminosos. 

A proposta é proibir a prisão de candidatos nos oito meses anteriores às eleições. 

Perguntado, negou que a iniciativa tenha a intenção de proteger Lula.

A alegação do defensor de bandidos é que é necessário “proteger os candidatos da judicialização da política”.

Eu tenho uma sugestão melhor para proteger os candidatos da prisão: basta não cometer crimes.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 15/07/2017

Zamenhof estis ordoliberala centristo

Mi diris en feisbuka grupo de Esperanto, ke “Zamenhof estis ordoliberala centristo” kaj “Se Zamenhof estus viva, li tutcerte balotus por Angela Merkel kaj Emmanuel Macron.” Tio kauzis kelke da furioziĝo inter la maldekstremuloj de la grupo, kiuj kompreneble ne povas toleri la sukceson de io ajn liberala. Do, mi aldonis la ĉi-malsupran klarigon.

Ĉu vi memoras, kiam mi diris, ke Zamenhof estas ordoliberala centristo? Kontrolu ĉi tiun klarigon kaj komprenu.

1) Zamenhof estis kuracisto kun propra oficejo, tio estas, liberala profesiulo. Kaj li vidis mondan problemon, imagis solvon, laboris pri ĝi kaj konstruis tutan sistemon kaj estigis komunumon por progresigi sian aferon. Li do estis granda entreprenisto.

2) Esperanto, ekde ĝia naskiĝo, estis privata entrepreno, kreita de unu persono, utila kaj interesa por multaj, kiuj volonte apogis la aferon per laboro kaj mono.

3) Esperanto alfrontis kaj venki konkurencon (de Volapuk, de Ido, de Interlingua, k.t.p.) kaj montriĝis pli efika por komunikado kaj malpli kosta por lernado.

4) La tuta afero evolvis evoluis laũ interna ordo, sen kio disfalus kaose disigita same kiel aliaj lingvo-projektoj.

5) La Zamenhofa maleskstremismo (centrismo) estas tio, kio permesas al lia projekto evolui harmonie, nature kaj kohere, per dialogo kaj interkonsento konstantaj inter milionoj da parolantoj. La ekstremistoj ne dialogas, ili batalas kaj militas.

Kiel vi povas vidi, Zamenhof estis liberala kaj entreprenisto, kaj ŝatis efikecon, ordon kaj maleskstremismo (tio estas, centrismo, ĉar la malo de la ekstremoj estas la centro).

Siavice, Esperanto estis sukcesa ĉar ĝi sekvas la principoj de ordoliberala centrismo, kiujn estigis Zamenhof mem.

La faktoj estas la faktoj. 🙂 Bonvolu komenti!

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 15/07/2017 

Você NUNCA pode baixar a guarda

Você conhece aquelas famosas frases que dizem que “o preço da liberdade é a eterna vigilância” e que “si vis pacem, para bellum” (“se queres a paz, prepara-te para a guerra”)? Ontem eu caí em uma armadilha maldosa que me fez recordar de ambas e apreciar sua terrível sabedoria.

Lula, o chefe da quadrilha criminosa que saqueou o Brasil por treze anos, foi condenado a nove anos e meio de prisão ontem. Como todo brasileiro decente, eu comemorei. Feliz com a notícia, eu a compartilhei no maior grupo de Esperanto do Facebook. E, quando você estiver lendo este artigo, eu já deverei ter sido expulso do grupo, sem poder explicar o que acontceu aos mais de vnte e dois mil membros.

Logo depois que eu postei a notícia, um sujeito me perguntou por que eu “acho” que Lula é um criminoso. Como resposta eu postei o link para a sentença condenatória. Obviamente, a sentença está em português. O sujeito me perguntou, em Esperanto, se havia versão em Esperanto. Eu disse que não, mas que todo brasileiro minimamente sagaz sabe muito bem que Lula é um criminoso.

O sujeito fez de conta que não sabia de nada e pediu explicações. Ao mesmo tempo, chamou um “amigo”. O “amigo” já entrou no tópico me ofendendo, falando palavrões, fazendo aquela baixaria normal que todo esquerdista militante faz o tempo todo, porque isso é a vida deles. Enquanto isso, o interlocutor original fazia deboches.

Logo que eu percebi que eram dois esquerdistas, eu decidi não discutir. Porém, como os dois estavam avacalhando o tópico, eu postei algumas explicações para terceiros. No meio da enxurrada de lixo e ofensas que me lançavam, eu descobri que ambos falavam português. E o interlocutor original havia dito textualmente que não falava português… Só que, depois de dar uma olhada no perfil dele, eu descobri que o cara tinha até feito campanha para o Freixo.

O que eu tinha em mãos? Um canalha que estava mentindo que não entendia o que eu dizia e outro canalha que estava ali só para me ofender. E eu caí na armadilha – fiquei irritado e xinguei de volta.

Logo a seguir, um terceiro canalha chamou um moderador e pediu a minha expulsão do grupo – só a minha – por ter usado de linguajar inadequado e “discurso de ódio”. Só que “discurso de ódio”, como todo mundo sabe muito bem, é o típico vocabulário pervertido que os equerdistas usam para se identificar para os outros membros da quadrilha. Então, fui conferir o perfil do sujeito – e lá estava um monte de propaganda do Lula.

Quem iria tomar a decisão, obviamente, era o moderador. Então, fui olhar o perfil do moderador chamado – e lá estava um grande símbolo da foice com o martelo.

Como você pode imaginar, num contexto assim não existe a menor possibilidade de diálogo ou de justiça. Um canalha mentiu para mim, outro canalha debochou de mim, outro canalha pediu minha expulsão e certamente outro canalha me expulsará – porque é assim que a esquerda age. NINGUÉM da esquerda é decente. É um bando de canalhas com sede de poder e qualquer espaço tem que ser ocupado e dominado, com quem os critica sendo silenciado à força, fazendo entretanto parecer para os otários que há um justo motivo para suas ações. E há um bando de otários que acredita ou convenientemente finge acreditar que há justificativas para as indecências e os crimes da esquerda.

Nós estamos em uma guerra permanente. Estes pervertidos e os otários que caem nas suas mentiras são uma ameaça constante, incansável, que aproveita qualquer instante, qualquer chance, qualquer descuido para causar o maior mal possível contra quem não os apoia.

Se não houvesse tanta gente estúpida, alienada e iludida no mundo, estes criminosos abjetos não teriam chance alguma de sequestrar e massacrar povos inteiros como fazem em todos os lugares em que podem fazer. Não existe um único país no mundo que eles tenham dominado e no qual eles não tenham promovido degradação moral, miséria econômica e opressão política, normalmente após serem eleitos explorando a estupidez e a ganância de quem acha que vai se dar bem votando em quem põe a culpa de todos os males do mundo em quem tem sucesso e promete benesses com o chapéu alheio.

Eu fui expulso de um grupo de Facebook que eu gostava. O povo da Coréia do Norte é massacrado e trabalha de domingo a domingo em campos de concentração. O povo de Cuba vive uma ditadura que fuzilava no paredão quem queria sair de lá. O povo da Venezuela vive a pior crise econômica da história do país, com a fome tomando conta do país, milhares de pessoas comendo lixo para sobreviver e guerrilhas assassinas armadas pela ditadura para matar os opositores. Mas você não vê uma única voz da esquerda falando de modo firme, claro e contundente contra estas atrocidades, dizendo que estes criminosos precisam ser apeados do poder, julgados, condenados por crimes contra a humanidade e encarcerados. Nem verá nenhum esquerdista condenando a sacanagem que me aprontaram. A canalhice e a maldade imperam em todos os níveis entre eles.

Você vê, entretanto, canalhas discursando contra a “opressão da mulher” no Brasil enquanto se calam sobre a opressão da mulher nos países islâmicos, canalhas se queixando contra a “homofobia” no Brasil enquanto apoiam a ditadura do tirano que acusou seu adversário de “maricona” na Venezuela, canalhas acusando o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal a Polícia Federal e o Ministério Público Federal de “golpistas” e que no entanto tentaram impedir o funcionamento do Senado Federal à força.

Estes canalhas querem escravizar você. Foi isso que eles fizeram com os povos que eu citei acima. Foi isso que eles tentaram fazer e que foi felizmente abortado no Brasil. Foi isso que eles fizeram num simples grupinho de facebook quando puderam. A essência deles é má, perversa, mentirosa, nada do que eles falam pode ser levado a sério ou respeitado. Eles representam uma ameaça constante que precisa ser combatida a cada minuto pelo resto de nossas vidas. É horrível isso? É. Mas você não tem escolha.

Ou você entende isso e fica alerta, luta para conscientizar mais pessoas, participa de um movimento de higienização da política, removendo pelo voto estes canalhas perigosos de nossas vidas, ou mais hora, menos hora, a degradação moral, a conflagração social e a criminalidade vão subir tanto que se tornará impossível viver com a mínima segurança não interessa onde você viva, o caos vai imperar e os canalhas vão enganar de novo milhões de iludidos e voltar ao poder, com sede de vingança, e você será o alvo.

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 13/07/2017

Condenado Lula, o chefe da quadrilha criminosa que saqueou o Brasil

Delícia de notícia! Saiu a primeira condenação de Lula, o chefe da quadrilha criminosa que saqueou o Brasil durante treze anos. A justiça falha porque tarda: já era para este canalha estar na cadeia desde 2005, quando estourou o escândalo do “Mensalão”. Não era para ter sido reeleito, nem era para ter sido eleita a criminosa que o sucedeu, Dilma, condenada no Senado Federal por crime de responsabilidade. Mas agora está no rumo que merece.

O Brasil ziguezagueia para frente e para trás. Mais para trás do que para frente, infelizmente. Mas hoje deu um grande passo à frente. O juiz Sérgio Moro condenou a nove anos e meio de prisão o chefe da quadrilha criminosa que passou treze anos saqueando o Brasil, roubando as esperanças do povo sofrido que enganava para se manter no poder. Renovam-se as esperanças de que seja feita justiça e que Lula seja preso após confirmação da sentença em segunda instância.

É lamentável que não tenha sido decretada sua prisão preventiva imediata, já que o meliante é notório amigo de criminosos de grande porte em nível internacional, de Nicolás Maduro a Raul Castro, passando pelo pilantra de fala suave José Mujica e uma penca de ditadores, tiranos e populistas corruptos. É incrível que as pessoas se esqueçam que ele chamou de “meu amigo, meu irmão e meu líder” o tirano Muamar Kadafi, que mantinha haréns de meninas e meninos em cárcere privado para delas e deles abusar sexualmente. Que chamou os prisioneiros políticos de Cuba de “criminosos comuns”. Que saudou a ditadura na Venezuela como exemplo de democracia. Que vomitou racismo e misoginia diversas vezes sob o aplauso de milhares de asseclas.

Lula comandou o maior esquema de corrupção da história do Brasil e quiçá do mundo, certamente o maior já descoberto e registrado. Em seu governo e no da marionete destrambelhada sua sucessora foram desviados bilhões de dólares para empreiteiras, para governos estrangeiros, para seu partido e seus aliados. Agora é condenado por receber propina ele próprio. Chama de golpistas todas as instituições brasileiras, da Câmara de Deuptados ao Senado, do Supremo Tribunal Federal à Polícia Federal. Já ameaçou prender policiais e juízes se tiver oportunidade. É indubitavelmente perigoso e em liberdade ameaça a ordem pública e a estabilidade das instituições. Precisa ser encarcerado.

Hoje, porém, é dia de festa! É hora de comemorar a primeira condenação do larápio, que certamente não será a última. É momento de regozijo para todo brasileiro honesto e honrado, porque a justiça finalmente começa a ser feita. A imagem da quadrilha criminosa que saqueou o Brasil resta oficialmente desmascarada perante todo o planeta e somente os mais ingênuos ou estúpidos ainda acreditam que possa haver decência sob a bandeira manchada de sangue e escrementos da pútrida facção que tanto nos prejudicou. Demos um passo importante em direção á segurança. Lugar de criminoso de colarinho branco não é na política, é na cadeia!

Clique aqui e baixe a sentença condenatória de Lula na íntegra.

Vá diretamente às páginas 225 e 235. E comemore!

 

Página 225:

“944. Condeno Luiz Inácio Lula da Silva:

a) por um crime de corrupção passiva do art. 317 do CP, com a causa de aumento na forma do §1º do mesmo artigo, pelo recebimento de vantagem indevida do Grupo OAS em decorrência do contrato do Consórcio CONEST/RNEST com a Petrobrás; e

b) por um crime de lavagem de dinheiro do art. 1º, caput, inciso V, da Lei n.º 9.613/1998, envolvendo a ocultação e dissimulação da titularidade do apartamento 164-A, triplex, e do beneficiário das reformas realizadas.”

Página 235:

“Entre os crimes de corrupção e de lavagem, há concurso material, motivo pelo qual as penas somadas chegam a nove anos e seis meses de reclusão, que reputo definitivas para o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Quanto às multas deverão ser convertidas em valor e somadas.

Considerando as regras do art. 33 do Código Penal, fixo o regime fechado para o início de cumprimento da pena. A progressão de regime fica, em princípio, condicionada à reparação do dano no termos do art. 33, §4º, do CP.”

Sérgio Moro.

CHUPA, petralhada! 🙂

Arthur Golgo Lucas – www.arthur.bio.br – 12/07/2017